Comida de Verdade - Same Same but different, o igual nunca foi tão diferente
Same Same, But Different?
Gente, que coisa doida!
No meio desse nada aqui da W3.
Hey, a curiosidade mata o ser humano.
Vamos lá!
[música]
Olá, boa noite senhora!
Tudo Bem?
A Senhora já veio ao Same Same?
Antes de qualquer coisa, eu tô muito assim, curiosa em saber porque que chama "Same Same, but different"? ah, então se a senhora está tão curiosa eu vou chamar uma pessoa bem especial pra explicar melhor, pode ser?
Vamos!
Tá bem, só um momento, tá bom?
Obrigada, tá?
Vamos ver o que que é isso, né? porque, "Same Same, but different""
Vamos ver o que que é, do que que se trata.
[música] É... Me fala uma coisa aqui.
Esse "Same Same, but different", de onde que vem essa gastronomia? O que é "gastronomia baixa"?
Olha, eu chamo é de, comida de rua, comida simples,
E... Que é servida na rua, com um gosto maravilhoso
E que toda a vez que eu comi nas minhas viagens
Eu falava "cara, eu tenho que contar isso pra alguém isso é gostoso demais alguém tem que saber desse sabor porque é a mistura mesmo do sabor, da comida feita, com o gostinho de casa e servida na rua e é essa nossa ideia aqui de trazer comida do sudeste asiático, com este gostinho de rua e servida na simplicidade. É e quando eu vim aqui eu fiquei também muito impressionada, primeiro, é, com a fartura, dá pra comer bem, É, é legal.
E o preço, que é um preço muito legal.
A gente acha o preço assim, a ideia é
Fazer um preço honesto, né, a gente escolheu uma área de revitalização exatamente pra trazer o conceito de comida de rua, pô você está numa área de revitalização, você traz uma comida de rua uma comida simples e honesta e essa é a ideia, é uma combinação é tipo um conceito por todo. É muito legal falar disso, porque algumas pessoas podem achar estranho um lugar tão legal numa área de oficina, com barulho de ônibus passando ele é todo aberto, né, mas faz parte de um conceito muito legal. É.
Na verdade muita gente comenta isso
Porque que você veio parar aqui, né?
A primeira vez que eu vim nesse lugar, quando eu vi os coqueiros aí, eu falei, pô, esse conceito dá certo, e esse lugar é o lugar certo, né?
A ideia é a revitalização, é fazer uma coisa nova pra um lugar novo, e trazer gente nova, e aí eu acho que tô trazendo, porque a gente encontra aqui é, um restaurante cosmopolita hoje, é uma galera que vem viajada,é uma galera que tá interessada em uma experiência nova, e eu tô surpreendida, na verdade o lugar só me ajudou
Muito Legal, muito legal!
O que que você pensou em trazer pra gente abrir e eu começar a comer alguma coisa, pelo amor de Deus!
Olha, aqui, a gente é especializado em baixa gastronomia é comida de rua, é comida boa, e comida de rua então, a gente vai trazer uma salada de mamão papaia, que chama "papaya salad" fora, né, e... é uma delícia!
Nossa, que cerveja boa!
Ela é refrescante, assim, né,
Bom Mara, isso aqui
Olha que linda a louça!
Isso aqui é nossa salada de mamão papaia, e essa aqui é uma couve-flor crocante com molho de tamarindo.
E ela tem tudo a ver com a comida asiática, né?
Foi exatamente isso que eu comi no dia em que eu vim aqui.
[risos]
Ela é viciante, tem esse problema, né?
Foi exatamente isso que eu comi, gente, essa salada é muito gostosa
E ela é interessante porque, tipo, a gente não usa mamão verde aqui pra coisa salgada, né?
A gente usa pra doce, mas não pra coisa salgada, então...
Hum, e olha o tamanho da salada! É, ela é bem servida.
E essa é uma mistura, assim, super legal, porque ela tem uma cebolinha frita, mais frita, , assim, com um tostadinho tem a couve-flor que é crocante, e o molho de tamarindo que tem tudo a ver aquele lance do crocante com doce, né? e a cebola e o alho assim. Ô meu amor, olha seu prato favorito aqui, olha!
