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Carne e o mal de Parkinson

Carne e o mal de Parkinson.

Mal de parkinson, vitamina b2, carne vermelha, doenças neurodegenerativas.

Para começar, devemos entender que não podemos usar os seres humanos como ratos de laboratório, portanto temos dois mecanismos, um é o sistema mecanicista, nele usamos ratos de laboratório, e construímos as reações que possivelmente ocorrem.

Outro é usar populações que são afetadas por um efeito do estudo.

Dificilmente, se pode isolar populações para que obedeçam sistematicamente ordens, além de ser anti-ético.

Vamos citar um estudo , O título é - As doses elevadas de riboflavina e a eliminação de carne vermelha dietética promovem a recuperação de algumas funções motoras em pacientes com doença de Parkinson - nesse estudo determina que a retirada de carne vermelha e inclusão de vitamita b2, auxiliam na redução dos efeitos do mal de parkinson.

O que isso quer dizer?

Isso determina um forte indício que retirar carne vermelha favorece a não ocorrência de doenças neurodegenerativas.

O fator de pesquisa define que o efeito da gordura e da carne vermelha pode gerar fatores deletérios ao sistema nervoso.

Diversos estudos determinam que o consumo de carne vermelha gera toxinas.

E estas favorecem ações deletéria.

Existe um produto do consumo de carne vermelha extremamente tóxica que é a hemina, que gera radicais livres que são anulados pela glutationa, e necessita de vitamina b2 para continuar o ciclo.

Cidade como Buenos Aires na Argentina com grande consumo de carne, detem a mais alta prevalência da doença de Parkinson.

Tendo o maior índice de consumo de carne vermelha por habitante.

"As estimativas de prevalência da doença variam largamente no mundo, desde 31 por 100.000 pessoas na Líbia até 657 por 100.000 em Buenos Aires, Argentina "

No Brasil o IBGE detectou a prevalência no Sul do país da doença acima de outras regiões, onde o consumo de carne vermelha é maior.

Pesquisas determinam que a dieta mediterrânea em que haja elevada quantidade de óleos vegetais, consumo de legumes e verduras, e baixa dieta de carne vermelha, tal dieta define um baixo índice de problemas de neurodegeneração.

Em resumo, existe um grande fator sinalizador de que carne vermelha, não é boa, no que tange aos produtos deletérios que ela produz, sabendo que se pode conseguir proteínas em outros alimentos.

Temos ainda que a OMS considera que a carne processada tenha sinalização cancerígena do tipo 1A e a carne vermelha 2A.

Além, de que o uso da carne gera uma pecuária imensa que destrói o ecossistema.

Ora, um pensamento meramente simplista, se temos indícios fortes de que a carne vermelha pode favorecer degeneração dos neurônios, e podemos usar outros alimentos que não tem estes indícios, por que não usar os alimentos que não tenham ressalvas, em relação aos que possuem?