Você Tem Algum Desses Sintomas? Então Melhor Testar Sua Sensibilidade ao Glúten
A intolerância ao glúten é cada vez mais uma realidade que afeta as pessoas.
O aparecimento de pequenas bolinhas que se assemelham a acne nos braços são um dos sintomas mais comuns da intolerância ao glúten.
A doença celíaca é uma doença autoimune e um dos sintomas desta doença é a intolerância aos alimentos que contêm glúten.
O glúten é uma proteína que está presente no trigo, na aveia, na cevada e no centeio.
A doença celíaca é o resultado de uma condição genética e pode surgir em qualquer altura da vida.
A pessoa quando tem essa doença sofre de uma resposta imunológica que leva à produção de anticorpos que afetam o sistema digestivo e todo o organismo em geral, quando ingere glúten.
Mas então a intolerância ao glúten e a doença celíaca são a mesma coisa?
A resposta é não.
Uma pessoa pode ter intolerância ao glúten, mais ou menos grave, e não sofrer de doença celíaca.
Nestas situações a origem não é genética, mas sim relacionada com outros fatores ainda em análise.
Ainda assim, a maior dificuldade desta condição, é o diagnóstico.
Como os sintomas são comuns a outras patologias e vão surgindo lentamente, fica difícil fazer um diagnóstico inicial.
Um dos principais sintomas é o aparecimento de bolinhas nos braços, uma condição chamada de queratose pilar, que ocorre devido à acumulação de queratina na parte posterior do braço, pela falta de vitamina A e ácidos graxos.
Estes cravos são semelhantes à “pele de galinha” e é importante saber identificar para diagnosticar.
Como a intolerância ao glúten vai prejudicando as paredes do intestino e impedindo a absorção de gordura, o organismo passa a ficar deficiente nesses componentes, por mais que a pessoa faça uma boa alimentação.
Mas atenção!
Nada de alarme, porque a existência de cravos não é suficiente para fazer um diagnóstico correto. É necessário conhecer os demais sintomas para poder saber se temos ou não intolerância ao glúten.
De entre os sintomas conhecidos e relacionados com a intolerância desta proteína, estes são os mais comuns:
- Incômodos digestivos recorrentes; - Cansaço ou esgotamento, especialmente depois de ter comido alimentos com glúten; - Irregularidades hormonais.
Nas mulheres é mais fácil de confirmar se sofrem de ciclos menstruais irregulares ou dolorosos, infertilidade ou abortos espontâneos; - Enxaquecas.
Estas estão quase sempre relacionadas a dificuldades digestivas; - Inflamação ou dor nas articulações;
- Ansiedade, depressão ou alterações de humor.
O histórico clínico familiar é também decisivo para a nossa propensão para desenvolver esta intolerância.
A existência de doenças autoimunes na família aumenta a probabilidade de virmos a sofrer desta intolerância.
Se você sentir muitos dos sintomas referidos anteriormente, é aconselhável procurar um médico e fazer exames digestivos para ajudar a diagnosticar esse transtorno.
Os exames não são infalíveis.
Em alguns casos, podem ser negativos e ainda assim o paciente sofrer de intolerância ao glúten.
Você pode tentar eliminar o consumo desta proteína por um mês e verificar se os sintomas se mantém ou desaparecem.
Este é outro método muito utilizado para diagnosticar esta condição.
Um mês é o período mínimo adequado para que o nosso organismo consiga eliminar as toxinas que o glúten tem, e estão acumuladas. É surpreendente a quantidade de alimentos que não contém glúten.
Quando, por algum motivo, você não consegue preparar as refeições em casa e tem de comer fora, é importante perguntar se os alimentos têm farinha na sua composição, para não consumir glúten sem saber.
Só assim será possível manter uma dieta totalmente livre de glúten, e desta forma verificar se existe uma melhoria dos sintomas.
