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Dor de cabeça curada com conversa?!

Olá, que bom te ver por aqui! Posso te ajudar? É uma realidade na vida da sua família uma criança ou adolescente com insônia, dor de cabeça crônica, ansiedade, se isso está acontecendo aí a gente tem que conversar. Bora lá?

Eu tenho três filhos e enfrentei com um dos meus filhos essa problemática.

No caso dele era uma dor de cabeça crônica. Por um período bem longo. A gente passou anos buscando solução para isso e a gente começou a investigar. Como a gente é da área do desenvolvimento humano, a gente começou a procurar informações, a ler sobre isso.

E também a levar nosso filho para profissionais, para verificarem o que estava acontecendo. Por que ele tem essa dor de cabeça crônica?

E nenhuma avaliação trazia uma resposta.

Nenhuma! A gente chegou acho a escanear o cérebro do nosso filho e nada.

Não tinha acontecido nada de especial. Não tinha acontecido nenhuma perda, nenhuma coisa entre os irmãos e ele, não havia nada que justificasse aquilo, aparentemente. E a gente lá procurando respostas, procurando respostas.

Na nossa investigação sobre o assunto a gente começou a descobrir, e havia um crescente número de crianças e adolescentes com dor de cabeça crônica, com insônia e com ansiedade e que há alguns anos atrás, há um conjunto de anos atrás isso não era um problema significativo para crianças e adolescentes. E a gente ficou preocupado. Bom o que pode ser isso? Por que isso cresce? E a gente começou a investigar a rotina e as coisas e testar possibilidades. Finalmente a minha esposa teve um insight e é sobre isso que eu quero falar. Eu quero que você tire proveito do benefício que a gente alcançou com o nosso filho. Ela se deu conta de que tinha uma coisa que podia estar acontecendo com o nosso nosso filho. Ele estava indo bem na escola, estava indo bem no ato de estudar, se virava bem, mas de alguma forma parecia que havia uma ansiedade com relação às avaliações e trabalhos.

E a gente teve uma conversa com ele. Uma única conversa. E a conversa foi a seguinte.

Filho, nós amamos você e o seu desempenho para a gente tem para a gente importa muito pouco no sentido de fazer você valer menos para a gente, ou você valer mais para a gente a gente. A gente vê que você cumpre bem a sua atividade de estudante,

Você vai lá e percorre o conteúdo todo e a gente queria que você soubesse que o resultado que você obtiver com o seu estudo é apenas para te avaliar, para saber como você está. No quanto daquilo que você estudou foi capaz de ser lembrado, de ser utilizado. Apenas isso! Isso não diz para a gente e nem deve dizer para você que você é melhor ou pior como pessoa. Que você é mais ou menos valioso ou importante. Que você fique descansado. A gente ama você mesmo que o seu desempenho seja x ou y, isso não é importante para a gente. O importante pra gente é saber que você está se empenhado, que você está fazendo o seu melhor, mas essa não é a área mais importante da vida. A gente queria que você lembrasse disso. É mais importante do que você ser um aluno com desempenhos, que você seja um neto que rate com bom desempenho o vovô e a vovó, que você seja um irmão que trate com bom desempenho as suas irmãs, que você respeite e obedeça com bom desempenho em aos seus pais, que você se relacionam com um bom desempenho com o seu Deus. A gente vê outras áreas da vida que são mais importantes do que essa. Essa área é importante? Sim. Vai, continua estudando, continua fazendo as avaliações dos trabalhos.

Porque você está fazendo um bom trabalho. Mas, relaxa!

Isso não é a coisa mais importante da sua vida tem muita coisa mais importante do que isso. Você acredita que a dor de cabeça acabou?

Ela perdurou por anos, e era assim: Acabava o período de aulas e começavam as férias. Dali a alguns dias ela passava. A gente voltava às aulas, daí a alguns dias ela voltava e perdurava por meses. Isso se repetindo ano após ano. E a gente recebeu um monte de ideias. Alguns profissionais sugeriram que tomasse remédios fortíssimos e a nossa percepção era a seguinte, ele está OK. Ele tinha uma boa relação, ele não tinha nenhuma coisa que tinha tirado ele do prumo, era só um detalhe. Qual detalhe? Como ele estava olhando para uma área da vida. A área acadêmica. Ele, por alguma razão, encarou a área acadêmica de uma forma super-valorizada. A gente não soube, ou não conseguiu decifrar de onde veio essa supervalorização, se foi um agente externo, se foi uma conversa com os pais ou com alguém. A gente não soube, mais de qualquer forma, ao ajustar o valor que deve ter a área acadêmica, que é um valor legal mas não é a coisa mais importante da vida, ele relaxou. O desempenho dele como aluno continua ótimo, mas a saúde dele e o bem estar dele, agora sim estão OK.

