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Fibromialgia! O que é, sintomas e tratamento

Bom dia, pessoal! Este vídeo é um vídeo de perguntas e respostas sobre fibromialgia!

Eu sou o Dr. Vítor Oliveira. Eu trabalho com Saúde Funcional e Medicina do

Estilo de Vida. Estou fazendo este vídeo aqui diretamente do meu consultório em

Valinhos (SP), pra você. Valinhos, que é perto de Campinas. Hoje está um dia lindo aqui em

Valinhos. A gente vai falar sobre fibromialgia. Vou responder perguntas que as pessoas me fazem no consultório sobre fibromialgia, no

Facebook, o meu Facebook é o Facebook.com/opiniaomedica, e perguntas que as pessoas me fazem também no YouTube. Não sei se você está vendo este vídeo no Facebook, no Youtube, ou em um outro lugar, mas eu peço que vocês siga minha página no Facebook, se inscreva no canal Opinião Médica, é só digitar opinião médica no

YouTube que você acha, para você receber todos os vídeos que a gente posta frequentemente por meio desses canais.

A primeira pergunta que eu vou responder para você é o que é fibromialgia. Olha só, a resposta já começa assim: "se é que é alguma coisa". O que que é a fibromialgia, "se é que é alguma coisa". Ela é, sim. As pessoas que sofrem de fibromialgia, elas sentem o quê? Sentem dores crônicas pelo corpo, dores praticamente em todas as regiões do corpo; e dores crônicas, persistentes, dia após dia, e esses sintomas eles são geralmente acompanhados de cansaço, fadiga crônica, problemas de humor e até de sintomas depressivos, problemas de sono, problemas cognitivos, de disposição para pensar e raciocinar melhor, de disposição para o trabalho, mas principalmente o que incomoda, não só incomoda mas realmente as pessoas sofrerem, são as dores no corpo.

Então o que é fibromialgia é isso. São pessoas...

As pessoa que têm fibromialgia são pessoas que têm dores crônicas e persistentes no corpo. A segunda pergunta que as pessoas me fazem, pessoal, é como é feito o diagnóstico de fibromialgia, como é feito o diagnóstico de fibromialgia. Antigamente essed iagnóstico era feito de uma maneira até mais objetiva do que é feito hoje.

Esse diagnóstico era feito assim: O médico pesquisava cerca de 18 pontos de possíveis dores no corpo, pontos em que as pessoas poderiam estar sentindo dores e, dependendo do número de pontos em que a pessoa sente a dor, e a localização deles, se fazia o diagnóstico de fibromialgia.

Hoje esse diagnóstico está um pouquinho mais solto, um pouquinho mais livre.

A gente pode dizer até um pouquinho mais frouxo. Por quê? Porque se faz o diagnóstico de fibromialgia, já quando a pessoa tem três meses, três meses de dores disseminadas pelo corpo e, com uma condição, essas dores elas não são explicadas por nenhum outro diagnóstico, ou seja, a fibromialgia é um diagnóstico de exclusão. Quando a gente não consegue explicar as dores por outros motivos, com outros diagnósticos, aí, sim, se dá um diagnóstico de fibromialgia, principalmente quando elas quando elas vêm acompanhadas de cansaço, problemas de sono, sintomas depressivos... aí, sim, se dá esse diagnóstico de exclusão, que é a fibromialgia. Então, para você entender, é uma outra pergunta nesse caso que você poderia fazer: "O que é um diagnóstico de exclusão?" Diagnóstico de exclusão é quando a gente não consegue achar outros diagnósticos pros problemas que as pessoas estão sentindo, então sobra apenas esse, o chamado diagnóstico de exclusão. Isso é interessante, né? Interessante você entender que um diagnóstico de exclusão... "Ah, a gente não conseguiu explicar por outros motivos, então vamos dar esse nome de fibromialgia."

Falei então que... "vamos dar esse nome de fibromialgia". Nesta pergunta eu vou explicar para vocês o que significa o nome das doenças. As pessoas sabem que eu quero que os pacientes, que as pessoas interpretem de uma maneira diferente o nome dos diagnósticos. Então eu vou explicar para você o que significa esse nome fibromialgia. Fibromialgia é uma junção de radicais gregos: "fibro", que significa fibra; "mio", que significa músculo, e "algia", que significa dor. Então, significa o quê? Dor nas fibras musculares. É muito certo esse nome por quê? Porque o que a pessoa sente são dores musculares crônicas, dores nos tendões nos ligamentos, nas articulações e nos músculos. Então esse nome ele é... ele explica... ele não explica. Na verdade, ele é um sinônimo do que acontece com a pessoa. E é isso que eu quero que você entenda: o que são os nomes em geral da maioria das doenças. Os nomes que a gente coloca para a maioria das doenças, por exemplo, fibromialgia, depressão, síndrome metabólica, e tantos outros nomes, eles não são, gente, eles não são a causa dos sinais e sintomas das doenças!

