6 ERROS COMUNS NA DIETA LOW CARB | PARE DE ERRAR E EMAGREÇA JÁ! | Senhor Tanquinho
Olá, Tanquinho!
Olá, Tanquinha!
Sejam muito bem-vindos a mais um vídeo aqui do nosso canal!
E hoje a gente vai falar sobre os seis erros mais comuns de quem inicia uma dieta low-carb.
Já deixa o seu like aqui nesse vídeo se você se interessa pelo assunto e se inscreve no nosso canal também, se você ainda não fez isso.
Nós temos uma dica e uma receita todas as semanas, segundas e quintas, para você!
Agora que você já curtiu – você curtiu, né?
Curtiu, né?
– então vamos lá para os seis erros comuns da dieta low-carb.
Erro #1: Comer muitos carboidratos.
A gente já pode considerar uma dieta low-carb uma ingestão de carboidratos líquidos em torno de 100 a 150 gramas, até porque isso é bem abaixo do padrão da dieta ocidental, que é por volta dos 200 a 300 gramas de carboidratos por dia, que é um absurdo.
Mas muita gente, quando quer emagrecer, de preferência ingere um pouco menos de 100 gramas e consegue resultados excelentes com quantidades por volta de 50 gramas, por exemplo, ou até menos que isso.
E aí já entra naquele negócio que nós podemos chamar de dieta Cetogênica.
Na verdade, se você ingerisse poucos carboidratos, 50 gramas e tal, se a sua principal fonte de carboidratos forem vegetais de baixo amido igual salada, legumes, folhas verdes, berinjela, abobrinha, abóbora, etc., etc., etc., você não precisa nem ficar contando quantos carboidratos você come ou não porque já é difícil você extrapolar uma quantidade muito grande de carboidratos, se eles forem a sua principal fonte.
Isto é, não precisa pesar a sua salada.
Agora, por outro lado, o resumo dessa dica é o seguinte: essa é uma dieta de baixos carboidratos.
Se você não teve que fazer uma diminuição consciente de carboidratos do que você já comia, então ou você já fazia uma dieta low-carb e não sabia; ou então você não está fazendo uma dieta low-carb.
São as duas únicas opções.
Erro #2: Comer muitos poucos carboidratos.
Eu sei que essa dica pode parecer estranha numa dieta low-carb, até mesmo contraditória com a nossa dica anterior, que era de que as pessoas comem muito carboidratos, mas um erro comum é que as pessoas acabam fugindo de toda e qualquer fonte de carboidratos e isso não é o ideal.
Especialmente se você acabar fugindo de legumes e verduras de bem baixo amido, como saladas, legumes refogados, que nós sabemos que são super ricos em micronutrientes, em fibras e, apresentam muito pouco carboidrato.
Inclusive nós vamos deixar um vídeo aqui embaixo para você assistir depois que esse acabar, falando sobre a importância de ingerir esse tipo de vegetal, inclusive num contexto de dieta Cetogênica, que é aquela dieta com a menor ingestão possível de carboidratos.
Mas você assiste aquele quando acabar esse aqui.
Primeiro a gente tem que explicar para você que o importante é você estudar e entender que os carboidratos não são todos iguais, até porque as pessoas que não sabem muito acham que brócolis, batata e arroz são todos carboidratos.
E, de fato, eles talvez sejam, mas em 100 gramas de brócolis a gente tem quatro gramas de carboidratos digeríveis; de batata, 22 gramas de carboidratos digeríveis a cada
100 gramas e 100 gramas de arroz cru, 73 gramas de carboidratos digeríveis.
Ou seja, de quatro para 73 tem muita diferença.
Só que a maioria das pessoas que não sabe o que está fazendo, não estudou, não viu os vídeos do nosso canal, acham que é tudo carboidrato e tem que tirar tudo da alimentação.
Bom, o que a gente quis dizer com essa dica é que você não precisa reduzir todos os tipos de fontes de carboidratos da sua alimentação.
