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COMO COMEÇAR A DIETA LOW CARB - 5 DICAS PARA TER SUCESSO! | Senhor Tanquinho

Olá, Tanquinho! Olá, Tanquinha! Bem-vindos a mais um vídeo. E como você já deve saber, nós sempre falamos aqui no canal de dieta low-carb e estilo de vida de sucesso. Mas infelizmente muita gente simplesmente ou não começa a fazer a dieta low-carb, ou começa e larga a dieta low-carb porque não começa da forma certa. E se você quer saber mais dicas desse estilo de vida é só se inscrever aqui no canal. Tem um botãozinho vermelho aqui embaixo, você aperta no sininho e vê a gente toda segunda e quinta às 20h.

Assim você vai ter muito sucesso. Mas o vídeo de hoje é justamente sobre como começar esse novo estilo de vida – o estilo low-carb baseado em comida de verdade – e então nós vamos te dar cinco dicas sobre como começar e ter sucesso nessa nova jornada.

Então já deixa o seu like aqui no vídeo e vamos lá para as cinco dicas.

E a dica #1 é a seguinte: comece limpando a sua despensa.

Nós sempre falamos que a dieta começa no mercado. E nós falamos isso porque é verdade!

Você não pode ter na sua casa comidas que sejam contrárias ao seu estilo de vida, porque senão você vai ter que ficar tentando resistir à tentação o tempo todo.

Por isso, o primeiro passo é dar fim nos alimentos que não fazem bem para você e que estão dentro da sua casa, e ir ao mercado, ou à feira, e ao açougue e comprar aqueles que estão alinhados aos seus objetivos. São eles:

Carnes; Ovos;

Vegetais; Legumes;

Hortaliças; Frutas de baixo amido;

E queijos, dentre outras possibilidades que existem e que são baixas em carboidratos e que são fáceis de encaixar nesse estilo de vida.

Inclusive, recentemente nós publicamos um texto no site que fala sobre os alimentos que são “considerados” low-carb, alimentos low-carb, e os alimentos que você deveria evitar na dieta low-carb. Tem um link desse texto aqui na descrição e também vai ter um link para a lista de compras low-carb, para você saber no que basear a sua dieta. Ou seja, estamos te dando todos os recursos para você ter o maior sucesso nesse estilo alimentar.

“Mas, Senhor Tanquinho, e se ninguém na minha casa faz essa dieta? Como eu vou poder ter sucesso assim?”. Não tem problema se ninguém na sua casa fizer. Você tem duas alternativas: você pode, primeiro, fazer tudo separado. Você faz suas compras separadas deles, você cozinha a sua comida separada da deles e, talvez, até coma em horários diferentes para evitar aquela tentação

– é claro que é uma medida drástica e que eu acho que ninguém vai querer adotar.

E a segunda alternativa... Você simplesmente faz a comida normal, sua, e faz um pouquinho de arroz, feijão, ou o que as outras pessoas comerem, como acompanhamento.

Isso porque a sua alimentação vai ser tão gostosa que elas, com certeza, vão pegar um pouco da sua comida também, então você já se planeja adequadamente: cozinha como se fosse para todo mundo e faz os complementos mais ricos em carboidratos, como arroz, feijão, batata cozida, dentre outras, para o pessoal que mora com você.

Olha aqui os pratos, vê se o pessoal não vai querer comer isso!

Por exemplo, um prato típico brasileiro, que você encontra em qualquer bar, boteco por aí que serve almoço, é simplesmente arroz, feijão, uma mistura, que geralmente é ou bife, ou frango, ou linguiça; salada, e até mesmo, às vezes, ovo.

Você pode comer quase esse prato inteiro. Basta tirar o arroz e o feijão e caprichar mais na quantidade dos outros alimentos. Ou seja, você pode fazer na sua casa e cada um pega os alimentos que acha que é melhor para si.

Exatamente. E vê se o pessoal não vai querer comer, por exemplo, o seu bife feito na chapa, ou uma sobrecoxa de frango feita no forno, um ovo frito, um omelete; por exemplo, também, um antepasto de berinjela para acompanhar...