Deixa eu volta aqui a uma conversa, porque é muito legal, a gente saber da sua história, que eu descobri quando a gente conversou a primeira vez.
Ela é rainha de Goianésia porque a família dela produz açúcar e é um dos melhores açúcares do Brasil
E ela passou a vida inteira morando fora pra vender esse açúcar e foi daí que você descobriu essa gastronomia no mundo...
Foi.
E resolveu trazer pra gente. É, eu com as minhas viagens, né, e o mundo de vender açúcar, de fazer trading, que a gente chama de açúcar, é um mundo masculino, então eu achei uma pegada legal se eu começasse a fazer cursos de culinária, e eu viajava muito pra Ásia, e comecei a fazer esses cursos e me apaixonei e eu saía muito pra comer e me apaixonei pela culinária.
Ela é chique, gente dos Estados Unidos, aí eu tive restaurante lá e aí quando eu voltei tinha prometido que não ia ter restaurante aqui...
Oba, chegando comida, oba!
Que que é isso aqui?
Báhn Mi.
Bah o que?
Báhn Mi.
Bah o que? É...
"Báhn" é trigo, e "Mi" é mistura, tem uma ideia, super, é, tem uma historinha super legal que isso aí são os franceses que foram pra Guerra do Vietnã e o exército levou o baguete pro Vietnã e o que que o vietnamita fez? enfiou um monte de "troço" vietnamita aí no meio, então aí tem pepino, uma saladinha de nabo no "picles", tem barriga de porco, coentro, que é paixão,
[risos]
E come com a mão mesmo?
Come com a mão mesmo! É, tu tá na rua.
Vai falando aí enquanto eu vou comendo!
Antes dá a primeira...
Tem patê de fígado!
[risos]
Que a gente chama de patê da casa pra não espantar a galera!
E tem uma maionesezinha de sriracha.
Gente que delícia!
Então assim, é uma mistura inusitada, né?
Mas a crocância fresca é o mais gostoso! É verdade.
Eu vou guardar o Bánh Mi aqui, ó
Pra eu comer amanhã de manhã.
Isso, isso!
De ressaca, depois de comer esse tanto de coisa.
Nossa, que delícia que é esse...
Vai vir outra coisa?
Vai!
Segura a onda! É assim, Mara, não tem regras!
Aquela que já vai...
Desculpa!
Esse aqui é o nosso Bibimbap! mmmmmmbop
[música]
Da música?
Só que lá na Coréia!
Ah tá! É o prato nacional da Coréia.
Então ele tem esse molhinho especial e a gente termina ele na mesa, né, então a ideia aqui é você misturar o molhinho e ele tem uma coisa mega especial assim que é, ele tem que fazer essa rapinha do arroz aqui...
Ok!
Que se não fizer isso, cara, não e Bibimbap.
E aí, é uma mistura de vários ingredientes que são comuns, mas misturados de uma maneira inusitada
Esse prato é coreano, é o único prato coreano que eu tenho, mas que eu simplesmente sou apaixonada. porque eu sou apaixonada por comida e por louça.
E aí essa louça aqui é baratinho, vem na mesa você termina na mesa.
Isso é, tipo, sensacional.
Assim.
Pode agora?
Então tá!
Adoro esse prato! A gente come ele muito em São Paulo, em Brasília, nunca vi ninguém fazer. É.
Aqui no Goiás a gente chama isso de "Mexido" É, mexidão total!
E com rapa, o que é o melhor do mexido.
Porque tem a rapa, né?
E isso faz toda a diferença assim, de textura, né, de sabor e textura, faz muita diferença!
Cadê a rapa?
Aí, ó!
Ai, que legal isso.
Nossa, que legal! É mexido, mas é um mexido...
Diferente! É.
[música]
Raquel, enquanto eu como essa rapa aqui,
Assim, pra você, o Same Same but different, o que que asim, o "different" representa mais pra você?
Olha, eu acho que...
