"Será que os meus problemas são tão complexos assim?"
Olá galera, olá paulera, gente boa noite, que prazer estar aqui com vocês, sejam todos bem-vindos a mais esta Live, esse conteúdo que eu espero fazer uma entrega muito importante para vocês, um conteúdo maravilhoso e sejam todos bem-vindos, viu?
Quero agradecer o grande apoio que vocês estão dando, tanto no Portal Psicoemocional, como também o apoio que vocês têm dado nas lives que acontecem lá no Mente Feminina, o Portal está maravilhoso e eu gostaria de agradecer muito o apoio que vocês que são assinantes do Portal é fundamental.
Gente, olha eu fico feliz viu?
De saber que vocês estão aí aplicando muita gente, muita gente agradecendo, o grande aprendizado ao lidar com as suas questões emocionais e isso para mim é muito gratificante, então muito obrigado por você estar confiando nesse trabalho, que nós estamos reforçando aqui para mantê-lo dentro da maior responsabilidade, cuidado e cautela para que você tenha um conteúdo descontaminado, um conteúdo seguro dentro da psicologia. É um prazer portanto, estar aqui com você, né?
Eu quero agradecer também a grande aderência que está tendo né ao Dv7, tanto, nós temos a mais de 600 alunos que já cursaram Dv7 e temos já uma turma que está agregando aí para o próximo final de semana nós teremos o Dv7 1 e o Dv7 2, ele ocorrerá dia 27 e 28 de novembro o Dv7 1 que é na sexta e sábado, sexta à noite sábado de manhã.
E o Dv7 2 ele vai acontecer no dia 11 e 12 de dezembro, depois eu vou fazer um encontro para responder todas as perguntas que você talvez tenha depois do dia 11, 12 eu vou fazer um encontro online com todos os alunos, né?
Todos os alunos que cursaram o Dv7 2, então se você cursou Dv7 1 você pode cursar o Dv7 2, então e tem combo né, você vai fazer dois treinamentos, ou seja, 14 horas de treinamento por apenas aí R$ 280,00.
Então isso é muito barato gente, isso é muito barato muito mesmo, algo bem acessível e vocês têm aí depoimento de muitas pessoas, são mais de 600 alunos para você avaliar né, ter aí uma prova social de que realmente vale a pena, tá?
Eu quero agradecer aqui, falar aqui meu boa noite para galera que está aqui deixa eu ver...
Magnólia, Oi Magnólia,
Sheila, tudo bem Sheila?
A Sheila Porta,
Tatiana Cândido, muita gente,
Denny Miller, tudo bem Denny?
O Denny tudo bem aí?
Muito bem Denny, tá?
Tatiana Cândido Vilela,
Gilcilei, cadê o fundo da imagem?
Não Jucilei, aqui nós estamos aqui é substituindo aqui o fundo, nós estamos substituindo aqui algumas coisas,
Elizabeth, Janaína, muita gente aqui olha já temos aqui 173,
Eudênia, aqui a Dênia, gente eu quero pedir o like para vocês aí por favor, ajude esse pobre rapaz aqui através de um like, tá bom?
E eu quero agradecer também o pessoal que tá lá no Instagram e você que tá no Instagram você vai ter que virar o seu celular na horizontal por causa do tipo né, o modelo de transmissão que nós temos aqui, tá bom?
Então vamos lá Luidy, nós temos aí já quantas pessoas meu filho?
Instagram e tudo podemos começar né?
Já são 9:06, dá para começar a galera, né?
Deixa eu ver quem mais aqui...
Vanessa Shawnee, ansiosa para começar.
Ih, para que essa ansiedade Vanessa, muito bem, já dei meu like, olha aqui teve gente que falou que deu like ontem, como, que jeito?
Jailson Magalhães, tudo bem? É que no YouTube já tava a prévia. Ah, tinha a prévia, já mandou o like antes
Pati Gucci, tudo bem?
Muito bem, ok, e aí galera,
Eudésia tem muita gente aqui né,
Eudênia, a Marinalva aí tem muita gente aqui ó, quase 200 pessoas e quanto que tem no insta aí Luidy?
Já? Então tá bom, já deu mais de 300 pessoas, já estamos atrasados, vamos começar esse conteúdo aqui maravilhoso que eu quero transmitir para você, tá?
Então vamos começar aqui o nosso objetivo aqui, né?
Além do que eu ia falar para vocês do Dv7, do Portal e também agradecer a vocês aqui porque vocês estão compartilhando muito o conteúdo né, isso é uma coisa que eu quero agradecer ao Instagram muita gente está lá né, nós estamos agora com quase 25.000, não lembro ao certo e com quase 40 mil em todas as redes sociais, mas para mim é o seguinte, gente olha, o que importa para mim não é quantidade de seguidores são as pessoas que param para aprender, isso para mim é o que conta, como você por exemplo.
Então se aparece aqui por exemplo mil pessoas,
800, 700 pessoas isso para mim tem um valor absurdo porque são pessoas que param para me ouvir, param para aprender, param para investir em si mesmo, então seguidor se você quiser hoje você tem formas aí não apropriadas e que nem uso também de você encher o seu canal de seguidores, não que eles não tenham valor, seguidores tem valor no sentido de que agrega audiência né, gera autoridade, essas coisas aí do marketing, mas para mim o que importa mesmo é quem para para aprender, para lá, deixa eu escutar, deixa eu aprender, deixou aplicar na minha vida isso é o grande, a grande retribuição que a gente tem, né?
Muito bem, o que mais Luidy?
Tem muita gente né, quem fez o Dv7, o segundo módulo, tá explodindo aí, tá mandando muito obrigado, que bom, aí, aprendi conseguir lidar com os meus problemas, meus bloqueios, descobri qual é o problema na minha história de vida, então eu não acredito em receita pronta, né?
Eu não acho que um treinamento ou uma experiência de 14 ou 7 horas posso mudar uma vida, mas eu acredito que possa ser um caminho bem pavimentado para você descobrir como mudar isso ao longo do tempo, então é um conteúdo muito técnico, muito teórico, muito teórico e abalizado isso para mim é o que importa.
Então, talvez você não saia do treinamento já com uma receita pronta, não existe, mas você sai sabendo o que fazer né, então a gente tá idealizando até fazer um acompanhamento mais de perto da galera para poder ir ajudando eles a como aplicar isto da melhor forma, né?
Muito bem, então vamos lá.
O Luidy não deixa eu falar gente, eu quero começar a live, ele não deixa, ele fica aqui, me atazanando, fala Luidy.
Ah, sim, é, então tivemos que fechar os comentários para você ter uma visualização e uma retenção melhor, tá ok?
Muito bem, então vamos lá, eu quero agradecer vocês mais uma vez, né?
Então esse é o tema que nós vamos colocar aqui que é esse tema, muito bem, deixa eu só dá uma olhadinha aqui, então com esse tema é que vocês estão vendo aí, será que meus problemas eles são tão complexos assim?
Então esse é o ponto, será que meus problemas eles são tão complexos assim?
Bem, na verdade o que nós precisamos perceber é o seguinte, talvez você já tenha ouvido frases do tipo:
“olha, eu vou te dizer é uma longa história, eu tenho um problema que é uma longa história, ou então eu não sei nem como te explicar o que eu tô sentindo, sabe?”
Essa frase eu escuto muito no consultório né, porque que você está aqui?
“Olha eu nem sei porque que eu tô aqui, porque eu não sei nem por onde começar, eu nem dormi direito essa noite, eu quero te eu quero te contar, mas eu não sei nem por onde começar.”
Bem, é provável que você já deve ter ouvido muito, muito isso, né?
Você deve ter ouvido isso demais, então essa frase é comum a gente ouvi-las quando o assunto gira em torno de algum problema, algum sofrimento que a pessoa tem, que ela tá passando ou quando alguém pergunta como está a vida.
Como é que tá a sua vida?
