Aprenda Sexualidade Saudável - Dia 2, Relacionamento Afetivo
Olá! Hoje é o segundo dia sobre
Sexualidade Saudável e Espiritualidade
Eu estou fazendo aqui um trabalho para esclarecer, para que você possa entender mais sobre relacionamento homem e mulher.
Exatamente isso que eu vou falar, sobre o homem e a mulher.
Eu vou falar sobre a parte espiritual... o homem, a constituição energética de um homem é diferente da constituição de uma mulher.
Então, o que acontece?
Os impulsos e a aceleração do chacra básico do homem é muito mais rápida, talvez por uma necessidade natural, da natureza desse impulso para que ele possa procriar ele acontece muito mais rápido.
E a mulher não.
A mulher é uma coisa muito mais lenta.
Mais lenta e ficou mais lenta ainda por conta dos nossos percursos sociais...
Que a gente vai aprendendo a fazer algumas coisas, formatando a relação, e no fim uma relação de casamento, por exemplo, a relação fica formatada.
Ela perde a espontaneidade, perde aquela característica de afetividade, de carinho, de intimidade...
Que é importante para a gente, quando a gente se relaciona, poder ter liberdade com o outro, poder contar para o outro quem a gente de verdade é.
Na maioria das relações entre homem e mulher isso não acontece...
Aliás, a maioria das pessoas se apresenta do jeito que o outro quer ver.
Então, o homem, como ele tem uma aceleração muito maior do chacra básico, para que ele consiga satisfazer esse chacra ele vai vestir muito mais máscaras do que a mulher.
Isso até um determinado momento.
Se a mulher perceber que esse homem, de verdade, é interessante para ela, as máscaras da mulher serão de um número incontável.
Se você não está entendendo o que eu estou falando, eu vou explicar melhor para você.
A mulher precisa seduzir o homem pelo que ela sabe de desejo que ele tem.
Ela tem que manter o homem, de uma certa forma, interessado nela.
Então ela vai se pintar, vai arrumar o cabelo, vai colocar as roupas que sejam mais atraentes...
Muitas vezes até a mulher pergunta para o homem, ela fala assim:
Que tipo de vestido você gosta?
Que tipo de roupa você gosta?
E o homem fala...
Olha, aquela roupa é bonita...
Ele cita isso...
Ele nem sabe, mas ela está dizendo:
Aguenta aí, que eu estou me formatando para que você realmente me veja como uma pessoa interessante!
O chacra básico da mulher é muito mais lento.
Dificilmente uma mulher tem uma condição de ser exacerbada sexualmente.
A não ser que ela tenha sido treinada para isso.
Você vai encontrar mulheres que são mais voltadas para a sexualidade em localidades onde o chacra básico se abre mais.
Por exemplo, regiões de praia, onde tem muito sol, regiões muito quentes...
O chacra básico se abre muito mais.
Então você vai encontrar as mulheres numa condição diferente de mulheres que moram em localidades frias, onde esse movimento energético nela não acontece tanto.
De verdade, isso é a coisa mais natural e até lógica, que a mulher se veste de forma a mostrar o corpo em localidades onde o verão é constante, onde você tem areia, onde você tem mar, onde você tem liberdade, onde você tem o céu...
E onde principalmente, para que você fique mais à vontade, você possa beber...
Você vai beber, você pode fumar, você pode fazer todas aquelas coisas que te dão espaço emocional.
Nos lugares frios, as mulheres principalmente ficam muito mais fechadas.
Não mostram o corpo, elas criam muito mais regras...
Você vai olhar isso em países onde, de verdade, o frio é permanente ou o frio é constante.
O homem, ao contrário da mulher, não importando se o local é muito frio ou muito quente, ele tem reações instintivas muito mais fortes.
Eu estou falando sobre isso porque nós precisamos entender melhor o que é um relacionamento saudável.
O que seria um relacionamento saudável entre um homem e uma mulher?
Olha, quando ele começa no chacra básico e ele não sobe, ele não dura muito tempo.
E eu vou contar para vocês de forma bem rápida e aí você vai entender a sua relação com seu namorado, com seu marido, com seu noivo... É um ciclo: a relação começou no chacra básico.
Se ela permanecer no chacra básico, você vai ter um percurso aí de um ano e meio a dois anos de relacionamento feliz e depois você vai fazer um esforço que...
Haja esforço para conseguir manter essa relação!
Normalmente ela é mantida pelos medos e pelas carências.
Se ela conseguir estar um pouquinho melhor, no nível do chacra esplênico, você vai ter aí um percurso de dois anos a três anos e depois começa o esforço de novo.
Por quê?
Porque existe satisfação...
Veja, no começo é a sexualidade, depois é o alimento.
A gente vai inventando coisas para manter a relação.
Se você estiver no nível do chacra umbilical, aí ela vai durar uns quatro anos.
Você está falando:
Ah, mas a maioria das pessoas está nesse nível...
Sim. E a maioria das relações entre homem e mulher é sustentada pelas regras.
Não é sustentada por uma relação de bom senso, de querer, de construir... não é nada disso não!
A gente pode até se acostumar a determinadas coisas e achar que esse é o caminho, mas a gente formata. É assim: vamos ficar juntos? Vamos.
Vamos casar? Vamos.
E aí, depois de um tempo, apesar das brigas, a gente se ama. É isso que a gente vai falar.
