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TIREOIDE: Os perigos do hipotireoidismo | Como saber os sintomas ? | Dr Italo Rachid

a tireóide é uma glândula que tem um formato aproximado de uma borboleta pesa aproximadamente de 15 a 25 gramas e é responsável pela produção de um complexo de moléculas que vão produzir um hormônio chamado triiodotironina a tri o tirone nina que nós no dia a dia conhecemos como t3 é o hormônio fundamental para o equilíbrio metabólico humano existem receptores para ter três receptores pareceu amônio em todas as células do nosso corpo é tão um hormônio com essas características é um dos principais responsáveis pelo recrutamento e produção de energia no nosso corpo o processo como falso relação à cidade ativa neta oxidação calore gênese e um processo muito importante a manutenção da omgeo terme nós seres humanos temos a nossa temperatura corporal oscilando dentro de variáveis muito estreitas a nossa temperatura não oscila muito e é exatamente a manutenção desse calor permanente do nosso corpo que se traduz em uma quantidade é eficaz de reações metabólicas que se traduz em equilíbrio o problema é que para produzir esse hormônio chamado T3 o organismo em que se deparar com verdadeira odisseia primeiro nós temos que ter os nutrientes adequados nós temos que ter um aminoácido que vem lá da dieta não é essencial chamado tirou sina e nós temos que ter também lá da dieta um elemento chamado de ouro quando atirou zina se junta com iodo três átomos de oden uma molécula de tirosina eu tenho a formação desse 3 acontece que a formação de três não ocorre apenas na glândula tireóide a realidade uma pequena fração do t3 que a tireóide produz circula no nosso corpo a maior parte do petróleo que circula no nosso corpo é produzido dentro de células que concentram altas quantidades de enzimas chamadas selênio de nazis essas enzimas são responsáveis pela transformação de uma molécula precursora chamada de 4 o tiro oficina em um hormônio bioativo chamado t3 essa produção além da tireóide pode ocorrer também no fígado e nos rins e no baço em várias células alvo então o que acontece quando nós temos queda desse hormônio como ele pode ocupar receptores em todo o nosso corpo os sintomas oriundos desse declínio podem remeter a qualquer especialidade médica senão vejamos queda de 3 pode estar conectado com ganho de peso depressão incapacidade de concentração dificuldade de lembrar palavras nomes lugares má qualidade do sono transtornos musculares dores mal rendimento na resposta física cansaço oscilações nos níveis de energia ao longo do dia alterações da composição corporal facilidade para aumentar o ganho de gordura perder massa magra perder massa muscular dores articulares alterações do humor enfim uma quantidade enorme de sinais e sintomas que dentro do contexto da medicina especializada onde cada um de nós médicos atua apenas em um segmento do corpo somos especialistas apenas uma parte esquecemos do douro a deficiência desse hormônio passa completamente desapercebida e muitas vezes nós vamos procurar essa deficiência no último lugar onde ela vai se expressar aonde nos exames de laboratório eu vou buscar avaliar certos parâmetros como a dosagem de tsh os níveis de 4 hoje 23 mas eu deixe de levar em conta um fenômeno fundamental não é no sangue aonde as concentrações desse hormônio realmente vão acontecer e vão se expressar o sangue apenas um veículo transportador de hormônios aonde na maior parte das vezes essa deficiência de t3 é intra celular e não laboratorial e como os exames não podem extrair hormônios de dentro das células para medi los o que vai acontecer esse recurso do laboratório apresentam altíssima acha de falhas e nós vamos chegar a um ponto absolutamente desarrazoado tomar decisões baseados em exames quando o paciente está na nossa frente apresentando todo o cortejo de cinto a sede sinais que caracterizam essa deficiência é tão no caso de vários hormônios e principalmente do pt três o diagnóstico não é apenas laboratorial o diagnóstico é essencialmente clínico uma condição que nós chamamos de hipotiroidismo subiu agora tutorial porquê porque essa deficiência não aparece muitas vezes no laboratório e só vai aparecer na clínica então é olhando para as pessoas a ferida os seus sinais seus sintomas ouvidos examinando as e formatando hipótese diagnóstica e fazendo uma coisa chamada teste terapêutico com a reposição desses hormônios para observar se existe melhora que nós vamos ter uma abordagem mais resolutiva produzindo os resultados clínicos potenciais de melhor qualidade muito obrigado