Ceratocone tem cura? Rodrigo evitou de um transplante de córnea!
Tudo bem, gente?
Boa tarde.
Boa tarde, meu amor.
Conta um pouquinho da sua história pra eles, que é incrível nosso encontro, né?
Bom, gente, meu nome é Rodrigo.
Eu tenho vinte e cinco anos, sou engenheiro de formação.
Eu encontrei a Tati por pura coincidência.
A gente estava no mesmo evento.
Ela participa de um grupo que o meu sócio hoje participa também.
Ela comentou alguma coisa sobre o Olhos de Águia.
Eles participam dessa parte de negócio e tudo mais.
Ele falou "cara, o Rô é seu avatar".
A gente chama avatar a pessoa com quem ela fala, que somos todos nós.
"Poh, é o Rô.
Eu preciso te apresentar pra ele".
E a gente foi jantar.
Sem querer, sentei na mesma mesa que ela.
Não sabia quem era ela.
De frente.
Por acaso que não é acaso, né, Rô?
Aqueles acasos que não são acasos.
A gente caiu na mesma mesa.
Um de frente pro outro.
Foi isso mesmo.
O mais bacana é que assim: Eu tenho ceratocone, pra quem não sabe é uma degeneração na córnea, e ela vai afunilando, né?
Ela vai degradando e você pode correr o risco até de perder a visão.
Eu descobri isso quando eu tinha dezessete anos.
Passei em sei lá quantos oftalmos.
Eles diziam que não tinha como usar óculos e eu dizia "esse cara é louco".
Quando você não sabe de uma coisa é que nem o carro que você nunca percebeu.
No dia que você quer comprar o carro, você vê trinta e dois no mesmo lugar.
Então, eu comecei a descobrir pessoas que tinham o mesmo problema que eu.
Eu cheguei a ter vinte por cento da visão esquerda.
Eu tenho um transplante.
Eu fiz um transplante.
Isso foi antes.
E o meu olho direito também tem ceratocone, o olho começou a piorar.
Assim, os impactos...
Quem tem ceratocone ou que não tem visão sabe como que é.
Desde confundir a minha namorada na rua, já deu problema por causa disso, ônibus...
Eu cursei a faculdade de engenharia por dois anos sem enxergar a lousa, porque eu não enxergava nada.
Do professor apagar e eu falar "ele apagou mesmo ou está lá escrito ainda"?
Nessa conversa, eu não sei se estou demorando, eu falo muito...
Nessa conversa que eu tive com a Tati, o mais incrível, porque eu sou engenheiro, é que é muito lógico a questão do olho também ser um músculo, dele precisar de sangue... É óbvio, mas você nunca parou pra pensar nisso.
Se fisioterapia ajuda você a ter movimento na perna, no braço ou seja onde for, por que não no olho?
O mais incrível daquela conversa é que eu estava me recusando a viajar para Maceió com a minha noiva.
Era a terceira vez que eu estava recusando.
Ela queria ir de novo.
Ela já foi sozinha.
Eu não quis ir.
Porque eu fugia do sol igual vampiro.
Sol, jamais!
Nessa conversa, eu comecei a perceber os impactos indiretos que tinha na minha vida.
Tem a parte mais importante que é a da dor, né?
Gente, assim, eu fiz o transplante e tenho um anel no olho direito.
Eu vivi os últimos seis anos com dores diárias.
Todos os dias.
Todos os dias!
Eu acordava sabendo que eu ia ter dor. É justamente por isso que eu tinha dor. É o gatilho que munda quando você só, sem fazer praticamente nada...
Aquela conversa dela me explicar, falar o que era, a questão do músculo...
Ela falou para eu fazer três coisas que eu apliquei no mesmo dia.
Tomar banho no escuro de olho aberto, fazer uma compressa...
Eu não consegui fazer a compressa porque a gente estava em um hotel, então, não fiz.