Ih, nem sei, rapaz nem sei por onde eu começo, eu tô com problema aqui um problemasso, é aquela coisa absurda.” e a pessoa começa então superdimensionar e na verdade é que as pessoas têm problemas e sofrimentos que muitos não conseguem nem colocar isso numa proporção adequada, mas você já parou para se perguntar por que que é tão complicado falar dos nossos problemas?
As pessoas quando começam a falar dos seus problemas do seu sofrimento, ela pula de um assunto para outro,
“é que meu filho fez isso, e também minha sogra e o cachorro não sei o que, ah, deixa eu lembrar sabe aquele rapaz? Ele casou.
Aí então, mas voltando ao assunto a minha mãe tá assim,” então, as pessoas começam a falar dos seus problemas e elas não sabe nem sequer às vezes por onde começar e nada de errado nisso.
As pessoas não são culpadas quando não conseguem estabilizar, estabelecer ou talvez construir o seu problema de forma mais organizada.
Você talvez já se questionou por que que seus sentimentos né, o seu problema, o seu sofrimento, por que que às vezes aquilo que eu sinto parece tão inalcançável, parece assim meio inexplicável, é meio complexo a ponto que eu não consigo nem sequer verbalizar, eu não consigo nem verbalizar o que eu tô sentindo.
Você já se perguntou por quê?
Bem, existem razões para isso e o meu objetivo aqui neste conteúdo é te mostrar que muitos dos seus problemas, muitos dos seus problemas, do seu sofrimento, muito, parecem muito complexos, muito, mas poderia ser bem diferente.
Você poderia ver as coisas de forma muito diferente, talvez você diga: “Mas eu não consigo. É porque você não conhece, você não está na minha pele.”
De fato, eu não estou, mas conhecer o quanto as pessoas super, mega dimensionam os seus problemas, ah isso eu sei, eu já vi isso eu já fiz também.
Então antes de mais nada, é de extrema importância meu querido, minha querida, entender o seguinte, eu preciso que você entenda aqui uma coisa fundamental que você precisa entender é acreditar que seu problema ele é complexo, sim, é acreditar que seu problema é complexo isso já é uma limitação.
Então para começo de conversa se você acredita que o seu problema ele é muito complicado, pronto, agora você já estabeleceu uma limitação para você, você já criou um problema, ao ver o seu problema.
Então quando uma pessoa ele superdimensiona um problema ele não sabe o estrago, a desorganização que ele faz aqui dentro, isso já limita a partir dali a maneira que ele vai estruturar e a maneira que ele vai tentar resolver o problema que ele tem.
E por que que eu te digo isso, meu querido e minha querida? É por causa dessa crença, quando a pessoa ela tem a crença, o pensamento, o conjunto de pensamento, sentimento, comportamento e comunicação que nós chamamos de PSCC, quando a pessoa já tem esse PSCC de que o problema dela é um problema mega complicado, isso então faz com que a a condição, a estrutura ela começa entrar em confusão aqui dentro, a minha mente começa a entender que a coisa é real, que o negócio é feio, que o bicho é complicado mesmo.
E o corpo inteiro vai reagir assim porque ele entende que os problemas são inexplicáveis, complexos demais para serem resolvidos e aí a mente começa a acreditar que nós não vamos dar conta, e eu não vou conseguir resolver meus problemas então aquilo que você pensa, a maneira que você vê um problema pode facilitar as coisas aqui dentro ou você pode criar dois problemas, o problema externo e um problema interno.
E isso é cientificamente comprovado, então se um problema ele é insolúvel, sem solução, aí a pessoa pensa:
“então é melhor eu desistir dele, né? É melhor desistir.” Por quê?
Porque a mente ela entra numa confusão que ela fala assim: “não tem jeito viu, aquele rapaz lá não tem jeito, a minha vida não tem jeito, a minha situação não tem jeito.”
E chega alguém e fala: “será que não tem mesmo?”
E vai conversando com ela, pensando bem, tem jeito.
Por que que ele disse que não tem jeito?
Porque ele confundiu a mente dele.
A maneira que... a leitura que ele fez o problema dele, ele criou aqui dentro da cabeça dele um tsunami e a mente acreditou.
A comunicação que ele fez, a maneira que ele falou do problema dele ele piorou as coisas.
Então próxima vez que você falar que o seu problema é muito complicado não se esqueça que isso vai afetar a sua mente e daí a pessoa vai querer desistir.
E é fundamental você entender que essa limitação ela nos, ela diminui a nossa capacidade de resolver problemas, então a pessoa ela entra em pane, ela entra em pânico, em pânico ela começa achar muito difícil, por quê?
Porque a pessoa não consegue mais enxergar a realidade como ela é, é como alguém que está debaixo de muita pressão e ele não consegue prestar atenção nos detalhes, ele perde a concentração.
Então se você talvez tem a tendência de exagerar um pouco né, os seus problemas, você tem que prestar atenção que você está causando uma limitação e isso é algo comprovado cientificamente, porque quando alguém chega conversando com você a sua mente tem uma reação, mas se alguém chega correndo, gritando até porque tá feliz a sua mente entende que aconteceu alguma coisa, e de repente, você vai ver que a pessoa só tá comemorando.
Então aquilo que chega de uma outra forma aqui dentro causa uma reação de confusão.
“Aí, o que que foi, o que que você tá gritando?
Não, é porque eu ganhei isso, aí que susto, aí eu pensei que era...”
Então essa mesma reação é a mesma reação quando você pega um problema de um tamanho e você superdimensiona, a mente fala: “o que que foi?
Então tá bom, vou mandar noradrenalina, vamos aqui mandar dopamina, então vamos dilatar a sua a pupila dos olhos, preparar você para o pior bom.”
E as pessoas, eu já fiz muitas lives aqui no Portal Psicoemocional falando sobre algumas distorções cognitivas, então quando uma pessoa ele superdimensiona, ele é altamente dramático, é uma pessoa que coloca muita emoção no problema dela ela causa distorções cognitivas, o que que é isso?
A mente começa a torcer os pensamentos, aquilo que era bom fica ruim, aquilo que era leve fica pesado, aquilo que era apenas uma coisa de cautela agora fica extremamente perigoso, a mente reage a todos os estilos, absorve, e aí ela cria uma distorção e quando isso distorce a pessoa começa a sofrer. É por isso que às vezes o sofrimento é muitas vezes maior do que o próprio problema, por quê?
Porque a pessoa distorceu, ela conseguiu fazer isso.
E com isso uma das distorções, uma da duas né, é a maximização, a pessoa ela maximiza porque ela começou a ver o problema de uma forma catastrófica e daí a catastrofização.
Esses dois são erros cognitivos que acontecem em questão de segundos, quando você pensa que não seu coração está batendo assim de uma forma acelerada, você já tá olhando para um grande problema, você já começa a ter imagens mentais, pronto agora você está prontinho ou para ter uma crise de pânico, um desespero, uma pressão alta e um infarto.
E onde começou o problema?
Talvez o seu problema não é tão grande assim, aliás, o seu sofrimento talvez seja bem maior do que a realidade do problema e isso deve nos alertar, então quando a pessoa está nessas ambas distorções aí que você está vendo né, que é a catastrofização, a maximização, quando ele está vivendo essas duas coisas porque ele provocou isso e não é porque a pessoa é ruim, é porque a pessoa não sabe como fazer diferente, ela amplia demais as coisas, o que acontece é que esses problemas eles causam como se fossem defeitos, e faz com que isso pareça situação muito maior do que realmente ela é.
A nossa forma de pensar meu querido, minha querida, ela precisa ser e deve ser treinada.
Nós somos treinados de diversas formas, muitas formas, por exemplo, desde pequeno minha querida, meu querido, as pessoas nos ensinaram vários tipos de condutas de cuidado, cuidado pessoal com aparência por exemplo, você foi treinado a escovar os dentes, você foi treinado a tomar banho desde pequeno, cortar as unhas, como se deve comer, você foi treinado a se vestir e etc, etc, etc.