A parte do conceito é muito diferente, mas acho que o diferencial nosso mesmo É porque a minha ideia aqui, é, eu cheguei num estágio da minha vida, em que eu posso juntar as minhas habilidades, como empreendedora, e por fazer parte de um programa social muito grande, com urbanismo internacional, de trazer isso pra cá, então a gente tem a gente, meio que contratou gente de fora da curva, sem experiência na cozinha, pensando num programa que chama "Trainee Franqueado"
Daqui de dentro vai sair alguém que vai empreender e vai ter um Same Same, mas ele vai sair aqui de dentro, então junto com a Universidade de Brasília, com o Departamento de Engenharia de Produção,
Eles estão desenhando um programa de "Trainee Franqueado", que é um funcionário meu, que vai ser dono de uma franquia, e que vai ser "sponsored" por mim mesmo, eu que vou investir nele, e essa é a ideia de formar empreendedores, né?
De formar aqui empreendedores.
Ah, muito legal.
Mais apaixonada pelo Same Same.
Ah, brigada!
Bota aqui pra mamãe, bota.
Esse aqui é o prato nacional da Tailândia
"Pad Thai", o "Pé de Tai", que a gente fala aqui no goianês,
Então a ideia, é esse macarrão de arroz com essa mistura inusitada, o broto de feijão, o amendoim, e a gente pega esse limãozinho aqui, pra dar uma quebradinha, que tem que ser feito na mesa, né, dar uma quebradinha, e a ideia é essa misturança, e...
O molho desse macarrão é de tamarindo.
Então ele tem tofu e ovo, e é o que você come nas ruas da Tailândia, é o prato nacional da Tailândia. É, tipo, é o que todo estrangeiro que vai lá come, e é o que todo tailandês come.
E eu, na verdade, adoro, ele só tem um problema, ele vicia.
Ele, depois você fica com vontade de comer mais.
Nossa, que delícia! eu não tinha comido esse aqui ainda. ele é bem interessante, né, a mistura dos ingredientes é interessante,
A gente deu uma volta ao mundo aqui hoje, né?
Foi!
Você morou nos Estados Unidos
Morei em Portugal e nos Estados Unidos.
Fiquei fora do Brasil mais de 20 anos.
Mas viajei muito pra Ásia, a trabalho.
Mas e aqui nessa mesa a gente tem o que?
Olha, aqui a gente tem
Tailândia.
A gente tem,
W3 Norte, que é uma mistura nossa aqui, que você come lá também, a base é tailandês, vietnamita, coreano e tailandês.
Goianésia.
A Goianésia tá aqui.
Goianésia também tá na mesa.
Eu, brasiliense.
Só coisa internacional.
Só.
E eu brasiliense aqui, ó. É verdade!
Então pronto.
Eu tô muito curiosa em saber uma coisa.
A gente que cozinha, a gente sabe a dificuldade que é você encontrar ingredientes vindo do próprio país, como é que você fez essa mágica, dessa comida estar tão característica, com ingredientes de lá, aqui.
Olha, a gente trouxe assim, todo, tudo que a gente pode trazer de lá a gente trouxe, porque realmente muda o sabor, a gente experimentou com coisas daqui e coisas de lá e não ficou a mesma coisa
Então, a gente fez um projeto de 4 meses pra trazer todos os ingredientes, trouxe, importou direto, ou trouxe algumas coisas de importadores de São Paulo. algumas coisas que eu tô consumindo muito, eu já tô trazendo direto. você tem então seu próprio mercadinho.
Tenho, meu próprio mercadinho.
Ah, deixa eu ver?
Deixa eu ver?
Bora!
Oba!
Vamos agora descobrir o Mercadinho Same Same.
Aí, isso aqui tudo a gente importa, tipo, até o Anis Estrelado, eu importo. porque o gosto é diferente, você toma a sopa, é, folha de limão kaffir, importo. Porque o gosto é diferente, a gente faz e não é a mesma coisa.
Então, aqui a gente traz, todo macarrão, o chá que a gente traz, tudo...
Gente, esse aqui que é o segredo, tá?
Olha, aqui a gente tem um parente do gengibre, né, o galanga tipo, um gosto diferente, ele é um gengibre mais apimentado ele é um gengibre como se fosse a trufa asiática, pro asiático, é o galanga.
