FÓSSIL JURÁSSICO e conteúdo no ESTÔMAGO, Archosauromorpha GRÁVIDA
Animal incluído no mesmo grupo que as aves, os crocodilianos e os comumente chamados Pterossauros, dava à luz a filhotes vivos, ao invés de pôr ovos.
Descoberto fóssil de dinossauro do período Jurássico com conteúdo estomacal preservado.
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Foi encontrado um fóssil de um exemplar de Dinocephalosaurus que estava grávida.
A viviparidade evoluiu de forma independente nos vertebrados.
Temos a maior parte dos mamíferos, e alguns grupos de lagartos e serpentes vivíparos.
Entretanto, a viviparidade é desconhecida no clado Archosauromorpha, que considerando os seres vivos atuais, inclui as aves e os crocodilianos.
No fóssil de um ser marinho com um pescoço longo bastante característico, o Dinocephalosaurus, pertencente ao clado Archosauromorpha, foi possível identificar a presença de um embrião na região abdominal.
Os ossos do embrião estavam bem ossificados, indicando um estágio relativamente avançado de desenvolvimento.
Estas são fortes evidências de que este animal de fato era vivíparo.
Um pequeno lagarto nomeado Pristurus rupestris rupestris, uma subespécie presente nas Montanhas Hajar, na península arábica, guardava algo muito maior.
O que era considerado como uma única subespécie, na realidade pode tratar-se de um conjunto de 14 espécies.
Eles são morfologicamente tão semelhantes entre si, que sempre foram consideradas como apenas uma subespécie.
Em casos como este, as espécies envolvidas são chamadas de espécies crípticas.
Após análise molecular, foi constatada esta provável grande diversidade de espécies.
Geralmente estas descobertas têm forte impacto na conservação das espécies, já que o que era considerado um grande grupo formado por uma única espécie pode na verdade incluir grupos de várias espécies distintas e inclusive algumas destas espécies podem ter um número de indivíduos bastante reduzido e estar sofrendo ameaça de extinção.
O fóssil de um dinossauro classificado como: Isaberrysaura mollensis, encontrado na Argentina, na formação Los Molles, apresentava o conteúdo estomacal preservado.
Sua análise permitiu a descoberta pelo menos de parte da dieta deste animal.
Foram encontradas sementes em seu estômago.
A integridade das sementes maiores sugere que este dinossauro as engolia, ao invés de mastigá-las.
Provavelmente, esta espécie atuava promovendo a dispersão de sementes.
Apesar do conteúdo estomacal preservado indicar apenas a presença de sementes, a análise do maxilar e dos dentes sugere que a dieta deste dinossauro incluía não apenas matéria vegetal mas também animal.
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