Você teve treinamento de princípios, de valores, você teve treinamento entre o que é certo e o que é errado, o que pode e o que não pode, mas e os cuidados psicológicos?
E a higiene mental?
Escovar o dente sim, como é que eu vou escovar meu subconsciente para que ele me dê sossego, o meu inconsciente para que me dê paz, como eu faço isso?
Como eu vou treinar a minha mente, o lado emocional, como eu vou treinar o hemisfério esquerdo e direito para que eles cantem uma música com harmonia e me deixe bem?
Essa é a pergunta que não quer calar, e é exatamente isso que faz com que você veja as coisas de uma forma mega, super, ultra dimensionada,
Então nós temos que partir do princípio que em algumas situações a mente ela nos engana, a mente meu querido, ela mente, uma parte da mente, mente, outra parte não e essa parte aqui mente ela não mente porque ela é ruim, ela mente porque ela não consegue não mentir, por quê?
Porque ela tem defeitos, ela é imperfeita e o que que eu tô falando?
Eu tô falando aqui do inconsciente, se você quiser chamar de coração, fique à vontade, ele é enganoso, traiçoeiro, quem pode conhecer?
Mas o coração também tem amor, tem bondade, tem altruísmo, então veja só, que o coração é uma fonte de traição e é uma fonte de amor genuíno.
Agora como separar uma coisa da outra, é aí que está a questão.
Como pode as coisas que vem em um só lugar ser separadas? É pela consciência? Sim.
Mas eu posso diminuir e eu posso treinar o meu coração, ou o meu inconsciente e subconsciente para que ele não fique me traindo, me colocando em gelada quando eu acho que vai ser uma boa e eu vou atrás do prazer, depois eu sinto culpa.
E é aí que isso pesa na maneira como eu vejo o meu problema e por que que eu tô te dizendo isso, meu querido, minha querida? É porque a realidade que nós observamos aqui fora quando ela chega lá dentro ela passa por alguns filtros e são esses filtros dentro de nós é que causam essa mentira toda dentro da nossa mente inconsciente.
“Tipo você é um lixo, quem você acha que você é, olha o que você fez não tá bom, ih, rapaz olha você cometeu aquele erro, aí, você cometeu aquela tolice, então você é tolo, aí, você cometeu um adultério?
Então você é adultero.”
Então a pessoa ela mistura o pecado com o pecador, eu não tô dizendo que isso é certo, tô dizendo que é errado, mas a mente inconsciente, os filtros fazem com que nós vejamos os nossos problemas maiores do que eles são.
A mente atrapalha você resolver os seus problemas e os meus também, não pense que eu não tenho que estar esperto também com essa parte inconsciente, esse lado emocional, essa parte do coração numa linguagem poética, numa linguagem bíblica, por exemplo, né?
O coração é traiçoeiro, quem o pode conhecer?
Então se você não conhece é inconsciente, você não conhece, por isso que tem coisas dentro de nós que não sabemos que existem dentro de nós, é por isso que somos traídos.
Então isso faz, esses filtros que nós temos dentro de nós faz com que o mesmo acontecimento por exemplo, mudança, mudou de cidade, terminou namoro, acabou um casamento, morreu alguém, situações inesperadas, são esses mesmos filtros que fará com que por exemplo, o término daquele namoro a pessoa fala: “graças a Deus, eu saí de uma gelada,” já a outra pessoa fala: “não posso viver sem essa pessoa.” qual é a diferença? Filtros.
E o que são esses filtros?
São padrões pelos quais os acontecimentos passam e geram significados.
Então são esses filtros que olham para os nossos problemas e nos desesperamos quando a coisa não é tão assim.
Então por isso que pessoas passam pela mesma situação, aquela mulher perde lá o marido porque foi embora, a outra também perde, as duas sofrem, mas essa aqui se recupera mais fácil, ela falar quer saber, eu acho que eu fui abençoada, sabe?
Aquele homem atrapalhava minha vida, se ele quis ir embora fazer o que, eu não queria, mas ele quis.
Já outra quer suicidar, porque ela acredita que ela não pode viver, ela chama o marido de oxigênio dela, é o meu oxigênio, né?
E aí morre sufocada.
Então é fundamental a pessoa entender o quanto que os filtros de pensamentos eles são potentes e faz uma pessoa tirar a própria vida, faz uma pessoa deprimir, faz uma pessoa entrar no transtorno de ansiedade, qual é? Filtros.
Os filtros fazem com que você olhe os seus problemas como sendo maiores do que eles são,
“ah, é porque você não tá na minha...”
Não, não, tô na sua pele, eu não tô na sua cabeça, assim como você também não tá na minha, e é categoricamente isso que faz com que nós caiamos em algumas armadilhas dentro de nós e essas armadilhas que nos prendem e provocam emoções que nem sempre são agradáveis como medo, a raiva e a tristeza.
O que é que cria essas três emoções dentro de nós, que são os vilões, medo, raiva e tristeza?
Medo, raiva e tristeza.
Medo, ansiedade, tristeza, depressão e raiva um transtorno agressivo?
Filtros.
São os filtros, são os padrões que temos dentro da nossa cabeça que precisam estar sendo revestidos o tempo todo, revestido por uma força que ativa a vossa mente, uma força que vai encapsular o seu autodomínio ou qual sua agressividade e segura as pontas ali e vem ali fortalecido por aquilo que você aprende, pelos seus valores.
Então além disso, são os filtros que podem fazer também com que nós tomamos decisões são muito boas porque a gente chega a conclusões distorcidas, ampliamos o nosso problema e aí tomamos decisões ruins, passamos mal, criamos um outro problema porque os filtros não resolveram o problema primário de uma forma correta, porque ele errou na forma de avaliar o problema, então ele era na avaliação, no entendimento e na solução, por quê?
Porque o filtro atrapalhou ele e com tempo ele entende que o problema maior não era o problema fora dele, mas o problema maior é o problema dentro dele que complicou o problema fora dele e isso gera um problema ainda maior, e qual é o problema ainda maior? É que nesse caso o problema cresce na imaginação da pessoa por isso que a pessoa ele vê uma situação, ele desespera e quem não tem aquele mesmo filtro, calma, calma, espera aí, deixa eu te dizer uma coisa, será que negócio tá tão sério assim?
E outra coisa, você pode fazer alguma coisa?
Mas na imaginação dele tem que fazer alguma coisa, senão fizer ele tá fracassando que se não fizer, fui mãe boa, não fui pai bom, ele começa a entrar em angústia.
E o que deixa ele em angústia talvez não é o problema, quase sempre não é o problema, mas é o filtro que faz ele olhar o problema como sendo uma coisa catastrófica, superdimensionada.
E o que acontece?
Aí entra alguns filtros por exemplo, como o ego infantil.
Por que que uma pessoa quando tem um problema às vezes não é tão sério assim assim, ele desespera, arranca os cabelos né, eu não posso nem arrancar cabelo mais né gente, mas quando a pessoa tem cabelo ele arranca os cabelos, desesperado, a pessoa faz aquela coisa toda, aquele berreiro todo, por quê?
Ego infantil.
Como assim?
Embora, a pessoa cresceu, tem 40 anos, ou sei lá quantos anos, mas a pessoa age como uma criança que leva um tombo e às vezes nem machucou nada, mas o tombo faz ela entrar em desespero.
A pessoa cresceu e o ego infantil ali, não foi desenvolvido.
Então ela tem um filtro de que toda vez que ela passa por dor ela entra em desespero, por quê?
Porque ela não cresceu aqui dentro, e ela tá errada?
Não, não é questão de certo e errado gente, é uma questão de saudável e nocivo, isso não é saudável.
A ideia não é criticar a pessoa que reage assim porque ela também não queria ser assim, ela queria ser diferente, mas ela entra em desespero por quê?
Porque age de uma forma infantil.