Você vai excluir, sim, algumas; principalmente aquelas muito concentradas em carboidratos como farinhas, açúcares, enfim, esses carboidratos refinados; também vai excluir os grãos como o arroz – que o Guilherme falou –, o trigo, a aveia, que são concentrados em carboidratos.
Mas deve manter fontes boas de carboidratos, aquelas com bem poucos carboidratos e bastante fibras e micronutrientes como os vegetais de baixo amido, como o brócolis que o Guilherme falou.
Inclusive nós vamos deixar um presente para você aqui na descrição, para você clicar nesse link depois de acabar esse vídeo, que é uma tabela inteira com a quantidade de carboidratos, fibras, dos principais alimentos para você ter certeza daqueles que você pode incluir na sua dieta e daqueles que é melhor você excluir.
Erro #3: Comer pouca gordura.
As pessoas na dieta ocidental padrão acabam tendo as suas calorias vindas, a maior parte delas, dos carboidratos, cerca aí de 70-75% dessas calorias.
Já numa dieta low-carb essa fonte principal de energia acaba mudando para as gorduras.
Isto é, se você vai tirar grande parte da sua fonte principal de energia, que no caso da dieta ocidental padrão são os carboidratos, você tem que colocar outra fonte de energia no lugar, que no caso são as gorduras.
Muita gente está acostumado a ter medo da gordura e passa a fazer uma dieta low-carb, então ela tira a gordura, tira os carboidratos, e isso não é bom para ela.
Você precisa ter uma quantidade razoável de gorduras na sua alimentação porque é dessas gorduras que você vai tirar energia.
Se você não tiver gorduras ou tiver gorduras em quantidade insuficiente, você provavelmente vai ter efeitos indesejáveis como baixa energia, dor de cabeça, fome o tempo todo e isso pode, inclusive, te levar a uma recaída e isso vai ser muito pior para você; pode até gerar sentimento de culpa.
Ou seja, se você não comer gorduras suficientes, de boas fontes, você pode acabar desistindo da dieta.
Ela não vai dar certo para você.
E é importante dizer nesse ponto que as gorduras não são todas iguais, isto é, de maneira resumidíssima, a gente tem três tipos principais de gorduras.
Tem as Gorduras Saturadas, que muita gente por muito tempo teve medo delas, mas agora nós sabemos que elas não são negativas; elas podem inclusive ajudar a proteger o coração, por ajudar a elevar o colesterol bom, o HDL.
As Gorduras Saturadas estão presentes no óleo de coco ou nas carnes dos animais.
Tem as Gorduras Monoinsaturadas, que todo mundo já sabe que faz bem faz tempo, como é o caso do abacate, do azeite de oliva, das macadâmias, por exemplo.
E as Gorduras Poli-insaturadas, dentre elas a gente tem que tomar alguns cuidados.
As Gorduras Poli-insaturadas, por exemplo, Ômega 3, todo mundo sabe que faz bem, está presente nos peixes.
E têm gorduras que são do tipo Ômega 6, que estão presentes, por exemplo, em óleos vegetais, que são pró-inflamatórios, que são muito negativos para a sua saúde, como por exemplo, margarinas e óleos de canola, milho, girassol... esses aí não são bons para serem consumidos numa dieta low-carb.
E que não deveriam ser consumidos em nenhum tipo de dieta, diga-se de passagem.
Além dessas gorduras, também as Gorduras Trans.
Todo mundo sabe que faz mal e também devem ser evitadas por qualquer pessoa.
O que nós quisemos dizer nesse ponto, é que como você vai estar retirando os carboidratos da sua alimentação – retirando, não, diminuindo bem – a ingestão de carboidratos, você vai precisar de outra fonte de energia, que nesse caso são as gorduras.
Só que você precisa ingerir quantidades suficientes de gorduras – de boas fontes de gorduras – evitando as gorduras poli-insaturadas Ômega 6 e as Gorduras Trans e preferindo aquela que é a gordura natural dos alimentos, como por exemplo gordura presente nos ovos, nas carnes e até mesmo presente em alguns vegetais, como o abacate e na oliva; que faz o azeite de oliva.