Aí a gente tem a nossa pimenta a Chilli Tai que é super diferente, a gente faz ela de várias maneiras a gente faz um confit pra botar naquela couve-flor e a gente faz ela moída pra você botar no seu Pad Thai
Fiquei apaixonada.
Leva isso aqui pra você experimentar, botar você já comeu isso?
Você já botou isso em algum prato?
Não!
Leva isso aqui e põe pra você ver, num risoto.
Olha gente, já tô ganhando um monte de coisinhas, ó.
De Galanga. Você me fala porque é interessante, o gosto dele é um gengibre, mas é um gengibre diferente Ó, tá conversando demais, tá conversando demais, vamos ver essa cozinha? ver se é tudo isso? É, não, pode ir, é tranquilo.
Cozinha de comida de rua, hein, baixa gastronomia.
Então vamos lá ver. Vamos lá ver!
Aqui, Mara. Ô de casa! Ó, todo mundo comportadinho, ó. Ó a carinha de todo mundo comportado.
Equipe Same Same que a gente fala.
Camila, Mara.
Camila, me fala uma coisa, esse cardápio, essa mistura de comida asiática, essa confusão toda. Da onde que veio tudo isso?
Você tem muita experiência dessa gastronomia?
Não, minha área específica é a da comida coreana,
O cardápio foi montado de acordo com a experiência que a Raquel teve, quando ela foi pra Tailândia vender açúcar. então o cardápio na verdade é um conjunto de experiências que ela teve que ela optou por estar trazendo pra cá e compartilhando com todo mundo.
Muito legal, e você assim pequenininha como é que você faz com essa brigada com esses homens desse tamanho? É tudo estudante de gastronomia?
Lucas, você faz o que da vida além de cozinhar?
Eu estudo filosofia.
Normal, todo restaurante tem alguém que estuda filosofia
Não é normal?
Tem mais alguém que estuda outra coisa aqui?
Letras!
Também, muito fácil de ter isso.
Tem químico também, lá no salão tem o pessoal que é formado em inglês.
Parabéns, vocês estão e parabéns. e é um restaurante sustentável, né?
Sim!
Tanto no salão, quanto na própria política, dentro da cozinha, também, a gente procura sempre trabalhar com os ingredientes mais naturais possíveis, a gente não trabalha com sal refinado, por exemplo, é uma coisa que não tem na nossa cozinha, a gente busca o sal das próprias fermentações, dos caldos que a gente trabalha, É...
Por exemplo,
A gente tá com bastante tamarindo a gente produz a nossa própria pasta de tamarindo a gente pega tudo do zero pra produzir...
Gente, ela é tão fofinha...
Meu Deus do céu!
Como é que um humano é tão bonitinho, meu Deus!
Eu percebi que a sua comida, ela tá valorizando muito os 5 elementos.
Sim.
Tô errada?
Não.
Então fala pra galera aí quais são.
Sempre tem que ter É prova, hein?
Sempre tem que ter, o doce, o salgado, o o azedo, o amargo e umami, que vai levantar todos os outros sabores
Vem aqui e confere e chama ela na mesa, tá?
Por favor!
Galera, valeu aí, nota 10, hein!
Mas Mara, e a sobremesa?
[risos]
Gostei agora, tá?
O que é isso?
Isso aqui é o Choco Thai.
Na verdade é um brownie meu, com receita americaníssima, e que eu coloquei um sorvete em cima, porque eu falei, eu já tenho tudo, tudo da Tailândia, desses países vou colocar uma sobremesa segura, né?
Aí eu coloquei essa sobremesa, mas tem mais surpresa aí esse rolinho aqui é o jeito que é feito o sorvete lá na Tailândia, é uma chapinha de sorvete e a gente faz um rolinho e tem esse brownie aí que é feito aqui na casa mesmo com um tostadinho aí, de amendoim, bem...
Sacanagem...
Não, é bom. Bom.
Mas é, vale a pena engordar.
Gente, olha aqui, quem é que é o desocupado que faz isso aqui?