E é bom você entender que a gente pode até crescer, mas muitas vezes as nossas emoções elas não envelhecem, as nossas emoções elas são tão infantis como qualquer criança, então se a pessoa não trabalha isso ela vai ver os problemas dela com muito choro, ela vai fazer aquele drama e alguém vai achar que a pessoa quer aparecer, que a pessoa quer chamar atenção, não, ela sofre com isso, ela só não consegue ser diferente, ela não consegue ser diferente, por quê?
Porque aquele lado infantil dela não desenvolveu o filtro da infantilidade ainda faz parte dela, e ela desespera, faz um drama danado, não tem culpa muitas vezes de ser assim porque não treinou as emoções, treinou, ela treinou escovar os dentes, mas não penteou o cabelo do inconsciente.
Ela não sabe como cuidar do inconsciente, talvez nem você saiba, como é que eu faço?
Cuidar do meu inconsciente, o que que esse rapaz tá falando?
Cuidar, eu mal tô conseguindo cuidar da minha consciência, eu mal tô conseguindo calibrar ela para ela ficar saudável, bem treinada nos meus valores e princípios, agora eu tenho que cuidar do meu inconsciente?
Tem que cuidar, você tem que cuidar porque senão ele te passa o tapete, ele te dá um tombo que você perde o rumo, e pode ter certeza quando ele toma conta é a mesma coisa como cuidar do seu coração, você tem que cuidar do seu coração por quê?
Porque ele é traiçoeiro, ele te engana, mas pode ter certeza ele foi treinado, ele nasceu com defeito, ele foi treinado, que treinamento ele recebeu?
Para amar, amar, amar e para trair, trair, trair, seguir a razão, razão razão e seguir a emoção, emoção, emoção, um coração ele pode estar mais dividido talvez do que a pessoa imagine, o nosso subconsciente também.
E o que é subconsciente? É o pote das emoções, fica lá no sistema límbico, onde fica lá amígdala, hipocampo, tá ali, tá aqui, dentro faz parte do... faz parte da mente né, porque é uma parte abstrata, mente e cérebro são duas coisas diferentes.
Então, e por que que a pessoa complica e cresce na imaginação?
Porque o problema agora já não tá aqui fora ele passou pelo filtro, foi mega dimensionado e dentro da cabeça da pessoa a imaginação já fez o problema crescer, então esse conteúdo de hoje é será que os meus problemas são tão complexos assim?
Talvez não, mas você conseguiu ampliar ele, inflar ele de uma forma absurda que talvez você não conseguiu fazer diferente porque você não sabe fazer diferente.
Mas você pode aprender, você pode aprender. É como aquele marido que falou para esposa:
“você não sabe amar,” e ela olhou para ele e falou:
“então vou embora.”
Ele falou: “não, mas você pode aprender.”
Ela voltou.
Então talvez você não sabe como não catastrofizar, mas você pode aprender.
Talvez você não deu a oportunidade por quê?
Porque na sua mente a sua imaginação, gente, não brinque com a imaginação, a imaginação ela nasce do inconsciente, o nosso poder de imaginar está fortemente relacionado com a nossa memória afetiva.
Então quando eu imagino uma catástrofe, aquele problema agora eu preciso de pegar aquilo que diminui a imaginação, vou colocar ela no tamanho certo, como se chama?
Realidade.
E um dos maiores desafios é você trazer as suas idealizações, aquilo que você imagina e trazer para você medir com a realidade, olha, não é bem assim não, viu?
Você tá vendo a coisa aí, parece que seu problema tem um quilômetro, mas se você trouxer aqui para realidade, eu peguei aqui a fita métrica aqui ó, peguei a trena e tem só 90 cm, tá?
Senão os problemas se tornam maiores mesmo.
Mas por que que eu tenho essa imaginação?
Ah, por que que eu tenho... por que que os meus problemas parecem bem maiores do que realmente são? É por causa dessa nossa amiga aqui que é a amígdala.
Gente, não é essa amígdala aqui não, viu?
Que há pouco tempo uma pessoa assistindo um evento desses, disse ainda bem que eu não tenho esse problema, que eu já operei da amígdala quando era criança, não é essa amígdala né, da garganta aqui, é uma amígdala que tá no sistema límbico né, é uma amígdala junto ali com o hipocampo como eu já disse no sistema límbico que é a parte responsável pelas emoções.
E por que que amígdala então olha o que acontece com uma pessoa quando ela olha para um problema, um sofrimento que ela tem, como eu falei o marido foi embora, o cachorro que morreu,
Fulano o filho não quer seguir mais as mesmas ideias, os mesmos princípios e valores que você e você fica aí sofrendo horrores, por quê?
Porque sem perceber eu posso estar ampliando os meus problemas, então olha, eu vejo a situação, eu imagino que a coisa tá complicada, eu superdimensiono e esse pacotão é enviado uma mensagem quase que de WhatsApp é enviado lá para amígdala, ela recebe aquela mensagem catastrófica, o que que ela faz?
Ela manda um sinal lá para uma glândula suprarrenal acima dos rins e essa glândula suprarrenal recebe da amígdala e fala socorro, a coisa tá feia, então vamos ajudar o corpo aí joga aquela enxurrada de noradrenalina, de neurotransmissores aquela coisa assim absurda.
A amígdala desespera, ela cria um desespero e começa a soltar os alarmes,
“cuidado, olha seu filho vai fazer isso, cuidado assim, isso aqui assim,” aí a pessoa entra em desespero porque a amígdala ela aciona todos os alarmes do corpo.
Você entende quando você faz uma leitura errada de um problema?
Isso cria um desespero de alarmes na mente.
Não porque são maiores, não, mas por que nós pioramos com a nossa imaginação a mente humana não sabe a diferença entre real e imaginário, a mente humana inconsciente a parte do sistema límbico não consegue discernir a não ser que você avise ela e fala:
“calma, calma, não é bem assim não, eu mandei uma mensagem errada para você aí amígdala, calma, não manda nada lá para a suprarrenal ainda não, quem faz esse serviço as vezes é um amigo que vem fala:
“olha, calma, não é assim, você já pensou nisso?”
Aí a amígdala para, pensando assim deixa eu maneirar aqui.
Então percebe que entra uma questão de visualização, construção e a pessoa começa a criar uma catástrofe que envolve agora não é só imaginação, envolve química.
Você dispara o fator protetor no seu corpo que se prepara para enfrentar ou para fugir, mas por que que isto acontece?
E por que que eu tô te dizendo isso, meu querido, minha querida?
Por que será que isso acontece?
Como quebrar esse ciclo paralisante que chega uma hora que a pessoa fala:
“eu não sei o que eu faço, aí chama lá Fulano, telefona para Ciclano, eu quero uma visita para poder me orientar, aí, eu tô desesperado, minha vida eu não sei se eu mato ou se eu morro, como quebrar esse ciclo paralisante?
A questão é que a pessoa foca tanto na solução que ela nem entende o problema em si.
E essa é a frase mais importante desse conteúdo.
As pessoas focam tanto na solução que grande parte não foca na estrutura do problema, como é o problema.
Se acontecer isso, o que eu faço?
Agora vou fazer... ah, vou morrer, aí vou assim...
Então a pessoa já começa a focar nas reações, a pessoa foca na solução.
Você perguntar para uma pessoa assim quando você olha para o problema o que você pensa?
Eu vou ver como é que eu resolvo o problema.
Ah é? Então, tá errado.
Bom, quando eu falo errado gente, não é o melhor caminho.
Eu falo errado no sentido de que não é saudável.
Não é, o primeiro passo que é preciso dar antes de tentar solucionar um problema é ter uma atitude correta em relação ao problema, aquele conflito, as habilidades que nós possuímos para enfrentar de forma eficaz.
Então o primeiro passo quando acontecer um problema você tem pensar como eu vou olhar esse problema?
A maioria fala, meu Deus como que eu vou resolver isso?
