Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica
Olá, olá olá, doutor Noé Alvarenga falando e hoje a gente vai falar sobre algo muito importante, muito sério que afeta até cinquenta e um por cento dos obesos que é o transtorno da compulsão alimentar periódica. Então já curte e compartilha esse vídeo com o máximo de pessoas que você puder, que com certeza você vai tá ajudando alguém que sofre desse problema, só que você não sabe. Em primeiro lugar em que que se baseia o transtorno da compulsão alimentar periódica? Ele se baseia na ocorrência de episódios recorrentes de compulsão alimentar. E o que que significa isso? Significa a ingestão, num curto intervalo de tempo, de uma quantidade de alimento definitivamente maior do que a maioria das pessoas consumiria sobre condições semelhantes. E mais que isso, a de falta de controle sobre a ingestão do alimento. A pessoa pede totalmente o controle sobre o que e quanto está ingerindo. E esses episódios de compulsão alimentar, quando a pessoa tem esses episódios de compulsão alimentar, isso está associado a três ou mais das características que eu vou falar agora. Comer mais rapidamente que o normal, comer até se sentir desconfortavelmente cheio, comer grandes quantidades de alimento na ausência da sensação física de fome, comer sozinho, com vergonha daquilo que está comendo, da quantidade que está comendo ou do que está comendo. E por fim, sentir-se desgostoso de si mesmo, deprimido ou muito culpado, em seguida ao episódio de compulsão alimentar. E é por isso que eu falei lá atrás, que eu não tava exagerando sobre a seriedade desse problema. A pessoa que tem esse problema, muitas vezes ela não fala espontaneamente dele, justamente porque ela as vezes tem vergonha ou se sente deprimida, desgostosa ou culpada em relação aos episódios de compulsão. Nesses casos existe, e é parte do diagnóstico, um sofrimento marcante decorrente dessa compulsão. Agora, pra fechar o diagnóstico de transtorno de compulsão, alimentar, esses episódios deve ocorrer pelo menos uma vez por semana pelo período de três meses. E na prática de consultório que a gente vê é muito mais do que isso, a pessoa à s vezes fica ali sofrendo anos, sem contar pra ninguém. Agora, uma coisa importante que a gente tem que diferenciar é o transtorno, a compulsão alimentar periódica da bulimia, da bulimia nervosa, porque no transtorno da compulsão alimentar, não acontecem comportamentos de compensação do exagero alimentar, que acontecem na bulimia, como por exemplo, a pessoa depois do episódio, induzir o vômito. No transtorno da compulsão alimentar periódica, isso não acontece. E justamente por isso tá mais fortemente associado a quadros de obesidade. Esse transtorno acomete até vinte e dois por cento dos pacientes desejosos de emagrecer, até cinquenta e um por cento dos obesos e até sessenta e quatro por cento dos candidatos a cirurgia mas a boa notícia que tem tratamento tem medicamento, que deve ser sempre acompanhado de apoio, psicoterápico, e de um acompanhamento nutrológico, bem cuidadoso... Tem muita gente por aí que tem esse problema e não fala, então compartilha esse vídeo que você vai estar ajudando várias dessas pessoas que precisam dessa informação, tá combinado? Esse foi o nosso vídeo de hoje, um tema sério, um tema importante, que eu já estou querendo trazer pra há muito tempo. Então, compartilha esse vídeo e me ajuda a chegar ao maior número de pessoas possível, tá combinado? Beijo no coração e até amanhã, no próximo vídeo