Erro #4: Comer muita gordura Aí acontece o seguinte: a pessoinha começa a dieta low-carb, começa a se informar e descobre que a gordura natural dos alimentos não faz mal para ela e pode até fazer bem, aí ela pensa: “Quanto mais, melhor”.
E não é bem assim.
A gordura também tem calorias e como tudo em excesso, se você adicionar gordura inconsequentemente em tudo, o resultado final não vai ser bom.
Aí, por exemplo, a pessoa descobre (?) coffee, que é o café com manteiga, óleo de coco... a gente até mostra como nós fazemos o nosso em um outro vídeo que tem aqui na descrição também – no final do vídeo você pode ver – e ela acha super gostoso, super bom.
Aí se ela troca um café da manhã que antes ela comia pão com margarina e leite, por um cafezinho com manteiga ou óleo de coco, bom, legal.
Trocou, fez uma substituição, está comendo mais gorduras e menos carboidratos.
Parece interessante.
Agora, se ela coloca manteiga no café, coloca o óleo de coco no café e ainda com um monte de ovo com bacon – uma verdadeira refeição no café da manhã – e depois faz lanche... não é bom!
Não tem necessidade desse monte de gordura ser adicionado na dieta sem que você tenha uma fome real.
E é uma quantidade de gordura “exógena”, digamos assim.
Você colocou a manteiga no café.
Não é natural desse alimento. É como se você tivesse suplementando com gordura, ou seja, comendo gordura além daquela que vem no seu alimento.
Muitas vezes as pessoas estão numa dieta low-carb, até têm bons resultados, de repente começam a parar de ter resultados ou até ganham um pouquinho de peso e aí quando você pergunta se elas estão fazendo tudo certinho elas falam: “Não, estou fazendo tudo certinho, contando bem os carboidratos”.
“Mas como está a sua alimentação?”, aí a pessoa vê que ela está consumindo muita gordura extra, por exemplo, comendo uma lata de creme de leite depois do almoço.
Sabe, é muita caloria extra e você não precisa disso, principalmente se você estiver num platô de perda de peso.
Uma das coisas que você deve olhar é se você está comendo muitas fontes de gordura além daquela natural dos alimentos porque essa gordura natural dos alimentos já é mais do que suficiente para te dar energia para o seu dia e para te manter vivo.
E muito bem!
Então resumindo esse ponto aqui: foca na gordura natural dos alimentos e não precisa adicionar gordura em tudo o que vê pela frente.
Erro #5: Não repor os sais minerais.
Bem, quando nós entramos numa dieta low-carb e começamos a evitar a maioria dos carboidratos de alto índice glicêmico, é natural que ocorra uma redução nos níveis de insulina.
A insulina é um hormônio super importante no corpo e tem várias funções, por exemplo, ela ajuda as células de gordura – os adipócitos – a reter a gordura dentro de si, a armezar gordura; ela ajuda as células musculares a receberem também material, substrato, para crescerem e ficarem fortes depois do seu treino na academia, por exemplo; e ela também ajuda a avisar os rins de que não é para excretarem muito sódio, então eles seguram um pouco o sódio nos rins.
Então, quando você começa a low-carbe e esses níveis de insulina diminuem, é natural que o seu corpo comece a liberar mais água e mais sódio através da sua urina.
Não à toa, muitas pessoas assim que começam a low-carb, logo na primeira semana, relatam uma grande perda de peso e um grande desinchaço, digamos assim.
Isso porque, grande parte dessa perda de peso, é devida à perda de líquidos também e não só de gordura.
Mas a questão é que você acaba eliminando água e também os sais minerais.
Só que a maioria das pessoas repõem apenas água, isto é, elas ficam com sede e bebem água e pode acabar acontecendo delas não reporem o sódio na quantidade suficiente, sendo que o sódio é muito importante.