Eles são apenas, em geral, SINÔNIMO dos sinais e sintomas, uma forma abreviada de a gente se referir aos sinais e sintomas. Eles não são a causa! E o que acontece na nossa sociedade é que a gente tem uma cultura, na verdade, uma falta... uma falta até de inteligência para interpretar esses nomes, não como sinônimos, mas a gente interpreta erradamente o quê? Como causa! Então a gente pensa que uma entidade chamada fibromialgia se apoderou do corpo e causou ou está causando os sintomas, as dores crônicas, os sintomas de fadiga, os sintomas de depressão, os distúrbios de sono, tudo isso. Mas não. O nome fibromialgia é sinônimo dos sinais e sintomas. Então você não tem dores crônicas no corpo há mais de três meses porque tem fibromialgia.

A fibromialgia não é a explicação dos problemas, é apenas sinônimo dessa combinação de sinais e sintomas. Dá para você entender? Isso é muito importante, porque, quando você começa a entender isso, você muda o seu paradigma, você se coloca numa situação de quê? De procurar as verdadeiras causas dos sinais e sintomas e não achar que apenas um nome que foi colocado ali apenas para abreviar por questão administrativa apenas. Esse é o nome administrativo apenas. A natureza não criou esse nome. A natureza está criando no seu corpo sinais e sintomas por algum motivo, mas as causas não são esse nome fibromialgia. É isso que você tem que entender. Isso vale para muitas e muitas doenças, para a maioria delas, na verdade. E o que acontece quando a gente toma o nome como causa? A gente oculta, gente, mascara a necessidade de procurar as verdadeiras causas. Parece que a gente se satisfaz com esse nome, como se fosse... "ah, finalmente descobri o que eu tenho..." Você não descobriu o que "eu tenho", você está apenas abreviando o jeito de chamar o que você tem, usando esse nome. Então, por isso, é importante você mudar esse paradigma, porque tem aplicação em muitas e muitas doenças e aí, sim, quando você entende isso, você entende também o quão importante é você ir atrás e entender, aceitar as verdadeiras causas das doenças, pra você ter chance de corrigi-las. Quando eu explico essa história de que o nome das doenças não é a causa das doenças, na verdade, é só um sinônimo dos sinais e sintomas, as pessoas me perguntam também mais, Dr. Vítor, e os remédios. A gente não precisa obter ter um nome pra tomar remédio certo para aquele nome? Sim, muitas vezes muitas vezes é importante.

Na verdade, quase sempre é importante você fazer exames, obter diagnósticos e tomar os seus remédios que os seus médicos indicaram. Isso é muito importante sim. O principal, no entanto, que eu quero te passar é que você não deve se satisfazer com isso.

No caso dos remédios, veja bem, olhe como acontece na nossa cultura. A gente se satisfaz tanto apenas com o nome, achando que esse nome é a causa, por exemplo, "ah, agora fibromialgia explicou tudo, explicou tudo o que eu sinto; a única coisa que eu tenho que fazer...", aí a gente pensa erradamente, "...a única coisa que eu tenho que fazer é ir lá no médico, ver o que ele tem no cardápio dele, se é que tem alguma coisa, de remédio para a fibromialgia." Será que a Medicina já tem cura da fibromialgia? Se você vai lá no Google, por exemplo, ou na Wikipedia você vai ver que a maioria dos sites fala: essa doença não tem cura.

Isso, eles estão querendo dizer o quê? Que não existe um remédio específico conhecido. Porque essa é uma resposta - dizer que ela não tem cura - é uma resposta dentro da cultura da nossa Medicina convencional do século 20, que se fixava no binômio doença-remédio: nome da doença, remédio; nome da doença, remédio.