Enfim, foi a única coisa que eu não fiz. ... e o palming, com a questão de você usar aquilo pra mudar a memória celular que você tem de ter dor.
No dia seguinte, a gente foi caminhar, correr na verdade, era seis horas da manhã.
Eu fui sem óculos escuros, encarei o negócio, não foi ruim.
Lógico, tem a questão...
Fiz o primeiro sunning e, desde então, eu não tenho mais dor.
Eu acordo todos os dias sabendo que eu não vou ter dor.
Nem penso mais nisso.
Antes, era uma hora pra acordar.
Já falando "Meu Deus..."
Eu ia acordando devagar porque doía muito meu olho.
Muito, muito.
Enfim, eu acho que é isso...
Como é que o oftalmologista falou pra você, que você me contou?
Ah, é verdade...
Eu ia fazer.
O Rô se inscreveu no curso.
Ele é da última turma, a 3.1.
Depois disso, entrou no curso lá, se inscreveu, fez os exercícios.
Como é que foi, Rô?
Logo quando a gente se conheceu, já estava marcada a cirurgia de transplante do olho direito.
Eu fiz um anel.
Tive várias complicações com esse anel.
Não conseguia nem trabalhar.
Eu fiquei de licença quase quatro meses porque era dor assim...
Eu parecia um zumbi.
The Walking Dead, quem conhece, era eu ali.
Ninguém podia falar comigo, eu não podia sair do quarto escuro, não podia abrir a porta sem me avisar, eu tacava o que estava perto né?
Me avisa que tá abrindo a porta porque dói.
Eu tive vários problemas com isso.
O mais louco é que, por conta de eu ter feito o primeiro transplante e ele ter sido um sucesso, eu tinha vinte por cento e cheguei a noventa e poucos por centos, com óculos, tudo que eu fiz à partir dali foi me direcionar para a cirurgia.
Eu convenci os médicos, inclusive, eu tendenciei, depois eu parei pra ver, absurdamente a eu fazer a cirurgia. É lógico que existia a indicação, ninguém é irresponsável por conta disso, mas o principal ponto de eu fazer a segunda cirurgia era: Se estiver me atrapalhando, atrapalhando a minha qualidade de vida, a gente faz.
Se não tiver, a gente faz porque você tá mais velho.
Pra quem não sabe, ceratocone acelera muito na fase da adolescência.
Pelo menos, é a informação que eu tenho.
Mas quantos anos você tá agora, Rô?
Vinte e cinco.
Vinte e cinco.
Tá velho, agora? É..
Muito velho!
Eu me direcionei num ponto que, nas próprias consultas, eu falava tanto da cirurgia, de fazer no olho direito, que pra mim era assim: Eu já tenho dor no olho esquerdo todo dia.
Eu tenho no olho direito também.
Quem sabe quando eu ficar mais velho não precisa passar por isso de novo e vai ficar tudo bem.
Então, eu me direcionei totalmente.
Depois que eu conheci a Tati e comecei a aplicar, principalmente, gente, o sunning, é o melhor de todos...
Isso é lógico de novo.
Isso que é o mais legal.
Principalmente se a córnea deforma pra pior, ela pode deformar pra melhor.
O sunning aquece, enfim, tem uma série de coisas que a minha córnea volta ao normal.
Mas antes de eu estar focado na melhora da minha visão, quando eu parei de ter dor, eu falei "mas eu não quero a cirurgia nem a pau.
Eu já não tenho mais dor, vou ter de novo?
Eu não vou ter.
Não vou fazer essa cirurgia se não precisar".
Conversando com a Tati, tendo esses resultados, gente, porque assim...
Qualquer coisa que eu tenho agora de visão, eu estou extremamente satisfeito.
Eu sei que pode melhorar, mas extremamente satisfeito porque hoje eu tenho a qualidade de vida que eu não tinha com a questão de dor. É humor.
Cara, você com dor o tempo inteiro, as pessoas falam com você e você quer bater nas pessoas.
