Dengue: diagnóstico envolvendo sintomas na fase aguda e crônica da doença
Olá, sou o Júlio Santos Souza Prado, sou bacharel em ciências biológicas pela Universidade Estadual Vale do Acaraú, também sou especialista em biologia celular e molecular pela Faculdade Venda Nova do Imigrante, e estou aqui no 15º Simpósio de Biologia do Sul da Bahia de 2020 para apresentar meu trabalho intitulado de " Dengue: diagnóstico envolvendo sintomas na fase aguda e crônica da doença" bom, aqui eu tenho a introdução e na introdução, o que é a dengue? é uma doença viral ocasionado por um arbovírus da família Flaviviridae, do gênero flavivirus, espécie Dengue vírus a espécie Dengue vírus que inclui quatro sorotipos: Dengue vírus-1, Dengue vírus-2,
Dengue vírus-3 e Dengue vírus-4, o que eu acho importante ressaltar aqui nessa parte é que quando um indivíduo é contaminado com qualquer sorotipo desses 4, ele fica imune aos outros 3 sorotipo do vírus, a transmissão, como é que se dá a transmissão? a transmissão se dá principalmente pela picada do mosquito Aedes aegypti da fêmea infectada os principais sintomas envolvem febre alta, dores musculares, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo, isso são dados do Ministério da Saúde (2017) nesse segundo slide eu trouxe o panorama da dengue no Brasil nesses dois últimos anos né, onde em 2018 foram apresentados 205.791 casos de dengue, já em 2019 foram apresentados 1.439.471, a gente observa aí que houve um salto desses valores houve um aumento de 600% falando assim, tá bom? A gente observa também aqui os dados referentes a cada região do país, onde a gente observa que no norte houve em 2019 26.890 casos, onde o principal estado que apresentou o maior número foi Tocantins, representando aí 14.569 casos, já no Nordeste foram em 2019
177.677 casos, onde a Bahia representou o estado com maior número de casos representando assim
58.956 casos, já no sudeste em 2019 foram 999.178 caso, onde o estado de
Minas Gerais foi o principal estado representado com 471.165 casos, já no sul foram em
2019, 43.323 casos, sendo Paraná o principal estado representado por esse valor, onde representa
39.200, já no centro-oeste em 2019 foram 192.403, onde o principal estado foi Goiás com 108.079 casos, esses são dados da Agência Brasil de 2019 bom, de acordo com Dias et al. pode ser considerado como casos suspeitos de dengue clássica, todos os pacientes que apresentaram febre com duração máxima de sete dias acompanhadas de duas ou mais das seguintes manifestações: cefaleia, dor retro-orbitário, artralgia, mialgia, prostração, erupção cultânea, e que resida ou tenha estado nos últimos 15 dias em zona de circulação do vírus da dengue o objetivo do estudo foi realizar um levantamento bibliográfico acerca da infecção causada pelo Dengue vírus, além de estudar o diagnóstico através da sintomatologia relacionadas à fase aguda e crônica dos hospedeiros acometidos pela doença a metodologia se deu de um levantamento bibliográfico onde foram consultados essas três plataformas de dados que é a PubMed, CAPES, SciELO Brasil, onde foi utilizado as cinco palavras chaves como Dengue, Arbovírus, Dengue vírus, sintomas e diagnóstico bom, aqui nesse próximo slide eu trago os resultados e discussões, na figura 1 eu trago os aspectos clínicos da Dengue, dentre os sintomas eles podem ser agudos ou crônicos, os sintomas agudos podem ser febre de maior que 38ºC, dores no corpo e nas articulações, dor de cabeça prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, onde a duração desses sintomas ocorre de 2 a 7 dias, passando isso, mais de três meses com esses sintomas o indivíduo pode estar na fase crônica, onde a fase crônica pode mudar, dependendo do sexo do paciente ou ainda, onde os indivíduos do sexo feminino além desses sintomas já apresentados que eu apresentei, febre maior que 38ºC, dores, esse paciente pode apresentar também exantema vômito, sangramentos e úlceras orais, já os pacientes crônicos com dengue com a maioridade, eles podem apresentar além dos sintomas apresentados anteriormente, dor articulares, edemas e uma maior duração da febre, isso são dados de Figueiredo et al. (1992) segundo Marins et al. (2015), eles observarão, um fator importante entre os sintomas da Dengue com a
Chikungunya e a Zika foram os sintomas serem bastante parecidos nas doenças entre si, esses sintomas serem muito parecidos entre si, mas os autores ressaltaram que em casos específicos de dengue podem apresentar hemorragias, o que a gente observa aí é que, o que pode diferenciar é que a dengue pode apresentar hemorragias e esse essas outras doenças como a Chikungunya e a Zika não, o que a gente pode observar em comum também, tirando a sintomatologia, é a infecção que ocorre através do mosquito Aedes aegypti, e pras doenças doenças de Dengue, Zika e Chikungunya é um mesmo retorno já aqui no próximo slide eu trago informações sobre quanto ao diagnóstico, quando o diagnóstico é precocemente, é realizado precocemente, as fatalidades são raras ou seja as mortes, os exames laboratoriais são de extrema importância no caso de suspeita de
Dengue, por fornecer parâmetros que, somados com outros critérios podem auxiliar a ter um diagnóstico rápido e controlar a evolução da doença, isso são dados de Lupi et al. (2017), Correia (2008) já aqui eu trago a conclusão, conclui-se que os sintomas da dengue na fase aguda são bem parecidos com a fase crônica, sendo improvável se concluir através da sintomatologia em que fase hospedeiro se encontra. Também se observa a problemática de diagnóstico de Dengue através dos sintomas por serem bastante parecidos com os sintomas da Chikungunya e Zika, sendo necessário testes laboratoriais para se confirmar, aqui são as minhas referências e é isso, obrigado!
