9 Coisas Incríveis Que O Óleo De Rícino De Pode Fazer No Seu Corpo
O óleo de rícino, castor oil ou óleo de mamona como também é conhecido, é extraido das semenste da mamona e não é tóxico, como a maioria das pessoas pensa, pois a substância tóxica da mamona, a ricina, não é solúvel em óleo.
Ele existe há muito tempo e tem sido amplamente utilizado para fins medicinais. É um dos primeiros óleos vegetais a serem utilizados de maneira industrial, tanto para finalidades terapêuticas, como as cosméticas.
Assim, os principais benefícios do uso do óleo de Rícino são:
Para os cabelos: Os ácidos graxos presentes no óleo de rícino estimulam o couro cabeludo e os folículos onde nascem os fios fazendo com que o cabelo cresça mais rapidamente.
Melhorando o aspecto geral do cabelo, selando as cutículas, acabando assim com as pontas duplas.
Além disso ele também hidrata os fios, evitando a desidratação e o ressecamento, eliminando também as caspas.
Para as unhas: Para quem sofre com unhas quebradiças e cutículas ressecadas, aplicar óleo de rícino pode fazer toda a diferença, pois hidrata e combate os efeitos negativos dos detergentes e desinfetantes.
Para a pele: Por ser altamente viscoso, o óleo penetra profundamente no tecido da pele, nutrindo-a com ácidos graxos, sendo muito utilizado como um hidratante natural.
Além disso ele é usado para tratar acne, verrugas e marcas na pele, pois apresenta propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias.
Para os pelos: Ele também pode ser usado para o fortalecimento dos pelos, como sobrancelhas e cílios e, barba e no bigode nos homens.
Assim como nos cabelos, o óleo irá estimular o crescimento e a hidratação dos pelos.
Além desses benefícios estéticos, o óleo de rícino pode ser usado de forma medicinal com diferentes benefícios:
Laxante natural Com efeito purgativo, pode ser indicado em casos de prisão de ventre.
Mas só deve ser usado se não houver doenças relacionadas que devem ser diagnosticadas por um médico.
Uma colher de sopa é suficiente para atingir o efeito desejado.
Alívio dos músculos e das dores nas juntas Devido suas propriedades analgésicas e anti-inflamatórias possui ação analgésica sendo ideal para uma massagem no corpo, que visa aliviar a inflamação muscular, ajudando também no descongestionamento do sistema linfático.
Por isso, é indicado para tratamento de doenças como artrite e tendinite.
Como usar o óleo de rícino Para hidratar os cabelos: pode ser aplicado diretamente no couro cabeludo ou colocado dentro de xampu e condicionadores para obter os resultados desejados.
Para hidratar a pele: diluído com o óleo carregador, como por exemplo o óleo de coco ou o azeite de oliva, ele pode ser aplicado diretamente na pele, massageando-a delicadamente;
Para tratar prisão de ventre: Tomar 1 colher de sopa de óleo de rícino por dia.
Antes de utilizar, é indicado realizar um teste alérgico, garantindo que não haverá efeitos adversos.
Aplique uma pequena quantidade do óleo na região do antebraço, e espere 24 horas.
Se não houver vermelhidão, coceira, bolhas, descamação e alterações da superfície da pele, o produto pode ser utilizado.
Caso contrário, suspenda o uso.
Antes de comprar qualquer óleo vegetal ou essencial, é importante verificar se não há a presença de parafina, silicones e aromatizantes, pois esses componentes são prejudiciais para a saúde e comprometem as características medicinais.
Farmácias de manipulação, lojas de cosméticos e produtos naturais costumam ter o óleo de rícino puro para a venda.
Contraindicações Seu uso é contraindicado para: gestantes, lactantes, crianças e pacientes com sintomas de obstrução intestinal, doenças inflamatórias intestinal e qualquer outra doença intestinal conhecida ou suspeita.
Já seu uso tópico também não costuma ser considerado seguro para gestantes, lactantes e crianças com menos de 12 anos, mas faltam estudos comprovando se ele pode causar efeitos nestes grupos.
Além disso, ele não deve ser aplicado em mucosas, como boca, olhos e orelhas.
Efeitos colaterais Entre os efeitos colaterais podemos citar: desconforto e dor abdominal, cólicas, diarreia, náuseas, desidratação e alergia quando em contato com a pele.