Mas agora a gente integrando à prática médica, à prática da saúde, a visão funcional, essa visão funcional que a gente divulga aqui nos nossos canais em nosso site no YouTube, no Facebook, por exemplo, a gente integrando essa visão funcional, a gente vê que só esse sistema antigo não basta, de obter um nome e tomar um remédio específico, porque senão você máscara, você fica mascarando as verdadeiras causas! Você não vai atrás, você oculta as verdadeiras causas e anos o quê? Elas vão continuar ativas, produzindo a doença no seu corpo e, com o remédio específico você vai apenas tratar os sinais e sintomas, ou seja, o produto da falta de saúde, o produto das causas. Quando você deveria tentar corrigir as causas. Esse é um sistema, pessoal, esse sistema do binômio nome do diagnóstico e remédios específico, é um sistema que veio muito. foi fortalecido, ele foi divulgado, ele foi mantido muito em função de grandes interesses econômicos do quê? De empresas que trabalham com a remediação da saúde apenas, apenas com a remediação. Então isso fortes interesses econômicos por trás. A gente se manter nessa cultura, nessa visão antiga, que a gente está combatendo agora com a nossa visão funcional de saúde. Então você precisa entender que esse binômio, esse binômio nome de doença-remédio, ele muitas vezes é importante.

Você nunca deve deixar de tomar os remédios específicos que os seus médicos prescreverem pra você. Mas você não deve buscar só isso.

Você não deve buscar só isso. Você tem que buscar a correção das causas profundas das doenças, que em geral são causas metabólicas, causas relacionadas ao nosso estilo de vida. E isso se aplica se aplica diretamente à questão da fibromialgia, pessoal. Tem mais uma coisa que eu quero comentar sobre os remédios. Os remédios convencionais muitas vezes eles são importantes. E eu na minha prática médica, na minha prática aqui no consultório, eu não deixo de passar os remédios convencionais de farmácia quando eles são necessários, realmente necessários, eu não deixo. A gente trabalha aqui com o melhor dos dois mundos, tanto a Medicina convencional quanto a abordagem funcional, a Medicina Funcional. No entanto, você tem que sempre lembrar que remédio sintético vai ser sempre uma molécula que o seu corpo não detecta como normal.

Isso significa o quê? Que ele vai reagir contra ela. E essa reação pode provocar efeitos colaterais no médio e no longo prazo, pode contribuir para o surgimento de outras doenças que até a gente nem conhece, no médio e no longo prazo. Não é à toa que as bulas dos remédios convencionais têm uma lista enorme de efeitos colaterais. Aqueles em geral são efeitos colaterais agudos que podem acontecer, mas existem também efeitos colaterais crônicos e efeitos colaterais de médio e de longo prazo de remédios sintéticos.

Então, não são só eles é que resolve. Ah, e o que acontece ainda? O ciclo continua girando. O ciclo de obter apenas o nome da doença .tomar remédio específico. Porque quando você cria uma nova doença lá na frente, porque você tomou muito remédio, remédio sintético no passado, você está apenas girando esse ciclo, gerando esse ciclo cultural e econômico que interessa não à humanidade de maneira geral, mas interessa apenas algumas pessoas. Acionistas da indústria da remediação da saúde, esse tipo de coisa. Você entendeu? Isso é muito importante você entender e não cair na armadilha de focar sua atenção, de focar tudo que você você busca em relação à saúde, no binômio nome da doença-remédio específico.

Qual então vem sendo o papel do médico neste estado de coisas?

O papel do médico... ele vem sendo também refém, refém dessa cultura do binômio doença-remédio. O médico também, na minha na época, por exemplo, que eu fiz

Faculdade de Medicina, a gente também estudava muito mais as doenças e os remédios específicos do que propriamente dito as possíveis causas fundamentais. As causas metabólicas, as causas do estilo de vida que possam ter causado as doenças. Mas o legal, a coisa fantástica é que hoje - isso é uma maravilha - hoje as coisas estão mudando. Os próprios médicos estão tendo muito mais essa visão de que a gente tem de procurar não só quais são os remédios específicos, os remédios sintéticos, feitos pela indústria farmacêutica, que a gente precisa. Se gente não consegue parar de produzir as doenças por meio do mau estilo de vida, do estilo de vida incompatível com o que a natureza programou para nós, a gente não vai obter os resultados que a gente poderia obter nos tratamentos da doença, inclusive na fibromialgia.

Então, o papel do médico também vem mudando e mudando para melhor.

Eu tenho certeza que nas faculdades de Medicina hoje está sendo ensinado muito mais isso, porque existe um acesso muito maior ao pensamento crítico, ao pensamento crítico sobre a própria saúde e sobre a própria Medicina.

E esse pensamento crítico é fundamental. Sem o pensamento crítico a gente não evolui. A ciência não evolui. E os médicos hoje, então, muitos médicos já estão trabalhando com essa visão funcional de saúde e isso é muito legal.