[risos]
Meu Deus! É muito engraçado esse lugar, porque tem gente do mundo inteiro. É impressão minha, ou só vejo aqui gente do Japão, Tailândia
Sim, sabe que a gente tem uma pegada, com a comunidade internacional muito grande porque a comida tailandesa é muito popular em todos os países, É impressionante aqui é que a gente ficou meio assim, órfão, né? de restaurante tailandês por um tempão,
De comida, na verdade, de comida asiática sem ser sushi, a gente ficou meio órfão, por algum motivo.
Você anda o mundo todo, e a comida asiática é muito popular.
Tô me sentindo muito cosmopolita aqui, porque acho que só eu sou do Goiás aqui. É verdade.
Nós duas.
Nós duas.
[risos]
Vou te apresentar aqui uma coisa, que é a nossa assinatura.
Ah, essa eu comi já.
Cara, isso aqui é muito bom, isso aqui é, chama Mangooo stick Rise
Aí é um arroz, que a gente chama de arroz glutinoso, que é um arroz moti que na verdade é japonês, e uma manga, e aí a gente corta ela e a gente tem que botar esse leitezinho aqui em cima mas manga com leite no Goiás mata!
Mata.
Na Tailândia não mata não?
Não, todo mundo aqui saiu vivo, saiu daqui vivo
Se morreu depois já não sei
E não pode trapacear, tem que botar na mesma colher a manga e o arroz, não pode trapacear, não.
Posso morrer, não, gente!
Não. se eu morrer minha mulher me mata!
Isso é comida de rua, Mara,
Isso é, a cara da rua.
Deu!
Esse lugar é muito doido!
Falei pra vocês, olha só, aqui tem gente do mundo inteiro
Goianésia.
Brasília.
E olha essa mesa aqui.
Olá, tudo bem?
Estou um pouco confusa,
E eu tenho uma pergunta pra vocês,
De onde vocês são?
Tailândia!
Filipinas!
Sim!
Coréia do Sul!
Guiana.
Suriname.
Tailândia!
Eu sou do Brasil!
Muito obrigado!
[risos]
Obrigado!
Sou de São Paulo!
[risos]
Bahia!
Porque vocês estão aqui?
Bom!! Sim!!
Muito obrigado, tá?
Excelente!
Muito bom!
Mas você sabe, na Bahia é melhor que aqui...
[risos] eu como sou um ser humano muito interesseiro,
Eu vi ele chegando aqui com um café e eu voltei.
Eu voltei, agora é pra ficar eu ia embora, mas na hora que eu vi isso aqui eu voltei.
Você ia perder...
O que é isso?
Ou é no Vietnã ou na W3 Norte, você pode escolher.
Aqui é mais barato. É, aqui é tipo 10 Reais, no Vietnã é 3 mil e 10, porque é 3 mil a passagem pra lá.
Aqui então.
Então aqui. Ó, isso aqui a ideia disso É porque no Vietnã a comida é super apimentada a gente tirou um pouco a pimenta aqui, né, porque o paladar a gente adaptou, e a ideia então é você fazer um café gelado, né você tira isso aqui, e a ideia é você jogar esse gelinho aqui dentro do café,
Todo?
Todo.
E aqui, embaixo, tem leite condensado que aí você fica comm esse café caramelo aqui, e com isso você tira a pimenta e o calor da comida de rua de você comer na Tailândia , de comer no Vietnã. então essa é a ideia disso aqui, é mega refrescante. e é assim uma tendência café gelado é uma tendência mas na verdade é uma coisa cultural no Vietnã, total, assim né. É bacana, é legal.
Olha só, como diz minha amiga Raquel, É muito mais barato você ter uma experiência gastronômica violenta, linda de morrer, asiática, aqui na W3 Norte, pertinho da gente.
Gratidão por estar trazendo isso aqui pra gente, tá?
Muito legal!
Um brinde!
Como é que fala tim-tim na Tailândia?
Obrigado eu sei que é "Khorb Chai Cha". ok, Khorb Chai Cha!
Khorb Chai Cha!
[música]
Me senti enganada hoje, porque eu passei aqui na porta e li "Same Same" e eu falei, "Same Same", né?
Tudo, tudo do mesmo, mesmo do mesmo
Não tem nada de mesmo nesse lugar ele é totalmente "different"
Hey, muito legal
Adorei, valeu!
Música