Uma guacamole, por exemplo, que é aquele abacate; a maionese de abacate – falando em abacate – são diversos acompanhamentos deliciosos, diversas misturas simples, como bife, frango e ovo feitos na chapa... Salpicão de frango...

Enfim, tem muita, muita coisa. Até os docinhos low-carb que você fizer, eu tenho certeza que todo mundo vai querer provar. Então você vê que essa desculpa de que

“os outros na minha casa não seguem”, não é mais uma desculpa válida. É claro que nós sabemos que têm diversas desculpas que as pessoas dão para não começarem, mas pelo menos essa nós já desbancamos nesse vídeo.

E se você não tem ideia de como fazer, do que combinar os alimentos para ficar gostoso, nutritivo, saudável e low-carb, tem um cardápio grátis de sete dias, disponível aqui na descrição do vídeo. Você pode baixar e vai ser seu, de graça.

Então vamos para a dica #2. A dica #2 é: escolha uma das duas abordagens a seguir e siga com ela. A nosso ver, existem duas abordagens principais: a primeira é você começar mais radical e depois ir ficando menos radical aos poucos, mais permissivo aos poucos. E a segunda abordagem é você começar mais permissivo e ir radicalizando aos poucos, digamos assim.

Vamos falar primeiro dessa mais permissiva, que muita gente opta por ela.

Nessa abordagem você vai focar principalmente em tirar farináceos – farinha de trigo, de arroz, de milho, tudo isso – e açúcar. Você começa com isso, não é, Roney?

Exatamente. Você vai primeiro tirar os grãos da sua dieta – trigo, milho, etc, tirar o arroz – e diminuir bastante a quantidade de coisas mais ricas em carboidratos, como batata e feijão, ou seja, esses dois você não vai necessariamente precisar tirar desde o começo, mas dar uma boa diminuída, já que eles são ricos em carboidratos também. É. Basicamente você vai fazer o seu prato normal, só que vai focar em aumentar a quantidade de proteínas, gorduras e saladas e, naturalmente, o resto do prato que você completaria com carboidrato vai caber menos coisa.

Você vai evitar, na verdade, macarrão e açúcar sempre; mas um pouquinho de feijão, um pouquinho de batata, de mandioquinha não tem motivo para tirar 100%.

Essa é a abordagem mais permissiva. Ela é muito legal para você começar, não começar a desanimar achando que tem que cortar muita coisa, já que ela é bem permissiva com muitos alimentos; e é bom para você ir se adaptando e ir se low-carbizando com o passar do tempo. Exato.

E você vai vendo como vai se sentindo. Talvez você se sinta bem e fale: “Agora eu quero experimentar tirar mais coisa”, você vê: “Parei de perder peso, vou tirar mais”, ou: “Estou gostando disso, vou manter assim, vou colocar um pouco mais de feijão para ver o que acontece”... É legal para você ir experimentando.

E a abordagem #2 é aquela mais radical, ou seja, que você, logo de cara, já vai cortar tudo aquilo que é bem rico em carboidratos. Nesse caso entra tudo o que são grãos e seus derivados, tudo o que é farinha e derivados, entraria também o feijão e todas as raízes

– como a batata e a lentilha – tudo isso estaria fora, desde o começo. É, nessa abordagem as frutas também ficam fora – quase todas – e ela é boa para quem é realmente muito motivado, para quem está disposto a dar um 180º na alimentação e começar a ver resultado logo, para se animar, e aí vai seguindo e depois adaptando.

Mas é legal para quem quer dar um choque na alimentação e mudar o estilo de vida de uma vez mesmo, né? Pois é.

E quem começa nesse estilo mais radical pode, aos poucos, ir se permitindo mais, conforme vai atingindo os seus objetivos, quando estiver mais perto do peso objetivo, do peso que deseja; pode adicionar um pouquinho mais de carboidratos – feijão, batatas – se começar a treinar também tem mais facilidade em adicionar carboidratos. Então assim como no outro, você também deve ir testando e ver como o seu corpo responde. Dica #3: escolha um jeito de seguir dentre os três jeitos que nós vamos apresentar agora.