Então agora eu vou responder à pergunta-chave deste vídeo: Fibromialgia é realmente uma doença? Ela é uma coisa que existe mesmo? Ela é uma entidade em si? Sim e não. A resposta é sim e não. Sim, porque os sintomas da doença, os sinais e sintomas, as dores crônicas pelo corpo, o cansaço crônico, problemas para dormir, problemas de humor, sintomas depressivos, esses são reais. As pessoas estão sofrendo, as pessoas sofrem de verdade com esses sintomas. Não é, não é coisa da cabeça, não é psicológico. é orgânico, é do corpo. É realmente um problema que o corpo está sentindo. Agora, o nome fibromialgia como causa disso não existe. Isso não existe. Então ela não é uma "doença", é apenas um nome que é sinônimo dos sinais e sintomas.

Ela não é uma coisa, ela não é uma entidade em si, como a maioria do que a gente chama de doença, dos nomes doença, também não são. Eles são apenas sinônimo dos sinais e sintomas. Então a gente acha que existe para a humanidade uma quantidade enorme de doenças que na verdade são apenas sinônimo dos sinais e sintomas. E esses sinais e sintomas muitos deles têm causas comuns. Causas metabólicas comuns, enraizadas no nosso estilo de vida, como, por exemplo, alimentação, sono incorreto, movimento incorreto, excesso de exposição a toxinas, excesso de exposição a toxinas inclusive toxinas emocionais.

A gente, quando se estressa, a gente produz toxinas emocionais e isso prejudica nossa saúde. Isso a gente já sabe. Então, respondendo novamente à pergunta: Fibromialgia é uma doença?

Não, não é. Ela é apenas sinônimo do conjunto de sinais e sintomas que a pessoa apresenta. Sinais e sintomas reais, que fazem a pessoa sofrer muito e que precisam ser abordados; abordados em relação às causas dos sinais e sintomas, não apenas a gente procurar um tratamento para o nome deles.

Por que então, Dr. Vítor, por que então - você você pode perguntar - por que então as pessoas ficam tão felizes quando recebem esse diagnóstico? "Porque eu fiquei me sentindo tão satisfeito ou satisfeita quando recebi esse diagnóstico?" Só um adendo aqui nesta parte: Eu falei satisfeita porque grande parte dos casos de fibromialgia, das pessoas que recebem esse diagnóstico, são do sexo feminino, são mulheres.

Olha só. A gente precisa procurar qual é a causa disso? Será que é só genética? Claro que não. Bom, voltando à pergunta, por que as pessoas ficam tão felizes... É muito óbvio que elas fiquem felizes. É óbvio, é legítimo, é justificado, tem mesmo de ficar feliz, porque, sendo um diagnóstico de exclusão, a pessoa já passou por tantos médicos, já passou, já passou, já fez tantos exames tentando descobrir, tentando encaixar o que ela sentia num diagnóstico e outro, passou por tantos especialistas, que quando ela recebe esse diagnóstico, que é um diagnóstico de exclusão, é um diagnóstico que... Você lembra qual é o diagnóstico? E eu falei no começo aqui do vídeo. O diagnóstico é este: Se a pessoa tem dores crônicas no corpo, dores crônicas no corpo por mais de três meses, acompanhada de sintomas depressivos, em geral acompanhada de sintomas de distúrbios de sono, às vezes acompanhada de distúrbios de humor, cansaço crônico "e" se ela não conseguiu nenhum outro diagnóstico para isso, aí pode se colocar isso sob o rótulo de fibromialgia. É esse o critério atual do diagnóstico de fibromialgia. Imagina: A pessoa já vem sentindo isso geralmente há muito tempo, tenta fazer diagnóstico e, quando recebe o nome, parece que... "Nossa! Agora, sim! Com esse diagnóstico, com esse nome, vou entender o que eu tenho." Mas esse é que é um engano. O nome só não faz você entender nada, porque o nome é apenas sinônimo do conjunto de sinais e sintomas.

O nome não faz entender nada. A gente imagina também... "Ótimo. Agora eu sei o que eu tenho. Eu vou conseguir arrumar um remédio pra isso provavelmente." Também não.

Não vai conseguir; até porque se considera ainda hoje que fibromialgia não tem cura com remédios, com remédio específico, tem paliação com alguns remédios, que são ou anti inflamatórios ou remédios que são bloqueadores do sistema imunológico, que têm efeitos deletérios no longo e no curto prazo para a gente. Então, tudo isso, gente, a ideia de que apenas obter um nome vai conseguir resolver o problema é ilusão. É a ilusão desse nosso vício de ir atrás sempre de um nome e de tratamento específico e de não entender... A gente está elevando a nossa consciência agora, a humanidade está elevando essa consciência. Nesse sentido, os profissionais de saúde também estão cada vez mais ganhando essa consciência agora. De que a principal fonte dos nossos problemas de saúde é o nosso mau estilo de vida. A gente usar o corpo da maneira como ele não foi programado para usar. A gente colocar dentro do corpo coisas que não foram programadas para serem, pela natureza, para serem colocadas dentro do corpo. Você entendendo isso, aí, sim, você está no caminho completo de tratamento da sua saúde. Aí, sim, você pode ficar muito mais feliz, do que apenas recebendo um rótulo de que está com fibromialgia. Entendeu? Que são então, na visão funcional de saúde, os sintomas que as pessoas sentem? Essas dores crônicas, cansaço crônico, sintomas depressivos...