Se você não consumir sódio suficiente, não consumir sais minerais na quantidade adequada, você pode ter alguns sintomas bem chatinhos.
Vai parecer até que você está com uma gripe.
Pode ter tontura, cansaço, dor de cabeça e até mesmo intestino preso.
Uma maneira simples de atenuar ou até mesmo eliminar esses sintomas chatos da transição para uma dieta low-carb é simplesmente adicionar mais sal à sua comida Não precisa deixá-la intragável, mas um pouquinho mais.
Provavelmente vai deixá-la até mais gostosa.
E isso só já deve ser suficiente para amenizar esses sintomas que são conhecidos como Gripe
Atkins, Gripe Low-Carb, ou mesmo Keto Flu.
E se você quer que a gente faça um vídeo especialmente focado nesses sintomas da transição, deixe aqui nos comentários.
Deixe a #gripelowcarb, ou #gripeatkins, ou @ketoflu, que nós vamos fazer um vídeo especialmente sobre isso, falando sobre quais são os minerais que você deve repor e como passar por essa fase de transição sem sofrer tanto.
Então resumindo: durante a transição para a low-carb você acaba eliminando o excesso de água e de sais minerais.
A maioria das pessoas repõe só água e acabam faltando sais minerais.
Um jeito simples de consertar os efeitos ruins vindos disso é colocar um pouquinho de sal a mais na comida.
O erro #6 é não ter paciência.
A verdade é que você usou glicose como combustível principal para o seu corpo durante muitos e muitos anos, 20, 30, 40 anos, às vezes até mais, que você tenha usado glicose como combustível.
Agora você quer mudar o combustível favorito do seu corpo para a gordura.
Você quer ensiná-lo a queimar gordura.
E tudo bem!
Só que ele vai precisar de algumas semanas para se adaptar.
Seu corpo vai se adaptar, você vai viver super bem, queimando gordura, ou seja, utilizando gordura como principal fonte de energia.
A gripe low-carb que nós falamos são sintomas que ocorrem só durante os primeiros dias.
Cerca de dois a seis dias você já não tem mais esses sintomas.
Agora, para o seu corpo estar realmente adaptado a queimar gordura como fonte primária de energia, leva um pouquinho mais de tempo.
Cerca de duas a seis semanas.
Então é importante que você tenha paciência e que não saia da dieta logo nas primeiras semanas.
Mantenha mais tempo, espera o seu corpo se adaptar.
Você fez dieta à base de açúcar a sua vida toda.
Por que você não pode esperar um, dois, três meses para o seu corpo se adaptar a esse novo estilo de vida que vai te deixar muito mais saudável e feliz?
Pode ter certeza que você vai se sentir muito melhor depois que acabar esse período de adaptação, essas duas a seis semanas, e possivelmente até melhor do que você se sentia antes de começar a dieta.
Pelo menos essa é a nossa experiência pessoal e a de milhares e milhares de leitores e de inscritos no canal.
Aliás, se você não é inscrito, aproveite e se inscreva agora!
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Resumindo: você não ganhou todo o seu peso num dia.
Não tenha pressa para perdê-lo.
Você não aprendeu a queimar glicose apenas num dia.
Não tenha pressa para aprender a queimar gordura como fonte principal de combustível.
Os resultados vão vir, o seu corpo vai se adaptar e vai ficar tudo bem depois desse pequeno período.
Muito obrigado a você que assistiu o vídeo até agora.
Se você quer ver um vídeo que nós falamos sobre esses sintomas da transição, não se esquece de deixar o seu comentário aqui embaixo.
Pode deixar #gripelowcarb, por exemplo, que nós vamos entender.
E nós separamos um vídeo que tem tudo a ver com essa fase de transição, que é o vídeo dessas coisas que são boas para você, mas você não gosta.
Ele está aparecendo na sua tela agora!
E se você não se inscreveu no nosso canal ainda, você tem a oportunidade naquele tanquinho ali no canto.