Então você tem que pensar. Como é que funciona na sua casa? Quando chega o boletim é um momento de desespero da criança ou o seu desespero? Quando chega alguma avaliação vocês entram em parafuso? Vocês sobem pelas paredes? Qual é o motivo pelo qual você vai ver a sua criança? Seja você avô, pai, tio, se a sua relação com a sua criança está baseada em apenas ensinar, ou ver o desempenho, ouvir o score, ouvir como ele vai. É só isso? Você pode estar passando uma mensagem errada. Que ele só vale por isso! E isso pode ser desastroso! Porque quando uma área da vida assume uma proporção que não deveria e se torna muito mais relevante do que o resto da vida, ela pode desequilibrar tanto as outras áreas que ela pode adoecer as outras áreas. Pode adoecer uma pessoa socialmente, fisicamente, emocionalmente, e isso é uma evidência. Eu vivi isso.

Estou compartilhando a minha vivência pessoal como pai e a solução que a gente encontrou. Quem sabe isso não está dentro do que você precisa ou que você pode experimentar fazer na sua vivência, com a sua criança e o seu adolescente.

A gente precisa de uma geração saudável liderando as coisas daqui a alguns anos. Essa geração vão ser as nossas crianças, os nossos adolescentes. E a gente precisa fazer o nosso melhor para eles chegarem saudáveis, lá. Lembre-se que crianças e adolescentes são frágeis, e crianças e adolescentes são suscetíveis.

Muito mais do que um adulto. É legal que ele seja uma pessoa com bom desempenho? Que ele seja responsável, que ele lute para funcionar bem? Sim.

Mas que seja no todo! Olhe para a sua criança e para o seu adolescente como um todo. Ele não tem só uma área da vida, que seria a área intelectual da vida, ele tem a área espiritual, a área física, a área emocional, a área social, ele é tudo isso.

E se a gente faz ele achar que só importa que área intelectual da vida esteja bem, ele pode acreditar. E isso vai fazer mal para ele e para a sociedade, para você!

Imagina, tudo isso pode causar inclusive mal-estar físico nas crianças.

Então vamos lá, faz a sua experiência, faz essa conversa e não vai fazer nenhum mal a sua criança e o seu adolescente saber que você gosta dele e que você o ama, a despeito do desempenho. Que desempenho é um detalhe no todo que você tem com ele de relacionamento. Se isso tudo que você está ouvindo é um óbvio? De repente você pode resgatar o óbvio pois pode ser que o óbvio não esteja sendo colocado em ação, só nas ideias. Se tem alguém na sua vida que está precisando ouvir isso, por favor compartilha com essa pessoa. Se isso foi legal de ser ouvido, você gostou do que você ouviu, clica lá que você gostou e você pode também receber os nossos próximos vídeos se você se inscrever e ativar as notificações.

E a gente se vê nos próximos vídeos.

Olá, que bom te ver por aqui! Posso te ajudar? É uma realidade na vida da sua família uma criança ou adolescente com insônia, dor de cabeça crônica, ansiedade, se isso está acontecendo aí a gente tem que conversar. Bora lá?

Eu tenho três filhos e enfrentei com um dos meus filhos essa problemática.

No caso dele era uma dor de cabeça crônica. Por um período bem longo. A gente passou anos buscando solução para isso e a gente começou a investigar. Como a gente é da área do desenvolvimento humano, a gente começou a procurar informações, a ler sobre isso.

E também a levar nosso filho para profissionais, para verificarem o que estava acontecendo. Por que ele tem essa dor de cabeça crônica?

E nenhuma avaliação trazia uma resposta.

Nenhuma! A gente chegou acho a escanear o cérebro do nosso filho e nada.

Não tinha acontecido nada de especial. Não tinha acontecido nenhuma perda, nenhuma coisa entre os irmãos e ele, não havia nada que justificasse aquilo, aparentemente. E a gente lá procurando respostas, procurando respostas.

