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EMAGRECER SEM PASSAR FOME É POSSÍVEL!! | Senhor Tanquinho Responde

EMAGRECER SEM PASSAR FOME É POSSÍVEL!!

| Senhor Tanquinho Responde

Olá, Tanquinho!

Olá, Tanquinha!

Bem-vindos a mais um vídeo aqui do canal.

E hoje a gente vai falar de saciedade: o que é saciedade e como você pode fazer para emagrecer sem nunca mais passar fome durante o seu processo todo de emagrecimento.

Parece bom?

Então já deixe o seu like aqui no vídeo, que ajuda para caramba o nosso canal, e vamos lá para a explicação.

Bom, eu procurei uma definição de saciedade oficial, procurei em vários estudos e eu não achei.

Eu encontrei, sim, várias pessoas usando o termo porque eu acho que todo mundo entende mais ou menos intuitivamente o que é.

Basicamente estar saciado é não estar com fome.

Você está com aquela sensação boa de barriguinha cheia, depois de uma bela refeição.

Então, a gente quer prolongar essa sensação na dieta e não passar fome.

Por quê?

Porque é muito ruim passar fome. É muito ruim ficar com a sensação de que você tem que comer alguma coisa naquele momento, ainda mais sabendo que essa sensação vai se prolongar por semanas ou meses, se você está mudando a sua dieta, seu estilo de vida e tem bastante peso para perder.

Então, você vai preferir não passar fome, certo?

Eu, pelo menos sou assim e todo mundo que eu conversei também é assim.

Acho que também é o seu caso.

Você prefere emagrecer e ter saúde, sem passar fome.

Eu e o Roney conversamos a respeito disso e, na nossa opinião, estar saciado é importante por dois motivos: o primeiro, como a gente já falou, é que é muito desagradável ficar com fome; e o segundo é que você não ficar com fome o tempo todo vai te ajudar a seguir a sua dieta.

Por que?

Porque se você fica com fome o tempo todo, têm muitas chances de você querer fazer lanchinhos, refeições fora de hora, ficar com aquela sensação de “eu preciso comer alguma coisa agora”; sendo que você não precisa.

Você não precisaria se tivesse saciado.

Nessas ocasiões têm muito mais chances de você furar a sua dieta, afinal, quantos lanches saudáveis realmente você conhece?

Têm algumas opções, mas a maioria do que você vai encontrar nos lugares por aí, à venda em cantinas, ou barrinhas, ou todo tipo de coisa é lixo e você não deveria estar comendo aquilo em um plano para emagrecer, provavelmente.

Ainda mais se é um plano baseado em comida de verdade.

Por isso é importante buscar refeições que te deixe saciado, para você poder sentir essa sensação boa e não ficar comprando lanche e não ficar procurando comida a cada duas, três horas; até porque é uma besteira essa ideia de que você precisa comer a cada duas ou três horas para emagrecer.

Isso não passa de mito e se você não sabe disso – não sabia e é novidade – comenta aqui embaixo, que eu vou te mandar um artigo que a gente escreveu explicando tudo isso tim-tim por tim-tim.

Mas como você faz então para estar saciado?

Você já entendeu que você quer ficar saciado porque é melhor do que não ficar, e já entendeu também ficar saciado para não fazer lanche fora de hora, que tem grandes chances de dar alguma coisa de errado na sua dieta se você tiver que comer a cada pouco tempo: você fica com fome no meio da rua, precisa comer alguma coisa.

Você quer evitar essa sensação.

Então como você faz?

A gente pode dizer que os alimentos dão saciedade em duas medidas: a física e a química.

Como assim?

Não é matéria da escola.

A física é basicamente uma medida física do alimento de como ele te dá saciedade, então alimentos muito maiores e mais volumosos – que tenham mais volume e menos calorias

– te dão mais saciedade.

Por exemplo, têm estudos mostrando que incorporar água nos alimentos, tipo sopas, caldos, dá mais saciedade do que você tirar toda a água do alimento.

Pensa, por exemplo, em uma fruta desidratada.

Pensa em um damasco.

Um damasco, grande assim, ocupa a palma da sua mão, mas a desidratada é um pedacinho de fruta; mas tem o mesmo tanto de calorias e açúcares nos dois casos.

Então, a fruta inteira te dá mais saciedade.

Além de ar incorporado alimentos também, que a gente não vai entrar aqui nos detalhes, todos, mas você tem uma noção intuitiva de que um alimento que deixa a sua barriga fisicamente mais cheia, te dá mais saciedade, te deixa mais saciado por mais tempo.

E tem o fator químico, que é super, super importante.

O que ele quer dizer é o seguinte: alguns nutrientes liberam hormônios e transmissores que ajudam o seu corpo a perceber que está saciado.

E os grandes responsáveis disso são dois, geralmente: as proteínas e as gorduras.

Por quê?

Porque as proteínas e gorduras têm alguns mecanismos de feedback do seu corpo que ajudam você a parar de comer quando você comeu o bastante delas.

O seu corpo fala: “tá bom, já tem bastante coisa para digerir aqui.

Não precisa comer mais”.

Dentre esses transmissores a gente tem a colicistoquenina, o peptídeo YY, que são coisas que não são liberadas em quantidades iguais, em quantidades significativas quando você come, por exemplo, carboidratos.

E, por fim, tem o terceiro fator que eu esqueci de falar – que eu falei só dois, mas tem esse terceiro que também é importante – que é a taxa de esvaziamento gástrico.

“Nossa, que nome difícil!”.

Não. É basicamente quanto tempo a comida fica lá, na sua barriguinha, para ser digerida.