Pronto ela já criou um desespero aqui dentro, como eu vou resolver não é o primeiro passo saudável, é como eu vou entender esse problema e nós não somos treinados muitas vezes para entender um problema, quando eu falo treinado eu tô falando de infância, tô falando de pai, de mãe, então importante mudar a visão que nós temos sobre problema, a maneira que você pensa de forma negativa sobre um problema vai afetar, isso vai dificultar a solução.
Por exemplo, quando eu olho para um problema nós temos uma coisa que nós falamos de reação semântica, e o que é uma reação semântica?
Reação semântica é quando eu reajo dependendo a palavra que eu uso, a construção da frase, a semântica.
Você fala gente, eu estou com um problema que eu preciso superar.
Quando a pessoa diz gente eu estou com um desafio que eu tenho que superar, sinceramente qual das duas que gera em você uma condição mais de coragem, de positividade? É eu estou com um problema ou estou com um desafio?
Claro que é com desafio, agora você quer subir de nível?
Gente, eu estou com um aprendizado para essa semana, agora você foi lá em cima,
Não, problema, problema tá complicado, gente eu tô com um desafio essa semana, opa que legal ó, você vai testar suas competências, gente eu tô com um aprendizado, puxa vida, você tá olhando para sua dificuldade como uma escola?
Tudo é semântica depende do que você fala e você pode notar que quando você fala problema você sente uma coisa e quando você fala desafio você sente outra e quando você fala aprendizado você sente outra.
Tudo é a maneira que você lê e você comunica, eu tô falando para você que é PSCC, pensamento, sentimento, comunicação e comportamento e isso vai ajudar a pessoa a maneira que ela olha o problema, eu não tô falando aqui, ai veja o lado bom das coisas, Alice no País das Maravilhas, veja o lado positivo, não, não tô falando isso, eu tô falando que a maneira que você lê o problema superdimensiona, vai depender dos filtros que você tem, são os filtros que faz os seus problemas crescer ou ficar no tamanho real.
Você quer ver todos os seus problemas resolvidos, eu também quero minha querida, meu querido, eu também quero que você resolva seus problemas, eu torço para que você resolva seus problemas, mas a ideia é você olhar como médico olha, o médico por exemplo, ele olha para um problema, você chega lá, o que que você fala?
Você fala o sintoma, tô sentindo isso, isso, isso, e isso, e o médico olha para o sintoma e fala, ah, já sei, e vai que é uma coisa um pouco mais séria assim né, uma dor no peito, uma coisa mais forte, ele fala eu vou te dar então... ele fala não, eu não quero saber desses sintomas, não você tá falando sintoma e febre eu não tô atenta a sua febre aos sintomas, eu quero ver o seu problema, estrutura dele, de onde é que vem essa febre, porque você tá com febre, onde está a infecção, eu quero exames, eu quero medidor de realidade.
Então nós às vezes olhamos nossos problemas olhando os sintomas, aí, gente que eu faço? Tô com febre.
Aí, eu tô com dor, aí eu tô assim...
Uma pessoa que ele tem uma visão maior e ele está treinado para isso ele vai entender não é se você tá com febre é porque você tá, de onde, há quanto tempo, a sua febre é de que tipo, ela vai e volta? Quanto?
Isso é uma pessoa que estrutura um problema, porque se ela desesperar e ela passar medicamento para você de uma forma indevida, ela pode mascarar o problema, ela tem que saber que tipo de antibiótico, é específica, é de amplo aspecto, vai pegar todo tipo ou tem que ser um direcionado para aquele problema no pulmão?
Então você foca nos sintomas, eu também, mas o médico não, ele estrutura um problema focando nas causas é por isso que quando uma pessoa sabe estruturar um problema ela não superdimensiona, então talvez será que os seus problemas são tão complexos assim? É o nosso tema.
Talvez o seu problema é que você talvez não consiga e não está sabendo estruturar os seus problemas, porque você fica focando no objetivo final e talvez você tenha esquecido de olhar para o problema, o problema e aí é preciso que antes de você solucionar um problema você precisa entender o problema.
Não fique tentado a olhar para uma solução, nós temos uma tentação para querer resolver, nós somos assim, aí como é que eu resolvo isso?
Você já quer acabar com o problema, mas você não entendeu o problema, você não pesquisou problema e por que que eu te falo isso?
Porque pode parecer complexo sabe por quê?
Porque onde não há clareza, há dor.
Se você tem um problema, mas quando você não tem clareza do problema, você sofre com problema e uma angústia por não entender o problema.
E aí você toma decisões porque você não entendeu a origem, a estrutura, a intensidade, quais são as peças, quem está envolvido, há quanto tempo, como isso começou, há quanto tempo isso está assim?
Quando você analisa, por que, por que que você sente isso?
Eu tenho um problema dentro de mim, um sofrimento, por que que eu sinto isso?
De onde que vem isso?
Há quanto tempo vem isso?
Onde não há clareza, há um superdimensionamento.
Em alguns casos a pessoa não consegue nem dar nome ao problema dela, o que que você tem?
Aí, um trem dentro de mim, um troço, um negócio, aí tem um monstro dentro de mim, porque não tem clareza e o mesmo acontece em nossa vida.
Então ter clareza do seu problema e não saber resolver problemas, saber resolver problemas é o que nós mais escutamos, mas a clareza do meu problema quando você tem clareza de um problema você tem 50% do seu problema resolvido, porque o problema você começa a resolver ele quando você passa entender ele sem tomar nenhuma medida de solucionar o problema, assim como médico não receita nada, ele fala o seguinte, você faz esse exame, eu vou te dar remédio para dor, faz o exame e volta aqui depois de amanhã, tá bom?
Porque não posso te dar remédio, tenho que saber o que que você tem, eu tenho que estruturar o seu problema, eu tenho que levantar as peças para mim olhar e falar pronto, achei o seu problema tá aqui ó, tá no fígado.
Esse é um médico responsável, então o que falta às vezes é clareza.
Sem clareza sobre os nossos problemas eles parecerão complexos demais.
Então eu quero falar com você aqui algumas coisas que podem ajudar você a clarear para você não ficar achando que os seus problemas são complexos demais, gente eu não tô falando que você tá exagerando, que não dói tanto nada não, isso é só uma injeção, você tá agindo como se fosse uma cirurgia, eu não estou menosprezando a sua dor, eu tô falando que talvez a sua dor ela pode ser enorme, mas talvez não, ela não é dimensionada, ela não é compatível com o seu problema e nem estou condenando cada um tem a sua dor, quem sou eu para medir a sua dor, mal consigo medir a minha, tô tentando, às vezes eu consigo, mas isso vai fazer com que o seu problema não pareça tão nebuloso, o quê?
Clareza, clareza.
E da onde é, então como é que eu começo a entender meus problemas?
Bem, na verdade nós superdimensionamos, e acha que é muito complexo porque não é um problema que é complexo, é eu que estou complexado.
Não é o problema que é complexo, sou eu é que sou, ou se você quer chamar de complicado, fique à vontade, eu não me atrevo.
E de onde é que começa isso?
Porque muitas vezes a maneira que nós vemos os nossos problemas são afetados, sabe porquê? É afetado pelas nossas memórias.
As memórias afetam a maneira que vemos os nossos problemas, isso é fundamental você entender, por quê?
Porque a vida tem a sua realidade, a realidade ela está aí para todos, a vida ela é real, a vida é a mesma para todo mundo, mas as situações materiais que a gente vê aí elas são diferentes para cada pessoa, cada pessoa olha para a realidade e ela constrói conceitos dentro dela que não deixam de ter um pouco de particularidades, isso afeta muito.
Por isso que a mesma pessoa, pessoas que passam pelo mesmo problema, as duas reagem diferentes, por quê?
Porque ela tem uma memória diferente, ela aprendeu coisas, ela viveu coisas, que ela acha, ela tem um construto dentro dela, ela tem um arquivo dentro dela que convence ela que ela não pode ficar sem aquela pessoa, é o oxigênio dela.
