• slidebg1

VI SIIEPE - UFPEL - JAQUELINE GEHLING FISCHER

Olá meu nome é Jaqueline Gehling Fischer sou graduanda do terceiro semestre de zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas e também sou colaboradora do Nupeec hoje então eu trago o estudo intitulado comportamento animal de vacas leiteiras da raça Holandês suplementadas com produto da fermentação de fungo seco que espressa atividade enzimática fibrolitica onde contei orientação do professor e doutor em zootecnia Cássio

Cassal Brauner a cadeia leiteira brasileira está em constante otimização no entanto ainda se tem alguns pontos a serem melhorados sendo um deles o aproveitamento das forragens pelos ruminantes assim sendo vem se estudando estratégias para que os animais aproveitem melhor essa parte da dieta, que são as forragens, um método então para sua otimização é adição de enzimas fibrinolíticas exógenas na dieta dos animais, as quais são responsáveis por otimizar a degradação da fibra da dieta ou seja elas auxiliam as enzimas endógenas já produzidas pelo rúmen a quebrar as frações fibrosas dos alimentos

Diante isso, as enzimas fibroliticas exógenas mais utilizadas são as celulolíticas que degradam a celulose, e as xilanolíticas que degradam a hemicelulose, pois esses são as partes da fibra que levam um maior tempo para serem degradados e assim refletem diretamente no comportamento animal principalmente no tempo de mastigação e ruminação, também sendo importante monitorar esses parâmetros pois com eles podemos verificar possíveis alterações na saúde dos animais, esse monitoramento é possível ser realizado utilizando coleiras de monitoramento, as quais são capazes de monitorar o tempo de atividade ruminação e ócio dos animais e assim gerar relatórios que nos permite avaliar o estado de saúde deles. Desta forma a implementação dessa tecnologia alce suplementar os animais com aditivos que repercute diretamente os quesitos de mastigação e ruminação se torna uma ferramenta bem interessante.

Diante disso o objetivo do presente estudo foi avaliar o tempo de atividade ruminação e ócio de vacas leiteiras no pico de lactação suplementadas com produto da fermentação de fungos seco com atividade enzimática fibrolitica

O estudo foi realizado em uma fazenda comercial localizada no município de Rio

Grande a onde se utilizou 36 vacas da raça Holandês aonde elas foram alocados aleatoriamente em dois grupos o grupo controle e o grupo suplementado onde o grupo suplementado recebeu uma dose diária de enzima fibrolítica exógena essa dose era de 10 gramas por vaca dia

Esses animais recebiam uma dieta contendo 70% volumoso e 30% concentrado, estavam entre 40 a

70 dias em lactação e pesavam em média

700 quilos

Cada animal também tinha uma coleira de monitoramento da Cawmed, a qual monitorar o tempo de atividade, ruminação e ócio individualmente, monitorados então por 24 horas por dia ao longo de um período de 23 dias.

As análises estatísticas foram analisadas por meio do programa estatístico SAS considerando então significativo P menor ou igual a 0,05 e como tendência P menor que 0,1.

E aqui então eu trago uma tabela na qual retrata o comportamento animal de vacas leiteiras suplementares com enzima fibrolítica exógena, avaliadas através de coleira de monitoramento, quanto então ao quesito de tempo de atividade é o tempo em que o animal se movimentou onde também pode ser relacionada à saúde desses animais pois um declínio neste pode ser um sinal de doença ou distúrbio metabólico, o tempo de ruminação refere-se ao tempo que o animal passou ruminando e quanto tempo de ócio é o tempo que animal dedicou a seu descanso ou seja ele não estava realizando nenhuma atividade sendo assim então como a gente pode observar o tempo de atividades animais aumentou consideravelmente no grupo suplementado quando comparado ao grupo controle mostrando então que esses animais estavam saudáveis, e o tempo de ruminação diminuiu no grupo suplementado, o que nos mostra que a enzima auxiliou na degradação das fibra enquanto que o tempo de ócio entre os dois grupos não têm diferenças estatísticas significativas mas os resultados ou seja o tempo encontrado nos dois grupos estavam dentro do padrão fisiológico citado pela literatura, sendo assim pode-se concluir que a suplementação com enzima fibrolítica exógena proporcionamos animais o maior tempo de atividade e tendeu a diminuir o tempo de ruminação sem alterar o tempo de ócio de vacas leiteiras no pico de lactação. e aqui ficam os meus agradecimentos a

Universidade Federal de Pelotas ao curso de zootecnia e ao Nupeec, muito obrigada.