Então, o que isso quer dizer é que alguns alimentos, ou coisas que levam mais tempo para ser digeridos, vão te deixar saciado por mais tempo porque eles vão ficar no seu estômago mais tempo.

Por exemplo, as fibras podem ajudar nesse sentido porque elas diminuem toda a velocidade com que o alimento passa pelo seu trato gastrointestinal.

“Então, como eu monto a minha dieta para emagrecer, seguindo esse princípio da saciedade?”.

Bom, você vai querer priorizar comidas que tenham proteínas, gorduras, fibras e que não sejam, por exemplo, desidratadas, como é o caso das frutas desidratadas.

Você vai querer coisas com alto volume e baixas calorias também, se você puder escolher entre essas duas coisas, e mantém todo o resto constante.

Então, o que você vai preferir?

Fazer uma dieta low-carb.

Por quê?

Porque ela é naturalmente adequada em proteínas; rica em gorduras; baixa em carboidratos – que não liberam os hormônios que a gente falou –; tem fibras, se você comer vegetais, o que é muito bom para você também; e você não vai comer fruta desidratada e coisas industrializadas porque a comida de verdade, que é a base da dieta, não é tão caloricamente densa, mesmo quando você pensa em carboidratos puros.

Por exemplo, pensa em uma batata.

Batata é carboidrato puro, todo mundo sabe, mas 100 gramas de batata tem cerca de 20 gramas de carboidrato.

Pão.

Pão é carboidrato puro, já é mais refinado.

Mas 100 gramas de pão tem 52. É mais de duas vezes e meia do carboidrato da batata.

Então você percebe que a comida de verdade, pouco processada, tem mais volume do que a comida refinada, então é mais um motivo pelo qual comer comida de verdade, especialmente baixa em carboidratos, vai te ajudar a emagrecer, sem passar fome.

E de que tipo de alimento a gente está falando aqui?

A gente está falando de alimentos ricos em nutrientes e que vão te deixar saciado.

Então, isso inclui carnes, ovos, frango, peixe, vegetais pobres em amido, folhas verdes escurar e até uma ou outra fruta.

Se você quer saber do que a gente está falando, quer ver exemplos de uma lista de compras e tudo mais; espera esse vídeo até o final, que eu vou deixar linkado para você um outro vídeo que eu mostro, por exemplo, uma semana de alimentação low-carb.

Mas assiste aqui até o final porque a gente vai falar de um outro fator que é comumente ignorado na questão da saciedade.

E esse outro fator é totalmente contra intuitivo, mas é o que acontece na vida real, que é a frequência alimentar.

O que a gente quer dizer com isso?

Quer dizer que você comer menos vezes ao dia te deixa mais saciado.

“Nossa, mas como assim?

Eu sempre ouvi falar que comendo a cada duas, três horas eu sempre ia estar satisfeito”. É, mas você vai fazer refeições menores, nesse caso.

E o seu corpo é treinado a se alimentar sempre aos mesmos horários.

Tem, inclusive, estudos que mostram que o corpo se adapta ao padrão de refeições seus.

Ou você pode ver a seguinte história: eu costumava almoçar sempre 13h30, mais ou menos, porque acabava a minha aula e eu ia em um restaurante e comia, enfim, ficava sempre com fome lá para 13h20, 13h30 porque era a hora que eu estava acostumado a comer.

Aí eu arrumei um emprego – olha só – e comecei a almoçar 12h00, 12h15.

E nas primeiras duas semanas eu comi sem fome, mas era o horário que eu tinha.

Mas depois de duas, três semaninhas, quando dava 12h00 eu já estava com fome.

Por quê?

Porque o corpo se adapta aos seus padrões de alimentação.

Então, se você quiser diminuir a frequência alimentar, ou mudar os horários dela, tem uma semana de adaptação, tem um tempinho para você se adaptar; mas depois o seu corpo vai saber o que fazer.

A questão das calorias e da frequência alimentar, mesmo se você quiser ficar nesse paradigma das calorias, que a gente não acha que todo mundo tem que ficar contando, a gente não vê tanta vantagem nisso.

Mas pensa assim: se você tiver 1600 calorias para comer em um dia, para emagrecer, por exemplo, se você fizer três refeições e três lanches você vai fazer um monte de refeição pequena e nunca vai sair da mesa realmente “nossa, comi bem”.

Você vai fazer três refeições de 400 calorias, por exemplo, e três de 150, 130 calorias.

130 calorias!

Não é nada. É uma banana, é uma barrinha.

Você nunca fica saciado com isso.

Refeição de 400 calorias é muito pouco.

Por outro lado, se você praticar jejum intermitente e fizer duas refeições, por exemplo, um almoço e um jantar, você consegue colocar 800 calorias em cada uma delas, com o mesmo aporte calórico; você vai estar colhendo os benefícios do jejum e vai sair saciado das suas duas refeições.

E ainda mais: se você baseá-la nos alimentos que a gente estava conversando agora, que dão saciedade, então você vai, com certeza, ficar mais saciado ainda do que se você comer

800 calorias de miojo, por exemplo.

E, é claro, que essa questão toda da frequência alimentar, e mesmo dos alimentos escolhidos, é muito individual.

Tem uma certa variação, mas é isso que a gente verifica que acontece para 90% das pessoas, ou mais, que a gente recebe dos milhares de e-mails e relatos que a gente recebe todos os dias.

Então, se você gostou, deixa o seu like aqui no vídeo, se inscreve no canal para receber mais coisas.

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E você pode ver o vídeo que eu falei da lista de alimentos aqui do lado.

Você pode simplesmente ver, seguir a lista e ver o que funciona para você, do que você gosta ou não gosta e montar a sua própria dieta para emagrecer.