A primeira maneira, que é muito popular para quem está começando, é controlar os carboidratos digeríveis. Geralmente se controla os carboidratos líquidos, isto é, o carboidrato total, menos a fibra. Geralmente é só isso.

Essa é uma maneira legal porque você tem uma coisa só para controlar, que são os carboidratos – você não tem que se preocupar com proporções de proteína, gordura e fibras

– você basicamente só foca em reduzir o consumo de carboidratos; você vai conhecendo melhor os alimentos, vai sabendo o que tem mais, o que tem menos; vai descobrindo, por exemplo, que frutas entram, que frutas não entram.

E as pessoas vão pegando o jeito da dieta. Começam com um aplicativo, ou com uma tabela de carboidratos e elas vão pegando o jeito e depois de um tempo, provavelmente, elas estão livres dessa necessidade de controlar os carboidratos.

A segunda maneira é um pouquinho mais radical do que essa primeira que o Guilherme falou porque ela consiste em contar não só os carboidratos, mas todos os macro nutrientes que você ingere, ou seja, carboidratos, proteínas e gorduras; e também contar as calorias.

Essa é uma abordagem que pode ser útil para pessoas que são mais metódicas e no começo estão mais neuróticas, querendo atingir os seus objetivos.

Pode ser útil para quem já atingiu um platô de perda de peso e não sabe no quê está errando – às vezes essa pessoa pode estar comendo muito carboidrato, mas pode ser que ela esteja comendo muita gordura também – e isso vai ajudá-la a perceber se o problema dela é nas calorias, por exemplo. E também funciona bem para quem tem outros objetivos além de emagrecer, como por exemplo, hipertrofia muscular. Pode ser interessante também. Mas em ambos os casos você vai contar os carboidratos.

Como o Guilherme falou, pode ser por meio de aplicativo, por meio de alguma tabela, ou por meio da tabela que nós disponibilizamos aqui na descrição em um link, uma tabela de quantidade de carboidratos, proteínas e gorduras de vários alimentos que compõem a dieta low-carb. É legal observar que esse negócio de controlar os macro nutrientes e perceber como você está comendo tem muito a ver com uma dieta que entrou em evidência recentemente, que é a dieta flexível.

Se você quer saber mais sobre esse tipo de alimentação, comenta aqui embaixo “dieta flexível” que nós vamos fazer um vídeo para você explicando o que é, prós e contras e como ela se compara com a low-carb. A gente vai falar tudo isso para você, se você tiver interesse, então comenta aqui embaixo “dieta flexível”.

E a terceira maneira é você não fazer contas, não controlar os carboidratos, mas focar em comer os alimentos permitidos. O que isso quer dizer exatamente?

Bom, isso quer dizer que a pessoa pode comer o quanto ela quiser, desde que sejam “alimentos low-carb”, por menos que a gente goste dessa expressão.

Mas isso quer dizer, por exemplo, se ela fizer um prato só com carne, salada de alface e tomate, ela pode comer o quanto ela quiser sem se preocupar com carboidratos e calorias porque as coisas vão se ajustar naturalmente. Exatamente.

Nosso corpo não é burro! Ele tem gatilhos como saciedade, vai saber exatamente quanto comer – você não vai conseguir comer 300 gramas de carboidratos digeríveis comendo só brócolis, carne e ovo – então isso simplesmente não acontece.