Bom, isso não é normal do corpo, né? Na visão funcional de saúde eu vejo isso como mau funcionamento do corpo. A gente pode interpretar os sintomas que a gente sente de maneira geral, em praticamente todas as doenças, como mau funcionamento do corpo.

E por que que o corpo passa a funcionar mal? O corpo que antes funcionava bem passa a funcionar mal? Será que é só por genética, envelhecimento ou azar? Será que é só por acaso ou por destino?

Provavelmente não. E por que isso não acontece com todas as pessoas?

Isso não acontece, né? E, comprovadamente, em lugares onde as pessoas têm um estilo de vida melhor, como por exemplo, nas Blue Zones. Se você acompanha o meu site, acompanha meu Facebook, você sabe o que são as Blue Zones. São aquelas áreas do planeta em que as pessoas têm uma maior longevidade, que existe maior número de centenários. Essas áreas mostram que, se você tem um estilo de vida saudável, um estilo de vida compatível com o que a natureza programou pra gente, você tem muito mais chances de atingir esse patamar avançado de idade sem que as doenças crônicas prejudiquem em demasia a sua qualidade de vida. Essas pessoas com

100, 90 até 110 anos, vivendo uma vida sem grandes sofrimentos, sem grandes desabilitações, uma vida praticamente normal nessas áreas, chamadas Blue Zones.

Então, por que que acontece... por que que acontecem esses sintomas no nosso corpo? Sintomas, eu gostaria que você aprendesse a interpretar como mensagens do nosso corpo; dores são mensagens do nosso corpo (dizendo) que a gente tem que fazer alguma coisa diferente, que a gente tem que tratar de alguma maneira diferente os sintomas.

Nada mais são que o corpo tentando fazer o que ele tem que fazer, tentando produzir saúde pra gente, tentando produzir a homeostase, que é o equilíbrio das funções do nosso corpo. Homeostase é um nome que eu gostaria que você guardasse. Homeostase é o equilíbrio do corpo. Quando você está com uma dor de cabeça terrível, por exemplo, isso é sinal que você perdeu a homeostase

Nesse momento você está sem homeostase. Sem o equilíbrio normal.

Agora aqui no meu corpo, por exemplo, eu estou em homeostase, eu estou equilibrado, não estou com dor em nenhum lugar, nem estou com nenhum desequilíbrio, nenhuma desabilitação, estou com febre, não estou com nenhuma doença agora neste momento.

Então, isso é o corpo equilibrado. Homeostase. Por exemplo, doenças simples, doença simples mas importantes e graves, da nossa sociedade, como hipertensão, também são perda da homeostase do corpo. Na verdade, é o corpo tentado reagir a essa perda, é o corpo tentado se reequilibrar. E os nossos problemas, como dores crônicas, cansaço, variações de humor excessiva, distúrbios de sono nada mais são que o corpo tentando também atingir o equilíbrio, mas ele está sendo tão atrapalhado por várias coisas, principalmente por intoxicação crônica, com mau estilo de vida.

Ele já está sendo tão atrapalhado que ele não consegue produzir saúde pelas vias normais, então ele tenta produzir por vias anormais.

Nesse caminho, as dores, o mal estar que a gente sente, a gente pode interpretar como mensagens do corpo que a gente precisa mudar o estilo de vida, pra ajudar ele a fazer o que ele tem que fazer que é produzir saúde. Então sinais e sintomas nada mais são que o quê? Duas coisas: o corpo tentando se reequilibrar, o corpo tentando produzir a sua saúde, só que de uma maneira nova, por caminhos que não são normais, mas ele está tentando de salvar alguma maneira; e isso significa também que ele está te passando mensagens de que você precisa mudar coisas no seu estilo de vida pra ajudá lo na tarefa dele que é produzir saúde. Ainda neste vídeo a gente vai comentar como o corpo, o corpo que realiza aproximadamente 1 setilhão, 1 setilhão, imagina quantos zeros tem,

1 setilhão de reações químicas por segundo no seu corpo.

