5 dicas para Alimentação Infantil | Psicóloga Daniella Faria | Educação Infantil
Oi, gente! Tudo bem?
Aqui quem fala é Daniella Freixo de Faria, sou psicóloga infantil.
E a gente vai seguir nessa série de 5 dicas.
Se você quiser trazer mais algum tema, deixa seus comentários aqui embaixo., pra eu desenvolver novos vídeos pra atender à sua necessidade.
Vamos pro vídeo? 5 dicas sobre alimentação.
Oi, gente! Tudo bem?
A alimentação às vezes fica bastante difícil, principalmente naquela fase onde a criança começa a ficar mais restrita, ela começa a não querer experimentar e começa a desgostar do que já tinha gostado.
Você já passou por isso?
E aí, eu vou trazer 5 dicas para a gente principalmente atravessar esse processo e, quanto mais a gente se mantiver nessas 5 dicas, melhor vai li... a gente vai lidar com a alimentação das crianças.
Primeira dica: a gente oferecer sempre alimentos novos.
Então, sempre que você for desenvolver uma refeição aí na sua casa, coloque alimentos, pelo menos um ou dois que a criança já goste e coloque, também, nas travessas, bonitinho, pelo menos um ou dois alimentos novos, pra que a criança pelo menos experimente.
E faça esse convite.
Certo?
Dica número 2: faça combinados de experimentação.
Porque às vezes as crianças vão olhar e vão fazer:
"Hã hã! Eu não gosto!"
E uma das coisas que a gente pode fazer é:
"OK, se você realmente não gostar, não tem problema.
Mas vamos fazer um combinado de você sempre experimentar?
Dar uma oportunidade? Dar uma chance?"
E isso nos leva para a dica 3: que, toda vez que a gente está nessa situação com as crianças, é muito importante que a gente deixe as crianças livres nessa experimentação, mas a gente pode lembrá-las de que, tudo que elas hoje gostam, um dia elas não gostaram, até elas experimentarem e passarem a gostar.
E aí, a gente vai para a dica 4, que é exatamente trazer para a criança a responsabilidade disso e sair, principalmente, do lugar de garantia.
Se a sua limitação está na minha responsabilidade, essa criança vai ficando desleixada nesse processo de experimentação e de responsabilidade, e nós começamos a restringir essa alimentação pra garantir que ela coma.
Então, se ela come só arroz e frango, eu começo só a oferecer arroz e frango, porque eu quero garantir que ela coma.
Se a gente puder lidar com essa situação fora da garantia, a gente vai trazer a responsabilidade, e vai ter um dia que ela vai falar:
"Ah, mas eu só gosto do frango do que tem pra comer."
E aí, você vai convidar ela à responsabilidade de experimentar e, quem sabe, gostar de mais coisas ou viver a consequência, o desconforto de comer só o frango.
Então a gente precisa ter muita atenção, porque a questão da alimentação pega, principalmente mães, num lugar muito difícil aí dentro, e a gente realmente entra numa aflição muito grande a respeito da alimentação dos nossos filhos.
Mas, se a alimentação deles estiver sob a nossa garantia, ao invés de a gente ter responsabilidade de entregar alimentos e variedade e convidar o outro à responsabilidade de experimentar e se alimentar bem, às vezes essa criança fica cada vez mais descuidada, cada vez mais irresponsável e cada vez mais restrita, porque nós estamos dando espaço pra isso acontecer.
Joia? É desafiador, gente, mas fiquem firmes.
Tragam a responsabilidade às crianças,
Uma hora, ela vai falar: "Aí, tá. Vou experimentar."
E não entre no convencimento:
"Você precisa comer, porque isso faz bem, porque isso..."
Isso está junto desse processo de garantia.
Coloca lá, convida à responsabilidade, acolhe o desconforto de comer só o frango, quando isso aparecer, e mostra pra ela que ela tem outra opção, e vamos em frente, um dia de cada vez, tá bom?
Quinto item... Ah, esse é muito lindo!
Isso tudo, gente, é processo.
Eu vejo aqui em casa.
Hoje as meninas experimentam tudo que eu faço.
Não necessariamente gostam.
Outro dia eu fiz um atum todo diferente, com gergelim...
Provaram, não gostaram, mas elas experimentam.
Mas a amplitude da alimentação começou a acontecer.
Hoje elas comem uma variedade muito grande de verduras e legumes, hoje elas experimentam as coisas, e o cardápio, querendo ou não, vai ficando mais amplo, exatamente porque há o processo de experimentação.
Mas tudo isso é processo. Isso não está pronto.
Isso... Existe um pedaço de eu passar pelo desconforto de eu... comer o desconhecido. e saber que eu posso gostar ou não.
Existe dar o benefício da dúvida pra essa experiência.
E tudo isso é processo. Às vezes a gente sai dessa questão do processo quando a gente gostaria ou de garantir que eles comam tudo ou a gente cria a expectativa de que eles já deviam comer tudo.
Tudo está sendo aprendido.
O processo de alimentação passa por esse lugar também.
Um beijo, agradeço a Deus, primeiro, por todo alimento na minha mesa,
E agradeço muito a tua presença aqui.
A gente se vê na próxima oportunidade.
Um beijo, tchau!
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Legendas: Fábio P. Lima [email protected]