E tem a vantagem de você não ter que ficar andando com uma balança para lá e para cá, tentar adivinhar se um alimento é low-carb, quanto você pode comer. São basicamente os alimentos low-carb à vontade. E para explicar isso é só importante lembrar que não existem “alimentos low-carb”. A gente pode até tentar criar alguma definição do tipo: “Ah, se tiver menos de 10% do peso de carboidratos...”, mas a gente acha que não tem muito sentido. Low-carb é uma estratégia nutricional, não é um alimento. Porém, nós usamos essa denominação para facilitar e porque é o que nossos leitores mandam para nós por e-mail “alimentos low-carb”. Um alimento que tem zero carboidrato, tipo o ovo, um peixe, é low-carb. É, mas para aquelas pessoas que estão começando agora e não sabem muito bem o que seria low-carb ou não, nós fizemos aquele texto completo que está aqui na descrição, no primeiro link, falando justamente sobre isso: sobre o que são alimentos low-carb, quais são eles e quais alimentos evitar.

Então se você tem dúvida é muito bom começar lendo esse texto e, também, baixando o presente que nós deixamos aqui. Além da lista de compras e da lista de quantidades de carboidratos dos alimentos, o terceiro presente é a lista de alimentos permitidos da dieta low-carb.

Exatamente. Você pode usar essa lista para se basear, até porque nós falamos, peixe não tem carboidratos: “Tudo bem, mas e tal vegetal? Tal fruta será que pode? Será que não pode? Quanto desse carboidrato é fibra? Não sei se pode ou se não pode...”. Então, baixa a listinha que talvez ela te dê um bom direcionamento no começo da dieta. É.

E essas três listas que nós falamos agora são grátis. Basta você clicar nos links na descrição. É só você ler lá, clicar e baixar gratuitamente.

E claro, além das listas nós temos um material mais profissional, que é um cardápio de

21 semanas de dieta, dão 147 dias de dieta low-carb, que você também pode – esse é pago, mas vale muito a pena, todo mundo gosta – comprar esse, se você quiser ter sucesso desde o primeiro dia da sua dieta e não quer arriscar tentando descobrir as coisas, sozinho. Você pode simplesmente seguir o cardápio, vai aprendendo o caminho, e quando terminar as 21 semanas você já está no rumo certo do sucesso. A dica #4 é: saber o que você vai medir para ver se está tendo resultados ou não. A verdade é que nós estamos seguindo low-carb porque nós queremos resultados. Não importa o tipo de resultado. Cada pessoa tem um jeito de medir isso: têm pessoas que querem melhorar a Resistência à Insulina, querem se livrar o Diabetes, têm pessoas que querem emagrecer, têm pessoas que querem se sentir bem...

Tem um monte de resultados possíveis, mas você tem que saber o que acompanhar para saber se você está tendo sucesso. E o mais comum que as pessoas querem é emagrecer, não é isso, Roney? E é utilizando essas pessoas que querem emagrecer que nós vamos dar o nosso exemplo. Quem quer emagrecer deveria se preocupar com algumas variáveis, acompanhar algumas variáveis. São elas: o peso, as medidas corporais...

As fotos no espelho, de antes e depois, é muito bacana para você ter uma comparação visual; até porque você se olha no espelho todo dia, então você não vê as mudanças graduais que acontecem. Mas, de repente, você tira uma foto hoje, quando começa a dieta e vai olhar para ela daqui a três meses, vai ser uma baita diferença! É, claro! E além do espelho, uma outra são as roupas, ver se suas roupas estão alargando.

Na verdade elas vão continuar iguais. Você que está diminuindo e elas parecem mais largas em você agora. Exatamente.

De tudo isso, na nossa opinião, os mais legais são as fotos, se você conseguir manter um consistência de tirar nas mesmas posições e tal – todas as fotos com a mesma roupa, ou sem roupa... Por exemplo, mensalmente.

Exato. E as medidas corporais também mostram de maneira mais clara o que está acontecendo com o seu corpo do que, por exemplo, só o peso. O peso é um instrumento meio bruto para você tentar adivinhar se está ganhando massa, perdendo gordura. Ele não é muito preciso para isso, né? E o peso também não deveria ser a variável definitiva, a única para você acompanhar, porque ele pode variar muito.

