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How to Reverse Heart Failure with Diet

"Como reverter insuficiência cardíaca com dieta" Traduzido por João Madureira É um sinal esperançoso dos tempos quando edições completas de periódicos de cardiologia são não só dedicadas à nutrição, mas às dietas de base vegetal em particular.

O Dr. Williams, ex-presidente do Colégio Americano de Cardiologia, começa com uma citação atribuída a Schopenhauer.

"Toda a verdade passa por 3 estágios. Primeiro, é ridicularizada.

Depois, é combatida violentamente. Terceiro, é aceite como..." bem, como óbvia.

E a verdade dos benefícios das dietas de base vegetal, e nutrição de base vegetal continua a aumentar.

Temos as evidências; o problema é a inércia, cultura, hábitos e marketing generalizado de comidas pouco saudáveis. "O nosso objectivo deve ser passar os dados à comunidade médica e ao público onde poderá realmente mudar vidas..."

Isso é a missão da minha vida em 3 palavras: publicitar os dados.

Baseados no que já sabemos na literatura médica existente, a nutrição de base vegetal representa claramente a oportunidade mais importante e no entanto sub-utilizada para reverter as epidemias de obesidade e de morbilidade e mortalidade induzidas por diabetes, ou seja doença e morte.

A edição incluiu casos típicos de reversão de doença cardíaca: uma mulher de 77 anos com doença cardíaca tão má que não conseguia andar mais de meio quarteirão ou subir um vão de escadas, com bloqueios graves nas 3 artérias principais, e assinalada para cirurgia de peito aberto e bypass.

Ela escolheu, no entanto adoptar uma dieta de vegetais inteiros, que incluía todas as hortaliças, frutos, cereais integrais, batatas, leguminosas, e oleaginosas. Embora tenha dito que antes tinha tentado comer saudável, após um mês de adoptar a dieta de base vegetal os seus sintomas quase se resolveram.

E esqueça um quarteirão, agora conseguia andar durante 50 minutos sem desconforto no peito ou ficar sem fôlego.

O colesterol baixou quase 100 pontos de 220 para 120, com um LDL abaixo de 60.

Mas depois, alguns meses depois ela ficou talvez com saudades do frango, peixe e lacticínios low-fat, e voltou aos seus hábitos alimentares antigos.

E dentro de algumas semanas, sem mudança nos fármacos, a dor no peito voltou, e acabou por ter o seu peito aberto.

Então ela continuou a comer a mesma dieta que contribuiu para a doença em primeiro lugar, e houve mais progressão da doença.

Este, no entanto, tem um fim mais feliz. Começou na mesma: um homem de 60 anos, com dor no peito grave após meio quarteirão.

Ele decidiu assumir o controlo do destino da sua saúde e passou para uma dieta de vegetais integrais, acabando a sua dieta "saudável" de frango sem pele, peixe, lacticínios low-fat que tinha entupido o seu coração.

E dentro de poucas semanas, a mesma transformação incrível.

De não conseguir sequer se exercitar, a andar 1,6 Km, a conseguir correr mais de 6,4 Km, completamente assintomático, sem fármacos, sem cirurgia, pronto para ser feliz para sempre.

Ora, claro, os relatórios de caso são apenas histórias exaltadas.

O que precisamos é de um estudo randomizado e controlado para provar que a doença cardíaca pode ser revertida com apenas mudanças no estilo de vida. E adivinhe?

Houve um, publicado há 30 anos, provando por angiografia a reversão da doença cardíaca em 82% dos pacientes, abrindo artérias sem fármacos, nem cirurgia.

Então estes relatórios de caso servem para lembrar-nos das centenas de milhares de americanos que continuam a morrer desnecessariamente a cada ano do que foi provado ser uma condição reversível há décadas atrás.

No entanto, o uso convencional de relatos de caso, é apresentar resultados novos na esperança de inspirar estudos que os coloquem à prova.

Por exemplo, um relato de caso de uma dieta de base vegetal para insuficiência cardíaca congestiva.

Ou seja, não apenas doença das coronárias, mas o próprio músculo cardíaco estava tão fraco que não conseguia bombear bem o sangue, apenas conseguindo bombear 35% do sangue para o ventrículo esquerdo a cada batida, quando normalmente o coração consegue bombear pelo menos 50%, que é exactamente o que o coração dele conseguiu fazer após 6 semanas de passar para uma dieta à base de vegetais inteiros, em vez de escolher ter o seu peito aberto.

O primeiro relato de uma melhoria na insuficiência cardíaca após adopção de uma dieta de base vegetal, mas não o último. Uma mulher de 54 anos, obesa, com diabetes tipo 2, com tornozelos inchados devidos a insuficiência cardíaca.

Ela passou de frango e peixe para alimentos vegetais inteiros.

Passou a comer de forma mais saudável e perdeu 23 Kg, reverteu a diabetes - ou seja glicemia normal com uma dieta normal sem o uso de fármacos para a diabetes - e a sua função cardíaca normalizou, de uma péssima fração de ejecção de apenas 25% para o normal.

Ora como não foi um ensaio randomizado controlado, tudo o que podemos dizer é que as melhorias coincidiram com a sua adopção de uma dieta à base de vegetais inteiros.

Mas dada a carga da insuficiência cardíaca como uma causa de morte principal, que costuma ficar progressivamente pior, e a generalidade da evidência até agora, uma dieta de base vegetal deveria ser considerada parte dos cuidados para insuficiência cardíaca.

E veja, já sabemos que pode reverter doença das artérias coronárias, e portanto benefícios para a insuficiência cardíaca seriam apenas um bónus.

Precisamos de boas estratégias para os profissionais de saúde apoiarem os pacientes com dietas de base vegetal.

Aqui estão algumas excelentes sugestões para pausar e reflectir.

Por exemplo, os médicos podem usar os modelos de prescrição do Plantrician Project e prescrever um ou dois bons websites...

Embora seja certamente verdade que muitas pessoas estariam resistentes a mudanças dietéticas fundamentais, é igualmente verdade que milhões de pessoas inteligentes motivadas para preservar a sua saúde estão agora a tomar medidas semi-eficazes que apenas lhes dão benefícios modestos - escolhendo carne mais magra, usar lacticínios com pouca gordura. Muitas destas pessoas não têm tempo nem o treino para realmente examinar por si próprias o que mostra a ciência.

Não merecem conselho honesto quando as suas vidas estão em jogo?

Quem quiser ignorar esses conselhos, ou aplicá-los apenas parcialmente, têm certamente a liberdade de o fazer.

Quero dizer, quer fumar cigarros, ou fazer bungie jumping? É o seu corpo, a sua escolha. Depende de cada um de nós tomar as nossas próprias decisões sobre o que comer e como viver.

Mas devemos fazer estas escolhas conscientemente, educando-nos sobre as consequências previsíveis das nossas acções.