Apesar das brigas, a gente se ama!
E isso não tem nada a ver com uma relação saudável.
Uma relação saudável é aquela onde um ajuda o outro, onde os objetivos são iguais, onde as dissonâncias não aparecem...
Não na forma de diálogos agressivos, diálogos que são em nível exacerbado ou mesmo agressão física.
Não aparece isso... É sempre conversar...
Vamos lá, vamos conversar?
Vamos resolver isso?
O objetivo é resolver e não submeter o outro.
Aí a relação começa a ser saudável.
Mas para você conseguir uma relação desse tipo, homem e mulher, precisa ter conhecimento, senão a primeira mulher que aparecer ou o primeiro homem vai tapar as suas carências, que podem ser do tamanho do buraco negro do universo, e que nunca acabam...
As nossas carências são assim, você não dá conta delas.
Cada vez você quer mais, e mais, e mais...
Um homem que seja, por exemplo, muito voltado para a sexualidade, ele quer mais sexo, mais...
E cada vez que ele arruma uma nova companheira, uma nova parceira, dá impressão que vai resolver. É sempre assim...
Ou mesmo a mulher, da mesma forma, cada vez que ela arruma um novo parceiro...
Agora vai resolver!
A questão toda é que não resolve e a carência é um santo remédio para que você tenha muitos assediadores espirituais.
Então vamos pensar nisso, porque no final das contas isso pode culminar com pânico, com todas as síndromes que a gente pode ter.
Inclusive aquelas depressões que podem ser severas ou medianas vão acontecer no âmbito das carências.
E eu penso que, tendo esse conhecimento, você vai falar: Opa!
Como é que eu vou me relacionar de forma saudável?
E aí é bacana porque você vai procurar uma pessoa você vai se conter...
Porque a gente, nesse nível de consciência que nós estamos nós temos que nos conter, a coisa não "é".
"É" significa assim: você não precisa fazer nenhum esforço para enxergar a realidade.
Você vai procurar a pessoa sem estar excitado internamente pelos seus desejos, pelas suas carências.
Você simplesmente procura, quando encontra você convive, e a coisa acontece naturalmente.
Como a maioria das pessoas não está nessa condição, você vai se conter um pouco para procurar alguém que realmente valha a pena para sua vida.
E conversar com essa pessoa no sentido de que:
Vamos construir alguma coisa?
O que nós vamos construir?
Colocar um rumo na relação, não um objetivo final, porque o objetivo depois de encontrado acabou a história.
Mas colocar um rumo: vamos fazer um caminho juntos, para que a gente cresça, para produzir coisas boas não só para nós, mas para todas aquelas pessoas que estão à nossa volta, para que o caminho não tenha fim, porque se ele tiver fim acaba a relação e nós ficamos com referenciais muito curtos.
Então achar alguém que valha, de verdade, a pena.
Eu, por conta de ser uma pessoa espiritualista, vejo que os nossos limites físicos também limitam as nossas relações com as pessoas.
A relação não fica só dentro do espaço das carências.
Ela fica dentro do espaço dos lutos muito fortes.
Então o dia que a pessoa vai embora, o outro fica num luto, que depois que ela também entrega o corpo ela continua nesse luto.
Então não é bom isso...
A boa ideia é a gente utilizar todas as dimensões que a gente possa entender.
E a dimensão espiritual é um espaço onde você vai poder constituir a sua vida de forma maior, mais saudável, mais feliz.
Ela é o alicerce da nossa vida física, afinal de contas você, eu e todas as pessoas que estão nesse planeta viemos de lá.
Ou seja, nossa origem é o lado espiritual.
Em momento nenhum você saiu andando com o corpo pela rua e alguém falou:
Olha, tem um corpo ali, eu vou colocar um espírito!
Não é isso que acontece.
Então, vamos seguir um caminho de bom senso, para que a gente possa produzir para nós e para quem estiver com a gente...
Na verdade, eu acho que não é só quem estiver com a gente não. É o mundo todo.
Um espaço que seja de harmonia, organização, seja de felicidade.
Eu acho que é fundamental.
Então vamos enxergar essa relação homem - mulher como uma relação saudável, não uma relação de procriação.
O nosso site é o www.centrodeestudos.org
O nosso blog é o foradocorpo.com
E você entra no Amigos do CEC para conversar com a gente, conversar com aquela turma bacana que fica trocando ideias e dando opiniões.
Se você tiver alguma dúvida com relação a esse segundo dia, você coloca no "foradocorpo", lá tem um espaço de perguntas onde você vai colocar sua opinião, vai votar numa pergunta, e eu com o maior prazer vou responder para você.
Esse é o caminho que a gente está seguindo no
Centro de Estudos.
Você está convidado a participar dos nossos trabalhos.
Nós vamos para o terceiro dia, agora.
E aí esse dia você vai gostar, porque eu vou falar sobre a relação sexual.
Eu acredito que isso vai dar o maior número de participantes.
Eu acho que a gente sempre quer saber mais sobre como a gente se relaciona fisicamente com uma pessoa, até porque a gente não aprende direito.
Então, no próximo dia, que será o terceiro dia, eu vou falar sobre sexualidade no contato físico, na relação com o outro, para a gente juntos aprender sobre isso que é muito importante.
Então nos encontramos agora no terceiro dia.
