How to cope with impotence
Um homem está com sua parceira, as preliminares vão bem. é hora do próximo passo... mas, de repente, um problema ocorre.
Ela espera algo a mais dele, mas nada acontece...
Ele sofrera o que o escritor francês Stendahl, nomeou um "fiasco".
Se sente envergonhado e em desespero.
Se vê como alvo de piadas, não homem o suficiente, incapaz de relacionar-se.
Sua parceira também está preocupada.
Teme que seu parceiro não a ache mais atraente, que nunca a tenha amado de verdade, ou que seja, no fundo, gay.
Se isto se repete com frequência, ela pode começar a se questionar se deveriam se quer estar juntos...
Em muitos dos casos, a causa da impotência não é física, mas psicológica.
E não se trata de uma falta de desejo, mas de noções má formuladas sobre respeito.
O homem certamente está excitado, mas seu desejo é acompanhado de um temor.
Se preocupa, algum lugar dentro de si, que esteja impondo algo indesejado e lascivo em uma parceira que não poderia se quer desejar algo tão vil, como ele deseja.
Sexo é, algum lugar em seu inconsciente, pecaminoso e reprovável algo que se poderia ter com uma companhia que não conheça muito bem, ou não respeite muito, ou mesmo sozinho, em um site pornô.
Mas algo não compatível para com a pessoa amada.
Após um, totalmente errôneo, mas não menos poderoso senso de afeto e consideração aos sentimentos da amada (imaginados por ele),
O homem não se permite perseguir o que realmente gostaria. e tira aposentadoria antecipada de sua própria sexualidade.
Um dos fatores mais básicos sobre relacionamentos entre crianças e seus pais é de que existe amor, mas não pode haver sexo.
Um jovem menino recebe cuidados, atenção e carinhos de sua mãe, mas é claro, nada explicitamente sexual.
Deste arranjo peculiar de fatores, nasce uma ideia problemática.
A noção de que a mãe, e mais amplamente, mulheres que são tão amáveis e admiráveis quanto ela devam existir sem desejos sexuais.
Por mais ingênuo que isso soe, certamente é assim que pode parecer à uma criança que ainda está aprendendo sobre o mundo, e cujos efeitos surpreendentemente podem se prolongar até a vida adulta.
Uma mãe pode ser simpática, esperta, e muito atenciosa às necessidades de seu filho, mas não possui, certamente, nenhuma libido!?
Esta necessária, bela e protetiva ilusão é o que pode levar homens à suspeitar que o quão mais amável e parecida com sua mãe, menor a probabilidade de uma mulher possuir desejos sexuais.
A resposta à este medo, certamente ingênuo, mas muito desconcertante é reassegurar ao inconsciente, deste homem impotente, a noção básica de que é claro que sua mãe era um ser sexual.
Ela, assim como quase todas as mulheres, amava sexo, provável que tenha feito muito, e mais um tanto em suas fantasias.
Foi simplesmente que, por carinho e consideração ao seu filho, não demonstrou.
Por amor, ela, singelamente fez como se fosse uma virgem.
Ao invés ver a impotência como um problema à ser tratado com pílulas, podemos reconhecer que é uma condição à ser abordada, fundamentalmente, no campo das ideias.
A ideia de que sexo, intenso, selvagem, vigoroso, desinibido, não se trata uma atividade degradante a qual homens se interessam, e mulheres "de respeito" não.
Trata-se de uma atividade altamente positiva, enriquecedora, e nem um pouco sinistra que todos homens e mulheres, se beneficiam.
As emoções entorno da sexualidade, que parecem tão opostas a uma vida civilizada e respeitável, a brutalidade e a agressividade envolvidas não são negativas.
São altamente compatíveis com respeito e amor.
Quando a impotência ocorre, pode ser o chamado para que o homem, desde seu inconsciente, adentre plenamente a vida adulta, reconheça e honre as incontestáveis verdades da sexualidade em ambos homens e mulheres.
