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Se Quiser Viver Mais, Comece a Consumir Esses Alimentos

O desejo de permanecer jovem eternamente acompanha o homem, provavelmente, desde o início da civilização.

Apesar de até o momento esse ser obstáculo intransponível, a longevidade humana aumentou muito nas últimas décadas, principalmente por causa dos avanços na medicina.

Para alguns cientistas, o fato de apenas uma pessoa ter ultrapassado os 120 anos até o momento, é um forte indicativo de que a humanidade chegou à sua longevidade máxima.

Mas mesmo que passar dos cem anos não seja uma tarefa fácil, a pergunta que fica é: o que podemos fazer para aumentar nossa longevidade?

Como você deve imaginar, a alimentação tem papel bastante importante não só na nossa saúde, mas também em nossa longevidade.

Essa também é a conclusão de pesquisadores que realizaram um estudo, acerca de uma substância chamada "espermidina" e que pode ser encontrada em alimentos comuns na nossa dieta.

Essa substância é encontrada de forma natural nos organismos vivos e está especialmente presente em humanos no esperma, nas bactérias intestinais e em algumas células.

A principal função da espermidina é ativar a autofagia, um processo de limpeza e reciclagem dentro da célula.

Isso faz com que ela seja capaz de reduzir a pressão arterial e melhorar a função cardíaca.

Além disso, ela é capaz de melhorar a qualidade deste e prevenir o desenvolvimento de alergias alimentares e doenças como câncer e diabetes.

Mas o que vem mais chamando a atenção dos pesquisadores talvez seja a capacidade da espermidina prolongar a vida.

Em um estudo feito com centenas de pessoas, os participantes foram submetidos à três dietas com diferentes níveis de espermidina.

O estudo constatou que aqueles que consumiram alimentos que contém mais espermidina, tinham um risco de mortalidade equivalente ao das pessoas 6 anos mais jovens.

Em outro estudo, pesquisadores realizaram testes com ratos e descobriram que os que receberam a substância, viviam mais e eram menos propensos a ter fibrose hepática e tumores cancerígenos do fígado, mesmo quando havia predisposição para desenvolver essas doenças.

Um outro estudo interessante acerca dessa substância foi feito com um inseto conhecido como a “mosca das frutas”.

Assim como os humanos, a mosca também tem redução de memória com o avanço da idade.

O que eles descobriram foi que quanto menor o nível de espermidina, maior a perda de memória.

Os pesquisadores resolveram incluir espermidina na dieta dessas moscas e notaram uma melhora significativa na sua memória.

O próximo passo é analisar se o composto vai ter o mesmo efeito em humanos.

O problema acerca da espermidina é que conforme envelhecemos, nosso corpo pára de produzi-la gradativamente, principalmente se não seguimos uma dieta adequada.

A partir dos 40 anos aproximadamente, o corpo humano reduz a produção natural de espermidina, por isso, torna-se ainda mais importante reforçar sua presença na dieta.

Os alimentos que mais contém a substância são os queijos envelhecidos (parmesão, gorgonzola, gouda, gruyere, brie), carnes, salmão e cogumelos.

Frutas como a pêra, além de batata, ervilha, brócolis e couve-flor cozidos também são ótimas fontes de espermidina.

Você pode encontrar a substância em sementes e produtos feitos de soja fermentada, além de grãos integrais.