Veja como ele é inteligente, o seu corpo. Ele é muito mais inteligente que nós seres humanos. que a nossa mente. O nosso corpo é muito mais inteligente.

Bom, agora então você pode também me pergunta: Se os sintomas eles não são as doenças ou se as doenças, nomes das doenças, são apenas sinônimo dos sintomas, o que que são as doenças. então, o que que são os sintomas?

Olha, as doenças, a maioria delas poderia ter um nome diferente. Ela poderia ter um nome da combinação desses cinco problemas aqui de estilo de vida e de cinco problemas metabólicos. Elas poderiam ser chamadas de "alimentite", alimentite, ou alimentose. Elas poderiam ser chamadas do quê?

De "ambientite", excesso de toxinas do seu ambiente.

Elas poderiam ser chamados do quê? De "movimentite". Movimentação errada do seu corpo. Você vê aqui que eu estou gravando este vídeo aqui em pé, da minha standup desk, no meu consultório, pra quê? Pra não ficar gravando sentado. Gravar um vídeo demora e ficar mais de uma hora sentado gravando este vídeo, a gente sabe, tem pesquisas que mostram que ficar sentado, por exemplo, gente, que ficar sentado uma hora representa a mesma hora de perda de longevidade. Ou seja, para cada hora sentado, você pode perder uma hora ou mais de vida. Olha só, tão deletério ficar sentado como a gente já sabe que é deletério, fumar por exemplo, o tabagismo. Então, movimentite. O que mais? "Sonite". Sono errado. O nosso corpo, nós somos um animal diurno. Nós somos programados para dormir igual às galinhas.

Se a gente não faz isso, gente, se a gente não faz isso, a gente está construindo doenças no nosso corpo. Bom parece mesmo diferente, mas é o fato. É o fato antropológica, o fato evolutivo real. E, por último, "emocionite", emocionite.

O que a gente intoxica o nosso corpo com as nossas más emoções, durante todo o dia, do noticiário tudo isso... Então as doenças, inclusive fibromialgia, poderiam receber um nome diferente, a combinação de alimentite, movimentite, ambientite, sonite e emocionite. Combina tudo isso e em cada pessoa dá doença diferente. Em algumas pessoas dá fibromialgia, em algumas pessoas dá problema de tireoide, em algumas pessoas da problema de inflamação intestinal, em outras pessoas dá problema no fígado, em outras pessoas dá problema nos rins, dá problema no sistema nervoso central.

A gente precisa começar raciocinar assim. Em termos funcionais, em termos de estilo de vida quando a gente pensa na nossa saúde.

E não esqueça: alimentite ou alimentose, movimentite ou movimentose, não é virose não, é movimentose, alimentose, é ambientose, é sonose ou sonite, emocionite ou emocionose. Olha que nomes esquisitos mas tão verdadeiros em relação à gênese, à criação das nossas doenças.

Bom pessoal, então, o que faz o nosso corpo funcionar mal?

A comida horrível que a gente come. O ambiente horrível em que a gente vive. O sono horrível que a gente tem. O movimento do corpo horrível que a gente tem todo dia. E as emoções horríveis que a gente tem.

Isso causa funcionamento horrível também do corpo. Fibromialgia é apenas um exemplo disso. Como, então, a gente pode tentar tratar a fibromialgia de um ponto de vista funcional, com a visão funcional da saúde?

A gente pode tratar corrigindo radicalmente a alimentação, por exemplo. É sabido que essas dores crônicas que as pessoas sentem no corpo elas têm muito a ver com o excesso de excitação ou com limiar baixo de excitação dos receptores de dor do sistema nervoso.

Todo nosso sistema nervoso depende do quê? Depende de moléculas de lipídios para funcionar direito, depende de gordura depende de boa gordura. Nos tratamentos que se propõem, na visão profissional de saúde, para fibromialgia, é você, por exemplo, passar a comer apenas as boas gorduras. Você sabe que são as boas gorduras?

As gorduras, existem as boas e as más. As más gorduras são aquelas gorduras artificiais, as gorduras dos olhos vegetais refinados, por exemplo, e as boas gorduras são as gorduras que a natureza... que a natureza colocou nas plantas, por exemplo, das castanhas. Castanhas têm muitas gorduras, tanto ômega 3 quanto ômega 6. As gorduras, por exemplo, que a gente encontra em comidas como abacate são gorduras boas.

As gorduras do azeite de oliva extra virgem, a gente substituir os óleos vegetais refinados por gorduras desse tipo. Converse com o seu médico, se ele tem alguma restrição de você usar, por exemplo, outros óleos mais naturais para cozinhar e não aqueles óleos vegetais industrializados refinados.