Já a outra pessoa teve uma estrutura e passou por outras experiências, ela tem um tipo de memória que ela fala assim graças a Deus eu tô livre desse problema, vou sofrer um pouco porque eu amo essa pessoa, mas eu tenho certeza que em tanto tempo eu levanto a minha vida e volto a ser feliz.
Qual é a diferença?
Memória.
São as memórias que geram crenças e são as crenças que geram pensamentos, são os pensamentos que geram sentimentos e são sentimentos que geram comportamentos e são os comportamentos que gera comunicação e a comunicação gera a identidade, a identidade gera escolhas, as escolhas geram definições e as definições criam a sua realidade.
Tudo começa nas memórias.
E se não bastasse isso, todos nós temos uma realidade interna e essa realidade interna meu querido, minha querida, e o que é uma realidade interna?
Bem, a realidade interna é o que você viveu na vida afeta, tudo o que você viu, sentiu, tudo que você experimentou, tudo que você ouviu, viu e sentiu, através do tato, olfato, tudo que você viveu isso criou dentro de você uma realidade interna e essa realidade interna afeta três olhares seu e meu, isso afeta a maneira que você vê o mundo, a maneira que você vê as pessoas e a maneira que você se vê.
Por isso que tem gente que nasce na mesma casa e ela é uma pessoa que fala eu gosto do meu jeito, é claro que eu tenho que melhorar, já uma outra pessoa que nasceu da mesma mãe fala, eu olha se tiver um grupo aí de autoestima se pedir para dar o nome do grupo eu falo, eu sou péssima, esse é o nome do grupo, e saiu da mesma barriga.
Ah, porque o ensino foi diferente, não, nem sempre, é que a que a maneira que a pessoa absorveu aquilo a realidade interna dela é diferente, ela se acha um lixo a irmã dela não, elas viveram coisas diferentes, como? Na maneira de ver o mundo, as pessoas e ela mesma.
Ela tem um RI diferente.
E meu querido quando você olha para um problema você precisa de um triângulo e esse triângulo ele é formado por realidade interna, ele é formado por memória e ele é formado por conceitos, por crenças.
Então por que que eu faço um problema ficar maior?
Por causa da sua realidade interna.
Ah, então eu tô roubado porquê...
Não, você pode mudar isso, você pode mudar o RI, a maneira que você vê o mundo, as pessoas e si mesmo, você pode mudar a sua memória, aí não, essa não, agora foi difícil, mudar memória?
Sim, mudar ela de lugar.
A nossa mente é como um copo nós temos memórias que ficam em certo nível, quando você vai colocando novas memórias como esse evento aqui, esse conteúdo você vai jogando as memórias que não são tão agradáveis para baixo, você não consegue apagá-la, mas você muda ela de lugar e quanto mais fundo ela ficar mais inacessível ela será.
Aí, eu posso mudar meus conceitos?
Pode, então você pode mudar muito você, você pode mudar a realidade interna, você pode mudar sua maneira de ver o mundo, as pessoas, a si mesmo e você pode mudar a sua memória de lugar e você pode mudar também suas crenças, quando eu falo crença não é uma conotação religiosa e espiritual, é uma conotação cognitiva.
Exatamente isso, essa realidade interna e exclusivamente a nossa ela é afetada muito e muito pelos diversos estímulos que recebemos, tudo que estimula somente, tudo no decorrer da vida cria esse triângulo dentro de você, realidade interna, memória e crença, realidade interna, memórias e crenças isso aí são exatamente isso que descreve toda aquela ficha até você chegar na pessoa que você é hoje.
Então para que o seu problema e o seu sofrimento ele tenha um impacto menor sobre você talvez para você entender a estrutura de um problema você vai ter que entender primeiramente a maneira que você olha para sua história.
Eu vou citar um exemplo, se os pais de uma pessoa na infância sempre negaram atenção, é claro que essa pessoa vai crescer obcecada para provar o valor dela, então quando ela tem um problema ela vai superdimensionar para quê?
Inconscientemente, gente eu tô com problema aí, mas eu vou resolver, aí quando ela resolve ela fala sabe aquele negócio que eu te falei?
Rapaz, olha aquele problema lá foi absurdo, mas graças a Deus eu resolvi, deu trabalho, mas comigo é assim.
Por que que ele é assim?
Por que ele é arrogante?
Não, ele tem uma sede de mostrar que ele sabe fazer as coisas, mas ele teve que pegar o problema dele e fazer ficar uma coisa assim ó absurda, para ele mostrar serviço, mas ele tem consciência disso?
Não, não tem.
Ele acredita que o negócio é sério, ele não tá mentindo, fazendo assim, não é assim, mas eu vou dar uma... só para mostrar que... não, não, só que não é aquilo, não é daquele tamanho, mas ele acredita que é, ele precisa acreditar para ele provar que ele tem valor.
E isso não é arrogância isso é carência muito pelo contrário.
Então a pessoa se sente como se as pessoas estivessem assim o tempo inteiro, diminuindo, menosprezando, é por isso que se cobra de uma forma desproporcional.
Por que que uma pessoa cobra demais dela?
Então onde há um excesso, há uma falta.
Uma pessoa que se cobra muito, provavelmente ela tem uma baixa autoestima, ela se cobra tanto para ela provar para ninguém que tá perguntando se ela tem valor.
E por que que eu tô te dizendo isso?
Porque ela superdimensiona os problemas.
O mesmo acontece uma pessoa na infância por exemplo, ela sofreu aquilo que mais arrebenta o ser humano, exatamente isso daqui rejeição.
Poucas coisas arrebentam uma pessoa como rejeição e pode vir daí o seu medo de ter conversas difíceis, aí a pessoa tem um problema lá com a outra pessoa,
“aí você não quer ir lá falar com ela?
Eu não, aí pelo amor de Deus, eu não vou não, eu não vou porque, aí não vai funcionar, sabe já tentei, mandei carta não resolve e tal, tal, tal,” aquela pessoa que tem dificuldade, aí todo mundo olha e fala assim:
“aí, essa pessoa é orgulhosa.”
Será?
Ela não vai porque ela tem medo de tentar e a pessoa acabar com ela, ela não suporta rejeição, ela tem medo que o seu chamar ela disso, disso e disso e ela pensa assim:
“ah, gente não vou aguentar não.”
Ela tem medo, não é da pessoa, ela tem medo dela, ela tem medo de ser rejeitada, por isso que ela não vai lá, ela não acata o conselho, às vezes vai lá resolve, tá aqui ó, você e ela.
“Ah, mas ela tem que acatar.”
Ela vai tentar, mas ela vai sofrer, mas quando ela começa a analisar porque que esse problema falar com a outra pessoa eu tô colocando numa dimensão mega, eu tô super, o problema está em mim, então será que os meus problemas são tão complexos assim?
O problema externo talvez não seja tão completo, mas eu consigo aumentar a complexidade dele por causa do meu problema interno, porque eu fui rejeitada.
E quando eu descubro que isso é o que afeta, eu falo: “aí, então quer dizer que se eu mexer nisso agora falar com a outra pessoa é mais fácil.”
Porque você suporta uma rejeição, aliás você já suporta isso há muito tempo de porta em porta é só você olhar para aquela pessoa como se fosse uma moradora, se ela me rejeitar eu já tô treinado.
Então quando você aprende a lidar com a rejeição aí você abre aquele problemasso vai para o tamanho certo, então por que que a gente superdimensionar um problema?
Porque nós temos um problema interno maior do que o externo.
Isso faz sentido para você?
Por isso talvez seja o medo de confrontar outra pessoa em uma conversa aberta e transparente é que faz a pessoa não ir, talvez seja o medo dessa pessoa, eu não vou falar com a pessoa senão ela vai embora, o medo de perder que também uma rejeição, não é só o medo de acabar comigo, aí a pessoa vai embora.