Tanto ao longo de um mesmo dia, você pode, se você tiver balança em casa, se pesar umas três vezes ao longo do dia e ver como ele varia, e é por isso que nós não aconselhamos ninguém a se pesar sempre várias vezes ao dia – faça como uma forma de experimento só. Para as mulheres pode variar bastante com relação ao ciclo menstrual, que elas podem reter mais água em determinados momentos do mês e menos em outros. Então por isso que nós falamos que é para acompanhar o peso talvez uma vez por semana ou uma vez por mês.

E a mesma coisa com as medidas: sempre no mesmo dia da semana, de preferência, e no mesmo horário, por exemplo, de manhã. Sim, a retenção de líquido, a quantidade de coisa que você comeu, quanto tempo faz que você comeu... muita coisa afeta o peso.

Exatamente. E essas medidas são para quem quer emagrecer, que nós falamos de todas elas: medidas corporais, espelho, peso, foto.

Para quem está tentando lutar contra o Diabetes, por exemplo, provavelmente o seu médico vai indicar as medidas que você tem que seguir – e você tem que se aconselhar com o seu médico para seguir essa dieta, caso você tenha algum problema de saúde – mas elas são um pouco diferentes. Geralmente incluem glicemia em jejum, glicemia depois da refeição, hemoglobina glicada... Então é importante entender – estou dando esses exemplos para que as pessoas entendam – que para cada resultado, cada tipo de resultado você tem que saber o que você está medindo, senão você fica só se pesando e talvez você não veja o progresso que está acontecendo para todo mundo, menos para você.

Só você não está percebendo a evolução que está tendo.

Inclusive acompanhar os elogios das pessoas também pode ser uma boa medida para saber se você está tendo progresso. Você vai ver as pessoas falando: “Nossa, como você emagreceu! O que você está fazendo?”, muitas vezes aquela mesma pessoa que criticou quando você apareceu lá comendo só ovo e carne com gordura.

Pois é, especialmente as pessoas que você não vê depois de um, dois meses; essas daí têm os elogios mais contundentes, com mais surpresa na sua transformação.

E a dica #5 é: transformar a dieta em estilo de vida.

O que nós queremos dizer com estilo de vida é que você não precisa ficar louco, obcecado em comer a cada três horas, por exemplo; não precisa ficar contando calorias de todos os alimentos que você come; não precisa ficar fazendo lanchinhos e levando potes de marmita com você, para onde você for... Enfim, você não precisa ficar escravo do relógio, escravo da balança, escravo de nada!

A ideia é ter um estilo de vida que você come quando tem fome, come até a fome ir embora, come até a saciedade, e você é feliz, você se sente livre com ele.

A alimentação é só mais uma atividade prazerosa no seu dia. Não é o centro da sua vida. Ela é só mais uma coisa boa que você tem na sua vida e não algo ao redor do qual você tem que mudar a sua vida toda para ajustar.

Certamente isso não faz sentido e não é isso que nós defendemos. Nós defendemos em transformar a alimentação em um estilo de vida.

E uma forma de você conseguir isso mais facilmente é justamente com o cardápio que nós falamos para você anteriormente no vídeo. O nosso cardápio dá 147 dias de low-carb, que acompanha também livro com diversas receitas para almoço e jantar, todos muito saudáveis, gostosos e saciantes para você. E também diversos outros bônus grátis que você pode ver clicando no link que nós preparamos para você aqui na descrição.

Exatamente. O cardápio está disponível no primeiro link da descrição.

Se você quiser tentar sozinho primeiro, se você acha que consegue sozinho, nós temos o presente também que nós já falamos para você – lista de alimentos e todo material grátis para te dar o suporte – mas se você estiver interessado em realmente adquirir o material, nós vamos ficar muito felizes e eu tenho certeza que você também vai.

Então é isso, nós esperamos que você tenha gostado.

Aqui do lado tem um outro vídeo para você que quer ter sucesso na dieta low-carb e um tanquinho para você se inscreve no nosso canal também para ter sucesso na dieta low-carb. É isso aí! Nós temos dicas grátis toda segunda e quinta, às 20h.

Então se inscreve e a gente se vê em um próximo vídeo.

Um forte abraço Do Senhor Tanquinho.