Essa é uma das possíveis intervenções que a gente pode fazer. Outra intervenção que eu vejo funcionar muito é simplesmente você fazer uma mudança cultural de alimentação e passar para uma dieta baseada em plantas. Dieta baseada em plantas, plantas como a maior parte daquilo que você come.

E o detalhe, condição fundamental, plantas sem veneno! Plantas orgânicas ou, como eu falo aqui na nossa região, orgânicos sou da roça. Evitar as comidas que são inflamatórias. Inflamação é a gênese da maioria das nossas doenças. Evitar comidas que são inflamatórias, como açúcar e doces em geral, derivados de trigo, inclusive integral, leite e derivados, produtos processados em geral.

Coisas como esses temperos prontos que a gente encontra nos supermercados, esses caldos prontos que a gente encontra no supermercado, glutamato monossódico, adoçantes, como aspartame. Evitar tudo isso e comer o que a natureza programou pra gente: Plantas a maior parte do total, 90 a 95%! 90 a 95 por cento do total.

Experimente fazer isso pra ver se as suas dores crônicas, o seu cansaço crônico não diminui. Existem pesquisas que mostram que, na fibromialgia, quando a pessoa muda o estilo de vida alimentar, diminuem radicalmente as dores crônicas que a pessoa sente. Além disso, o que você pode fazer, conversando com os seus médicos, com seus profissionais de saúde, o que você pode fazer é tomar suplementos adequado, suplementos que ajudem a combater a dor, que reduzam o nível de inflamação crônica do seu corpo. Isso existe, isso aí a gente passa aqui no nosso consultório para os nossos pacientes. E você pode também se beneficiar disso se aconselhando e consultando com os seus médicos. Seus médicos e os seus profissionais de saúde que tenham essa visão de que é o estilo de vida que comanda a nossa saúde. Eu acho super interessante, quando eu vejo nos sites, por exemplo, Wikipedia, e outros sites que falam sobre fibromialgia, quando falam, "ah, isso aqui não tem cura" não tem cura mas ninguém explica lá se já tentou mudar radicalmente o estilo de vida e tentou descobrir a reversão ou o controle dos sintomas por ali. Pode perceber, entra nessas páginas que explicam e falam que não tem cura. Quando eles falam que não tem cura estão com a mente focada só na ideia de cura por remédio específico, mas parece que eles ficam totalmente cegos, totalmente ignorante com a ideia de procurar a reversão, de procurar pelo menos ver o que acontece com a doença, quando muda oestilo de vida. Issoaí ninguém pensa. E você, agora, já está pensando um pouco mais nisso?

Se eu falo, então, que uma das principais estratégias para você resolver o seu problema de saúde é mudar radicalmente a sua alimentação, você pode me perguntar:

"Mas como que eu consigo. Dr. Vítor, como que eu consigo, por exemplo, deixar de comer aquelas coisas deliciosas que aparecem na minha frente?

Bolo, pizza, lanche, doce, bolo de aniversário. Como eu consigo?

Achocolatados, aquelas bebidas deliciosas, como eu consigo deixar de comer tudo isso?" É muito fácil, se você seguir esta técnica aqui que eu vou te ensinar: a gente come essas coisas, a gente se sente atraído por essas coisas, porque elas vão nos dar um prazer, elas vão nos dar um certo prazer. E a gente é programado, os animais em geral e nós também, nós somos programados para buscar prazer e fugir da dor. Buscar prazer e fugir da dor. Então, a comida faz parte dessa programação. A gente busca um certo prazer na comida.

Só que o que você tem que entender que esse é um prazer falso. Por quê? Esse prazer de 15, 10, 5 minutos, apenas... Quanto dura um brigadeiro? Quanto dura um sorvete,

(por) que você é atraído para comer? Quanto dura um pedaço de bolo? Cinco a dez minutos. É um prazer muito fugaz é um prazer besta. É um prazer que não é fundamental pra você, de que você não necessita. Se você entender que esse prazer vai te causar um imenso desprazer depois, não só de de minutos, mas de horas e dias e meses e anos de vida; vai vai te reduzir seus outros prazeres, o o prazer de você viver uma vida saudável. Se você se lembrar disso, que cinco minutos, 10, 15 não valem nada, são muito rápidos muito fugazes, você vai conseguir controlar esses seus vícios, essa sua vontade de comer essas coisas que você agora sabe que você não deveria comer. Então é fácil, usando essa técnica, lembrar que 5, 10, 15, 20 minutos ou meia hora, que seja, é muito pouco, é um prazer muito pouco. Prazer de verdade é prazer de viajar durante vários dias, durante o final de semana, prazer de ter um relacionamento bacana, com alguma pessoa por vários, por vários meses, anos décadas, até o prazer de você realizar um trabalho, um projeto por um grande tempo, que dê resultado, esses são os prazeres verdadeiros e não o prazer que dura um minuto, dois minutos, cinco minutos ou dez minutos, que é o prazer de você comer essas coisas que não deveria comer.