“Aí, eu não vou falar porque vai que a pessoa vai embora, eu vou morrer, eu não suporto você abandonada,” porque abandono também é uma rejeição, é uma forma de não te quero, tô indo embora.
Isso quer dizer então, onde é que tá a raiz do problema externo?
Não é no problema externo, eu superdimensiono por causa de um problema interno e aí as memórias estão muitas ali estão guardadas em nosso inconsciente e sequer nós sabemos que elas existem no dia a dia e como é que elas nos afetam.
E aí você diz: “ah, mas fica voltando ao passado não é legal.”
Depende o que você quer fazer lá, se você volta lá para sofrer é bom que não vá, mas às vezes eu preciso voltar nos significados que eu dei, para coisas que aconteceram lá atrás eu preciso consertar o mundo dentro de mim a medida que eu consigo, de uma forma segura e você acessar os conteúdos que estão no inconsciente foi-se o tempo que isso era um mito e era uma coisa que gerava medo, depende do que você usa, existem formas seguras, conscientes e formas que não são científicas e que não são tão garantidas assim.
Por isso qual é o segredo então?
A pessoa precisa se conhecer, meu querido, a pessoa tem que se conhecer, eu tenho que conhecer, aliás, você já faz isso quando você percebe que você é orgulhoso e você tem que trabalhar isso, você só faz isso quando você passa a se conhecer.
Uma pessoa só reveste de autodomínio quando ele se conhece, ele vê que ele tem um problema, isso é autoconhecimento.
Eu começo a fazer uma autoanálise eu vejo que eu sou orgulhoso, olha isso é o conhecimento.
Como é que eu descobri isso?
Porque eu passei a me conhecer, o mesmo acontece com as minhas questões emocionais, com a minha tristeza, eu preciso conhecer minha tristeza, raiva e medo.
Eu preciso conhecer o tamanho do meu medo e por que que eu tenho medo, o que que a minha mãe me falava cuidado com o bicho papão, olha faça isso senão Deus não vai gostar de você, ele vai te abandonar, você vai morrer.
Por que que eu sinto tanto medo?
Porque eu aprendi a sentir medo.
Eu preciso sentir amor, eu preciso sentir amor.
Eu tenho que ser assim, ter um medo saudável, um temor saudável, saudável.
Eu tenho que descobrir de onde vem os meus medos, de onde vem esse excesso de justiça, esse excesso de querer tudo no lugar, de onde é que nasce o meu perfeccionismo?
Porque é tudo isso que faz os meus problemas se tornarem maiores do que são.
A gente precisa se conhecer gente, para entender os nossos problemas,
“ah, mas isso daí precisa de você fazer uma terapia, assim, assim,”
Não, talvez não, talvez não, e ninguém aguenta isso, não é?
Bancar isso,
Isso é alcançável para muitos, quando também até que ponto isso para você alguém vai tirar de você algo que não consegue colocar no lugar, são seus valores.
Porque é só entendendo os nossos problemas é que podemos solucionar.
Eu tenho que entender primeiro a estrutura de um problema, isso simplifica os problemas.
Então como que eu posso agora externamente, agora que eu descobri, olhei para minha história, eu comecei entender por que que eu sinto tanto medo, por que que eu sinto tanta tristeza, por que que eu sinto tanta raiva, com exceção dos fatores de neurotransmissores que são fatores químicos, às vezes a pessoa sente tristeza não por causa da história, mas porque ela tem pouca serotonina é uma questão biológica, é uma questão do funcionamento de neurotransmissores dela, não tem nada a ver com traumas e bloqueios tem a ver com a química dela, assim como o diabético precisa de insulina uma pessoa que tem uma tristeza patológica, uma tristeza que ela nasceu, uma tristeza congênita, uma depressão congênita, então ela precisa de medicamento, não é só uma questão de analisar a história, mas ela já nasceu com um problema e piorou com a história.
Pergunta para qualquer psiquiatra de onde vem a depressão?
Ele vai falar de três motivos, você herdou um pouco, então é congênito, ok?
Você aprendeu isso no meio que você... que você viveu, afetou você e os seus desafios atuais, três coisas, essa é a origem da ansiedade e qualquer doença.
Então pode ser que a pessoa nasce e o problema dela fica mais complicado porque ela não cuidou, é claro, você não sabia como fazer isso e nós já fazemos isso, então temos que entender a equação da vida, a equação do nosso interno.
Temos que entender isso, resolver as coisas dentro de nós entendendo primeiro o que que é multiplicação, o que que é adição, o que que é subtração para a gente entender a equação dentro da nossa cabeça, aí sim, talvez você vai parar de superdimensionar os problemas e também o seu sofrimento.
Então a gente tem que simplificar, não é só a vida, a gente tem que simplificar a mente, simplifique a sua vida, viva com menos, é isso.
Então agora eu te digo simplifique a sua vida e simplifica a sua mente, sua maneira de pensar e descubra por que que você tem uma mente tão complexa.
Ah, porque a mente é complexa, mas talvez eu tenha piorado aquilo que já não era tão fácil assim, a minha história de vida ela pode ser lida, é uma história, eu posso compreender a minha história de onde vem tanta raiva, raiva oculta, medo oculto, tristeza oculta, tudo oculto, então entenda no seu problema onde é que tá os parênteses o que que é multiplicação, divisão, adição, subtração, qual é a minha equação?
E algumas perguntas podem ajudar você chegar lá, então quando você quebra um problemão em pequenos probleminhas isso faz... vira sub problemas, agora você vai dividir por etapas, isso não vai aparecer mais um monstro, vai parecer algo pouco mais simples, eu já entendi, eu já entendi que a minha raiva aconteceu por causa do meu pai que era alcoólatra, por causa daquele abuso, agora eu sei porque que eu sinto raiva, eu não tive um pai, agora eu entendi que agora... por isso que eu não suporto a frustração, então tem que mudar, as pessoas podem fazer coisas erradas, por que que pode?
Porque é uma escolha, meu pai pode beber por quê?
Porque ele escolheu fazer o que é errado e eu acreditei que eu não suporto, agora eu até entendo que eu suporto uma pessoa fazer coisa errada, porque eu não posso fazer nada e outra coisa, eu baixei minha expectativa, eu já não espero muito mais do meu pai, pronto, eu acredito que ele pode, porque ele quer, eu acredito que eu suporto isso, porque eu não posso fazer nada e eu já não espero muita coisa, pronto, agora eu aprendi a lidar com a raiva por quê?
Porque eu descobri de onde ela veio, então meu pai que era um problema assim, um monstro, agora eu olho e falo quer saber, eu passei a ter até dó dele, porque que mudou?
Porque eu mudei aqui.
E como é que você mudou?
Porque eu entendi a minha história. É importante ter em mente três perguntas e essas três perguntas quando você olha para dentro de você para aprender olhar os seus problemas externos, então agora que você estruturou o problema, agora você tem que aprender a perguntar o que que eu quero para resolver esse problema?
O que eu quero à resolver esse problema dentro de mim e fora de mim?
O que que eu quero hein?
O que que eu vejo dentro de mim?
Então a coisa mais importante é o quê? não, essa é a menos importante, é a menos importante, o que você quer quando você olha para dentro não é mais importante, o que não é e é importante, mas não é mais, depois do que você tem que pensar como eu quero chegar lá dentro de mim?
Mas a pergunta mais importante é porque você quer fazer isso?
Quando você tem um porque, e esse porque é correto ninguém te segura.
O que é importante? É, e o como? Também e o porquê? É mega importante, por que que você quer mexer naquele assunto dentro de você?
Por que que você quer consertar isso?
Isso tem que estar bem claro para você, clareza, clareza, como nós vimos no começo dessa Live, então somente assim que você vai poder agir de uma forma não exorbitante, uma forma tão catastrófica assim, você vai aprender olhar a realidade interna para depois olhar realidade externa, aí você fala: “aí, mas isso é muito difícil, gente que coisa complicada.”