Na nossa investigação sobre o assunto a gente começou a descobrir, e havia um crescente número de crianças e adolescentes com dor de cabeça crônica, com insônia e com ansiedade e que há alguns anos atrás, há um conjunto de anos atrás isso não era um problema significativo para crianças e adolescentes. E a gente ficou preocupado. Bom o que pode ser isso? Por que isso cresce? E a gente começou a investigar a rotina e as coisas e testar possibilidades. Finalmente a minha esposa teve um insight e é sobre isso que eu quero falar. Eu quero que você tire proveito do benefício que a gente alcançou com o nosso filho. Ela se deu conta de que tinha uma coisa que podia estar acontecendo com o nosso nosso filho. Ele estava indo bem na escola, estava indo bem no ato de estudar, se virava bem, mas de alguma forma parecia que havia uma ansiedade com relação às avaliações e trabalhos.

E a gente teve uma conversa com ele. Uma única conversa. E a conversa foi a seguinte.

Filho, nós amamos você e o seu desempenho para a gente tem para a gente importa muito pouco no sentido de fazer você valer menos para a gente, ou você valer mais para a gente a gente. A gente vê que você cumpre bem a sua atividade de estudante,

Você vai lá e percorre o conteúdo todo e a gente queria que você soubesse que o resultado que você obtiver com o seu estudo é apenas para te avaliar, para saber como você está. No quanto daquilo que você estudou foi capaz de ser lembrado, de ser utilizado. Apenas isso! Isso não diz para a gente e nem deve dizer para você que você é melhor ou pior como pessoa. Que você é mais ou menos valioso ou importante. Que você fique descansado. A gente ama você mesmo que o seu desempenho seja x ou y, isso não é importante para a gente. O importante pra gente é saber que você está se empenhado, que você está fazendo o seu melhor, mas essa não é a área mais importante da vida. A gente queria que você lembrasse disso. É mais importante do que você ser um aluno com desempenhos, que você seja um neto que rate com bom desempenho o vovô e a vovó, que você seja um irmão que trate com bom desempenho as suas irmãs, que você respeite e obedeça com bom desempenho em aos seus pais, que você se relacionam com um bom desempenho com o seu Deus. A gente vê outras áreas da vida que são mais importantes do que essa. Essa área é importante? Sim. Vai, continua estudando, continua fazendo as avaliações dos trabalhos.

Porque você está fazendo um bom trabalho. Mas, relaxa!

Isso não é a coisa mais importante da sua vida tem muita coisa mais importante do que isso. Você acredita que a dor de cabeça acabou?

Ela perdurou por anos, e era assim: Acabava o período de aulas e começavam as férias. Dali a alguns dias ela passava. A gente voltava às aulas, daí a alguns dias ela voltava e perdurava por meses. Isso se repetindo ano após ano. E a gente recebeu um monte de ideias. Alguns profissionais sugeriram que tomasse remédios fortíssimos e a nossa percepção era a seguinte, ele está OK. Ele tinha uma boa relação, ele não tinha nenhuma coisa que tinha tirado ele do prumo, era só um detalhe. Qual detalhe? Como ele estava olhando para uma área da vida. A área acadêmica. Ele, por alguma razão, encarou a área acadêmica de uma forma super-valorizada. A gente não soube, ou não conseguiu decifrar de onde veio essa supervalorização, se foi um agente externo, se foi uma conversa com os pais ou com alguém. A gente não soube, mais de qualquer forma, ao ajustar o valor que deve ter a área acadêmica, que é um valor legal mas não é a coisa mais importante da vida, ele relaxou. O desempenho dele como aluno continua ótimo, mas a saúde dele e o bem estar dele, agora sim estão OK.

Então você tem que pensar. Como é que funciona na sua casa? Quando chega o boletim é um momento de desespero da criança ou o seu desespero? Quando chega alguma avaliação vocês entram em parafuso? Vocês sobem pelas paredes? Qual é o motivo pelo qual você vai ver a sua criança? Seja você avô, pai, tio, se a sua relação com a sua criança está baseada em apenas ensinar, ou ver o desempenho, ouvir o score, ouvir como ele vai. É só isso? Você pode estar passando uma mensagem errada. Que ele só vale por isso! E isso pode ser desastroso! Porque quando uma área da vida assume uma proporção que não deveria e se torna muito mais relevante do que o resto da vida, ela pode desequilibrar tanto as outras áreas que ela pode adoecer as outras áreas. Pode adoecer uma pessoa socialmente, fisicamente, emocionalmente, e isso é uma evidência. Eu vivi isso.

Estou compartilhando a minha vivência pessoal como pai e a solução que a gente encontrou. Quem sabe isso não está dentro do que você precisa ou que você pode experimentar fazer na sua vivência, com a sua criança e o seu adolescente.

A gente precisa de uma geração saudável liderando as coisas daqui a alguns anos. Essa geração vão ser as nossas crianças, os nossos adolescentes. E a gente precisa fazer o nosso melhor para eles chegarem saudáveis, lá. Lembre-se que crianças e adolescentes são frágeis, e crianças e adolescentes são suscetíveis.