Entendeu? Bom, o você deveria realmente lembrar aqui do nosso vídeo hoje sobre fibromialgia é o seguinte: É você saber qual é o grande mito da saúde do século

XX, o mito que ainda existe hoje, mas que está acabando, está se desmoronando é o mito de que a única coisa que a gente tem que fazer é obter um nome de doença e procurar remédio ou tratamento específico para a nossa saúde.

Esse é um mito que não enxergava o que estava por trás dos nossos problemas de saúde. E maioria dos nossos problemas de saúde têm por trás fundamentos do nosso estilo de vida, principalmente a alimentação, mas também outros fundamentos importantes, como o sono e as emoções. Alimentação, sono e emoções são os fundamentos mais importantes da nossa saúde, acompanhados ainda da parte da movimentação e da parte da exposição ambiental do nosso corpo. Então, você, se com esse vídeo em que eu consegui, pelo menos um pouquinho, fazer você vencer esse mito vencer esse paradigma antigo e entender que em primeiro lugar você tem que manter o foco no seu estilo de vida, não adianta nada ficar falando da doença x, y, z, se você não fala do estilo de vida, da alimentação, do movimento, do ambiente, do sono e das emoções.

Então é isso que eu queria te passar aqui neste vídeo.

Eu espero que você tenha realmente aprendido isso aqui comigo.

Hoje eu espero também que você tenha entendido que existe uma relação direta entre as nossas doenças e um estado de intoxicação crônica do corpo pelo mau estilo de vida. Intoxicação por alimentação, por exposição ambiental, por movimento errado do corpo, por dormir errado e pelas emoções erradas. Você têm que entender essa relação doenças-intoxicação crônica do corpo pelo mau estilo de vida e aí você vai entender também que, para combater as doenças, uma das principais coisas, se não for a principal, que a gente deve fazer é um programa de corrigir essa intoxicação crônica. Isso é fundamental que você tenha entendido, porque fibromialgia e outras doenças elas são causadas principalmente por esses motivos. O nosso corpo, pessoal, é uma máquina superinteligente ele realiza 1 setilhão de reações químicas por segundo para produzir na saúde. Tudo sincronizado, tudo organizado, tudo coordenado. Isso é de uma inteligência fantástica!

Existe uma inteligência dentro do nosso corpo muito maior do que a inteligência que a gente manifesta na mente ou na nossa consciência. Ou seja, o corpo é muito mais inteligente que a gente. Ele não faz coisas para nos prejudicar, ele faz coisas para nos avisar, para nos alertar que a gente precisa tratar ele de maneira correta. Tratar ele pra para facilitar com que ele produza a saúde de maneira correta e não para atrapalhar.

Se a gente começa a atrapalhar, vai acumulando... acumulando danos, acumulando toxinas no corpo, acumulando danos, e um dia ela se manifesta como sinais e sintomas de doenças, como acontece, por exemplo, no caso da fibromialgia que a gente abordou aqui neste vídeo.

Sou o Dr. Vítor Oliveira, sou médico formado pela USP, meu Facebook é o Facebook.com/opiniaomedica

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O meu site é www.opiniaomedica.com.br. Se você tiver um tempo, se você tiver interesse, você se interessou sobre este assunto aqui que gente discutiu aqui no vídeo, eu peço que você leia o meu livro

"COMO TER SAÚDE!". Livro que você encontra no site www.opiniaomedica.com.br. É um livro online em que eu discorro sobre os cinco fundamentos da saúde, alimentação, ambiente, movimento, sono e emoções, explicando em detalhes dezenas de itens que a gente pode modificar na nossa vida em todos esses fundamentos, para quê? Para a gente otimizar muito mais a nossa a saúde e aproximar ela do que a natureza programou pra gente. E assim prevenir doenças com muito mais chances de sucesso e também combater doenças com muito mais chances de sucesso, se a gente já estiver vivendo doenças, principalmente doenças crônicas, doenças graves.

Então, não deixe de conhecer o livro "COMO TER SAÚDE!" lá no site.

Muito obrigado por ter assistido este vídeo e não deixe de assistir aos outros que a gente também pública. Grande abraço!