Pois é, fazer uma casa também não é tão simples,
Você já parou para pensar que é um tijolo em cima de um tijolo? É, a casa começa em um tijolo, um tijolo, a casa fica pronta.
“Aí, mas é difícil,” mas tem horas que você não tem dois caminhos, você tem um caminho e ainda mais se isso afeta sua vida, sua felicidade, então por exemplo, se você tá com medo de ter uma conversa difícil com a pessoa para resolver um problema, não alimente pensamentos de que vai ser impossível, vai e conversa com a pessoa, depois você trabalha e descobre o seu problema, depois você vai tentar dar o segundo passo, o fato é que para gente resolver os problemas nós precisamos aprender que nem sempre os nossos pensamentos estão certos.
Nós somos meio exagerados gente, às vezes, e outras vezes a gente minimiza problemas que deveriam ser vistos com mais seriedade, e o que é que faz uma coisa séria ficar simples? É a mente que engana, a coisa é séria, isso aí é coisa à toa.
Não é não, então é um desequilíbrio, coisa que deveria ser vista com mais seriedade é visto como se não fosse nada e coisas que tá assim não é daquele tamanho a pessoa superdimensionar.
O que é que faz isso?
Filtros, realidade interna, memória e crenças, é o triângulo, são essas três coisas que fazem uma pessoa entender melhor quem ela é porque ela age daquele jeito.
E por fim nós podemos praticar resolução de problemas em oito etapas, depois, agora que você pronto, fez uma viagem interna e parou de dimensionar agora você não fica aí sofrendo porque você sofre menos porque agora você entende um pouco melhor você, porque você construiu, bem, então agora você tem condições de fazer exatamente aqui esses oito passos ó, você vai identificar um problema organizando os seus pensamentos e buscar na realidade qual é de fato o problema, você vai aprender a observar dentro de você e fora de você como que esse problema se manifesta, o que que você sente, quando você sente, qual o nome do sentimento, observação interna e externa.
Quais são as consequências, quais são as características, depois você vai aprender a analisar que é o terceiro, você vai descobrir quais são as causas internas e externas do seu problema e depois você vai para o quarto que é um plano de ação, você vai traçar pequenos passos diários, que encaminha você para a solução definitiva ou uma solução de controle do seu problema já que talvez ele não tem uma solução definitiva pelo menos por enquanto.
E daí, você faz um plano, vai para ação, você cumpre cada um dos pequenos passos, pouco a pouco, um de cada vez no plano, ali na ação já propriamente dito, depois você faz uma verificação para ver se você está progredindo tanto quanto a sua meta interna.
Eu quero diminuir minha tristeza, diminuiu?
Agora eu tô menos triste, aí eu quero diminuir o meu medo, ai que legal gente não tô assim, mas melhorei, tá?
Quanto? Ah, o meu medo era 10, e agora tá 4. Ótimo.
Então você vê quais foram os resultados das suas ações, você se saiu bem, está se sentindo melhor, você descobriu o seu problema ou parte dele, você pode ver no que você poderia ter agido melhor, quais são os bons comportamentos que você deseja agora repetir e chega no sétimo você agora criou um padrão, por quê?
Porque agora você tem uma memória bem construída, você tem crenças bem calibradas e consequentemente depois que você tem tudo isso você tem uma realidade interna em que você vê o mundo, as pessoas e você de uma forma um pouco mais saudável dentro dos seus padrões de princípios e valores.
Você encontrou o padrão?
Agora você tem que repetir,
Repita, repita, repita, aquele padrão, padrão correto de acordo com seus princípios, repete, repete, repete e isso vira um hábito depois de 66 a 70 dias, não 21 dias, mas depois de quase três meses, agora sim você tem uma nova pessoa dentro de você. É fácil? Não, tem receita de bolo?
Não, mas para tudo na vida há um método tem método até pra fazer coisa errada gente, primeiro você olha, depois você prepara, aí o coração é tomado, tem o passo a passo para você dar luz ao que é errado, tem método para tudo.
Então, então você também precisa descobrir como você funciona, o seu padrão, e realmente no final você chega na resolução dos problemas e assim você se torna habitual o seu bom comportamento que você mesmo construiu com o esforço e repetição, então a pessoa precisa de repetir, é repetição, velocidade e impacto emocional, quando você pega um hábito uma coisa né, ali um padrão, você criou um novo padrão, você repete, repete com velocidade e você se emociona com isso, pronto, agora você construiu uma nova estrutura interna.
E finalmente você chega à conclusão, aqui você enxerga finalmente como o seu problema que parecia tão complexo estava apenas esperando para ser resolvido desde que você coloque ele na dimensão correta.
E para isso é com muito prazer que assim como eu fiz, é pensando em todo esse conteúdo de hoje, de domingo passado, é que eu peço licença para mostrar para você aqui como você pode lidar com seus problemas na prática.
Então nós teremos o Dv7, o que eu falei aqui é muito pouco do que você vai poder aprender, viu?
14 horas, eu falei com você aqui uma hora, então tudo que nós falamos aqui ele será aprofundado, tanto no primeiro como no segundo, então o conteúdo de domingo passado e esse conteúdo foi na verdade um resumo bem superficial, panorâmico, do Dv7 1 e 2.
Aí você fala,
“aí, ele queria vender.”
Então, pois é, eu também tenho meu meio de vida, então, mas o que eu quero é te ajudar porque por exemplo, esse conteúdo aqui eu não vendi para você e você deve ser tirado proveito, mas se você quiser aprofundar então aprofunde, então venha, traga sua dor que eu vou tentar ajudar você colocando em suas mãos ferramentas para isso.
Exercícios práticos exercícios, exercícios que você vai sentir como você pode de forma segura, né?
Eu não trabalho com regressão, eu não trabalho com hipnose, eu não trabalho com nada disso, e não tem nada a ver com misticismo, com conotação religiosa, nada disso.
Eu trabalho sim com técnicas que podem fazer você trabalhar em cima de memórias, pensamentos padrões ou crenças e sim a sua realidade interna.
Eu quero que você pense nisso se você não precisar é melhor, é sinal que você tá muito bem, mas se você precisar venha, é só você entrar no perfil do Instagram, se você clicar em cima do meu perfil, da fotinha lá, você já cai na página de inscrição ou você pode ir no Stories, lá tem arrasta para cima e quando você arrasta para cima ou você pode entrar também nessa página aí olha, garanta sua vaga www.dv7.com.br, lá você pega a ficha de inscrição, você pode adquirir por R$ 280,00 os dois treinamentos, para você ter uma ideia no mês retrasado, mês passado, aliás, esse mês, um treinamento de um dia só, de 7 horas as pessoas pagaram R$ 219,00 os últimos né, os primeiros pagaram 197,00, 167,00 você vai pagar R$ 280,00 para ter os dois treinamentos, eu tenho certeza que o conteúdo não vai te decepcionar.
Ah, vai mudar sua vida?
Eu não sei, eu acredito que não, eu acredito que vai te dar ferramentas para você começar uma jornada e lá na frente eu acredito que você vai mudar sua vida, mas o treinamento em si não, ok?
Gente é um prazer estar aqui com vocês, muito obrigado, eu respeito muito vocês, né?
Vocês dando atenção para mim aqui uma hora e vinte de bate-papo, eu espero que tenha compensado você estar aqui.
Eu quero agradecer Luidy quantas pessoas?
O total? O pico?
Eu quero agradecer quantas pessoas?
650 aparelhos que estiveram presentes aqui, eu agradeço muito vocês, quero que vocês pensem muito nisso, tá bom?
E eu quero agradecer muito, muito mesmo a todos vocês que prestaram atenção, tiraram o seu tempo, estava aqui conosco, muito obrigado e eu desejo um boa noite, e vejo vocês na segunda-feira, quem tá no Portal para um novo tema dentro do Portal, gente um grande abraço, tudo de bom, muito obrigado e boa noite a todos.