Muito mais do que um adulto. É legal que ele seja uma pessoa com bom desempenho? Que ele seja responsável, que ele lute para funcionar bem? Sim.

Mas que seja no todo! Olhe para a sua criança e para o seu adolescente como um todo. Ele não tem só uma área da vida, que seria a área intelectual da vida, ele tem a área espiritual, a área física, a área emocional, a área social, ele é tudo isso.

E se a gente faz ele achar que só importa que área intelectual da vida esteja bem, ele pode acreditar. E isso vai fazer mal para ele e para a sociedade, para você!

Imagina, tudo isso pode causar inclusive mal-estar físico nas crianças.

Então vamos lá, faz a sua experiência, faz essa conversa e não vai fazer nenhum mal a sua criança e o seu adolescente saber que você gosta dele e que você o ama, a despeito do desempenho. Que desempenho é um detalhe no todo que você tem com ele de relacionamento. Se isso tudo que você está ouvindo é um óbvio? De repente você pode resgatar o óbvio pois pode ser que o óbvio não esteja sendo colocado em ação, só nas ideias. Se tem alguém na sua vida que está precisando ouvir isso, por favor compartilha com essa pessoa. Se isso foi legal de ser ouvido, você gostou do que você ouviu, clica lá que você gostou e você pode também receber os nossos próximos vídeos se você se inscrever e ativar as notificações.

E a gente se vê nos próximos vídeos.

Olá, que bom te ver por aqui! Posso te ajudar? É uma realidade na vida da sua família uma criança ou adolescente com insônia, dor de cabeça crônica, ansiedade, se isso está acontecendo aí a gente tem que conversar. Bora lá?

Eu tenho três filhos e enfrentei com um dos meus filhos essa problemática.

No caso dele era uma dor de cabeça crônica. Por um período bem longo. A gente passou anos buscando solução para isso e a gente começou a investigar. Como a gente é da área do desenvolvimento humano, a gente começou a procurar informações, a ler sobre isso.

E também a levar nosso filho para profissionais, para verificarem o que estava acontecendo. Por que ele tem essa dor de cabeça crônica?

E nenhuma avaliação trazia uma resposta.

Nenhuma! A gente chegou acho a escanear o cérebro do nosso filho e nada.

Não tinha acontecido nada de especial. Não tinha acontecido nenhuma perda, nenhuma coisa entre os irmãos e ele, não havia nada que justificasse aquilo, aparentemente. E a gente lá procurando respostas, procurando respostas.

Na nossa investigação sobre o assunto a gente começou a descobrir, e havia um crescente número de crianças e adolescentes com dor de cabeça crônica, com insônia e com ansiedade e que há alguns anos atrás, há um conjunto de anos atrás isso não era um problema significativo para crianças e adolescentes. E a gente ficou preocupado. Bom o que pode ser isso? Por que isso cresce? E a gente começou a investigar a rotina e as coisas e testar possibilidades. Finalmente a minha esposa teve um insight e é sobre isso que eu quero falar. Eu quero que você tire proveito do benefício que a gente alcançou com o nosso filho. Ela se deu conta de que tinha uma coisa que podia estar acontecendo com o nosso nosso filho. Ele estava indo bem na escola, estava indo bem no ato de estudar, se virava bem, mas de alguma forma parecia que havia uma ansiedade com relação às avaliações e trabalhos.

E a gente teve uma conversa com ele. Uma única conversa. E a conversa foi a seguinte.

Filho, nós amamos você e o seu desempenho para a gente tem para a gente importa muito pouco no sentido de fazer você valer menos para a gente, ou você valer mais para a gente a gente. A gente vê que você cumpre bem a sua atividade de estudante,

Você vai lá e percorre o conteúdo todo e a gente queria que você soubesse que o resultado que você obtiver com o seu estudo é apenas para te avaliar, para saber como você está. No quanto daquilo que você estudou foi capaz de ser lembrado, de ser utilizado. Apenas isso! Isso não diz para a gente e nem deve dizer para você que você é melhor ou pior como pessoa. Que você é mais ou menos valioso ou importante. Que você fique descansado. A gente ama você mesmo que o seu desempenho seja x ou y, isso não é importante para a gente. O importante pra gente é saber que você está se empenhado, que você está fazendo o seu melhor, mas essa não é a área mais importante da vida. A gente queria que você lembrasse disso. É mais importante do que você ser um aluno com desempenhos, que você seja um neto que rate com bom desempenho o vovô e a vovó, que você seja um irmão que trate com bom desempenho as suas irmãs, que você respeite e obedeça com bom desempenho em aos seus pais, que você se relacionam com um bom desempenho com o seu Deus. A gente vê outras áreas da vida que são mais importantes do que essa. Essa área é importante? Sim. Vai, continua estudando, continua fazendo as avaliações dos trabalhos.