Você não quer ouvir o que ela tem.
E aí, coitada da minha noiva.
Ela não tá aqui hoje, mas sofre.
Eu chato pra caramba.
Então, com isso, eu voltei na minha médica.
Isso é outra coisa que eu acho muito legal.
O curso prevê que você continue consultando um oftalmo.
Não é que eu vou fazer um milagre aqui pra você e acabou.
Inclusive, sempre tive conversa com a Tati e esse é um dos motivos, inclusive eu sou muito lógico, né, engenheiro, já falei...
Beleza, eu tenho que continuar acompanhando.
Continua tudo igual.
O que muda é aqui.
Só de ter mudado isso, já mudou a questão da dor e tudo mais.
Quando eu voltei no médico, o médico falou: "Olha, Rô, tá tranquilo.
A gente já tinha te falado isso".
Só que eu não escutava.
"Tranquilo assim, a gente tem um tempo.
Você não precisa fazer amanhã o transplante.
Se você estiver bem, agora que você falou que está sem dor, vamos acompanhar.
Vamos numa boa.
Você não precisa fazer isso agora".
Engraçado é que assim: a história que eu contava pra todo mundo é que "Meu Deus, vou ter que ir pro transplante".
Inclusive, isso fazia mexer diretamente com quem eu era pras pessoas.
Você acaba se apoiando em um monte de coisas dessas.
Eu não quero ir num negócio, "tô com dor no olho.
Não vou". É a desculpa perfeita.
Ninguém fala nada.
Mas deixa eu te fazer uma pergunta?
Foi pra Maceió?
Fui pra Maceió.
Foi muito bom.
Sem óculos escuros.
A noiva agradece.
Eu fui.
Logo na sequência, eu falei pra Tati.
Quando começou eu falei "minha noiva quer ir.
Eu não vou".
Mas, no fim, fui.
E depois a gente viajou de novo. É...
Muito bom!
Obrigada, gente.
Uma salva de palmas pro Rô.
Muito bom. É muito porque é muito do que a gente passa, né?
Eu sofri muito com dor também.
Eu me identifiquei muito com essa história.
Foi incrível a velocidade que você teve de melhora, o ganho que você teve de qualidade de vida.
Obrigado por compartilhar isso com a gente. É incrível esse vídeo que você acabou de assistir.
Esse evento foi fantástico, foi maravilhoso.
Foram mais de quinhentos alunos Olhos de Águia.
Eu sou Tatiana e tenho uma boa notícia pra você.
Você pode receber material gratuito, totalmente sem custo, com exercícios, aula prática pra você aprender a melhorar sua visão, também.
Um pouco mais do que você aprendeu até com esse vídeo aqui.
Totalmente gratuito.
Então, tem um link aqui embaixo.
Se você curtiu toda essa prática, esse vídeo que você acabou de ver, você pode aí se juntar a essas pessoas de uma certa forma, receber material exclusivo meu, uma atenção minha e também vídeos, aulas práticas pra você poder melhorar sua visão, enxergar bem de perto, enxergar bem de longe, poder ver o rosto das pessoas que você ama.
Totalmente gratuito, tá bom?
Clica no link.
Deixa seu melhor e-mail lá.
Você vai começar a fazer parte de uma lista VIP.
De novo, totalmente sem custo.
Tá bom?
Você vai receber material exclusivo, e-mail, dicas, vídeos, vídeos práticos, aulas práticas, dicas de quando os vídeos que eu publico vão estar no ar.
Então, é uma forma de você receber material e estar em contato comigo e também aprender mais do que você aprendeu aqui.
Vai lá, clica.
Se você curtiu esse vídeo também curte, compartilha, deixa aqui embaixo seu comentário.
E vem cá fazer parte do time, dessa tribo, que enxerga bem.
Você pode enxergar melhor.
Mais visão é mais vida.
Tchau, thcau.