Porque você está fazendo um bom trabalho. Mas, relaxa!

Isso não é a coisa mais importante da sua vida tem muita coisa mais importante do que isso. Você acredita que a dor de cabeça acabou?

Ela perdurou por anos, e era assim: Acabava o período de aulas e começavam as férias. Dali a alguns dias ela passava. A gente voltava às aulas, daí a alguns dias ela voltava e perdurava por meses. Isso se repetindo ano após ano. E a gente recebeu um monte de ideias. Alguns profissionais sugeriram que tomasse remédios fortíssimos e a nossa percepção era a seguinte, ele está OK. Ele tinha uma boa relação, ele não tinha nenhuma coisa que tinha tirado ele do prumo, era só um detalhe. Qual detalhe? Como ele estava olhando para uma área da vida. A área acadêmica. Ele, por alguma razão, encarou a área acadêmica de uma forma super-valorizada. A gente não soube, ou não conseguiu decifrar de onde veio essa supervalorização, se foi um agente externo, se foi uma conversa com os pais ou com alguém. A gente não soube, mais de qualquer forma, ao ajustar o valor que deve ter a área acadêmica, que é um valor legal mas não é a coisa mais importante da vida, ele relaxou. O desempenho dele como aluno continua ótimo, mas a saúde dele e o bem estar dele, agora sim estão OK.

Então você tem que pensar. Como é que funciona na sua casa? Quando chega o boletim é um momento de desespero da criança ou o seu desespero? Quando chega alguma avaliação vocês entram em parafuso? Vocês sobem pelas paredes? Qual é o motivo pelo qual você vai ver a sua criança? Seja você avô, pai, tio, se a sua relação com a sua criança está baseada em apenas ensinar, ou ver o desempenho, ouvir o score, ouvir como ele vai. É só isso? Você pode estar passando uma mensagem errada. Que ele só vale por isso! E isso pode ser desastroso! Porque quando uma área da vida assume uma proporção que não deveria e se torna muito mais relevante do que o resto da vida, ela pode desequilibrar tanto as outras áreas que ela pode adoecer as outras áreas. Pode adoecer uma pessoa socialmente, fisicamente, emocionalmente, e isso é uma evidência. Eu vivi isso.

Estou compartilhando a minha vivência pessoal como pai e a solução que a gente encontrou. Quem sabe isso não está dentro do que você precisa ou que você pode experimentar fazer na sua vivência, com a sua criança e o seu adolescente.

A gente precisa de uma geração saudável liderando as coisas daqui a alguns anos. Essa geração vão ser as nossas crianças, os nossos adolescentes. E a gente precisa fazer o nosso melhor para eles chegarem saudáveis, lá. Lembre-se que crianças e adolescentes são frágeis, e crianças e adolescentes são suscetíveis.

Muito mais do que um adulto. É legal que ele seja uma pessoa com bom desempenho? Que ele seja responsável, que ele lute para funcionar bem? Sim.

Mas que seja no todo! Olhe para a sua criança e para o seu adolescente como um todo. Ele não tem só uma área da vida, que seria a área intelectual da vida, ele tem a área espiritual, a área física, a área emocional, a área social, ele é tudo isso.

E se a gente faz ele achar que só importa que área intelectual da vida esteja bem, ele pode acreditar. E isso vai fazer mal para ele e para a sociedade, para você!

Imagina, tudo isso pode causar inclusive mal-estar físico nas crianças.

Então vamos lá, faz a sua experiência, faz essa conversa e não vai fazer nenhum mal a sua criança e o seu adolescente saber que você gosta dele e que você o ama, a despeito do desempenho. Que desempenho é um detalhe no todo que você tem com ele de relacionamento. Se isso tudo que você está ouvindo é um óbvio? De repente você pode resgatar o óbvio pois pode ser que o óbvio não esteja sendo colocado em ação, só nas ideias. Se tem alguém na sua vida que está precisando ouvir isso, por favor compartilha com essa pessoa. Se isso foi legal de ser ouvido, você gostou do que você ouviu, clica lá que você gostou e você pode também receber os nossos próximos vídeos se você se inscrever e ativar as notificações.

E a gente se vê nos próximos vídeos.